Famalicão: “Estórias de Villa” agora em livro

Há livros que são usados como argumento de filme; “Estórias de Villa” é nome de filme, exibido em 2018, que passou a livro com o mesmo nome. A autoria continua a ser do famalicense João Pedro Castro, que usou o papel para dar largas à imaginação que ficou patente no filme.

A apresentação estava marcada para este sábado, dia 17, mas devido ao Estado de Calamidade foi adiada ainda sem data. Será, como estava previsto, no Museu do Automóvel Antigo de Famalicão, um dos locais usados no filme. A apresentação será de Armindo Vilaça.

Aliás, filme e livro são projetos muito famalicenses, da conceção à realização. A autoria é de João Pedro Castro, muitos dos atores eram famalicenses e a ilustração do livro é de David Vieira de Castro.

Há outros elementos aglutinadores e que unem livro e filme. Um deles é a história. O livro mantém a mesma: o sonho de uma pessoa de meia-idade, com crítica social à mistura e muito humor. «No livro consegue-se desenvolver os temas pertinentes com mais liberdade e intensidade», revela o autor, evidenciando que o filme é menos pessoal porque tem muito daquilo que os atores colocam no projeto cinematográfico.

Apesar da apresentação do livro ter sido adiada, é possível adquiri-lo através da página do facebook de “Estórias de Villa” ou na papelaria/quiosque “Pip´s Bazar”, na Avenida 25 de Abril.

Covid-19: + 11 mortos, + 2.101 infetados

Segundo o boletim epidemiológico diário da Direção-Geral da Saúde (DGS) Portugal regista mais 11 mortes e 2.101 novos casos de infeção pela covid-19. Um novo recorde desde o início da pandemia.

Pelo segundo dia consecutivo, Portugal ultrapassa os dois mil casos e mais de mil – 1.146 – são no Norte.

Até hoje registam-se 93.294 casos de infeção confirmados e 2.128 mortes. Há, ainda, 55.081 recuperados, mais 588.

Famalicão: Didascália apresenta “Paisagem Efémera”

“Paisagem Efémera – natural e rural” é o tema do novo espetáculo do Teatro Didascália, de Joane.

A estreia está marcada para o dia 23 de outubro, na próxima semana, com a particularidade de ser sempre ao ar livre, em diversos espaços de Joane, num raio de 2,5 km.

Bruno Martins, diretor artístico do Teatro Didascália, fala de uma peça de ficção, não de revisitação histórica aos lugares, mas que recupera a memória e alguns segredos bem guardados.

O cenário é a paisagem natural de cada lugar, com atores e músicos em cena.

A peça Paisagem Efémera estará em cena entre 23 e 25 de outubro, às 21 horas. O ponto de partida é na Cindinha Bulk Store. É necessário reserva, que podem ser efetuadas através do e-mail rp@teatrodadidascalia.com ou do número 924 305 850. O preço é de quatro euros por pessoa, com lotação limitada a 30 pessoas por espetáculo. Se a meteorologia não permitir, haverá uma transmissão online.

Este projeto de “Paisagem Efémera” é pensado para dois anos. Depois de Joane, passará por Riba de Ave, no ano de 2021, com recuperação da memória industrial.

Famalicão: Obras de reabilitação do centro da cidade começam segunda-feira

Partido Aliança propõe variante que ligue Famalicão ao Porto

O presidente da Direção Política Distrital do Aliança, Ricardo Mendes Ribeiro, deu conta, em reunião com o presidente da Câmara Municipal de Famalicão, de que é preciso uma variante rodoviária que ligue Famalicão e a cidade do Porto.

Para o partido Aliança, a mobilidade e os transportes são essenciais para o desenvolvimento do distrito de Braga. Por isso, além da variante, reclama também a ligação ferroviária entre as cidades do quadrilátero (Barcelos, Braga, Guimarães e Famalicão), com extensão a outras cidades, no futuro.

Acompanhado pelo coordenador do Aliança no concelho de Famalicão, Nuno Pinheiro, o dirigente distrital alertou, também, para os preços da habitação que considera exorbitantes, especialmente no centro da cidade, avisando que isso pode levar à sua desertificação.

Outra preocupação do Aliança é o fecho do centro de saúde de Fradelos, criticando as opções do Governo neste contexto de pandemia.

Pelo contrário, elogiou a autarquia de Famalicão pelas medidas de apoio às famílias, nomeadamente ao nível escolar; mas também considera que as empresas prestadoras de serviços e bens à Câmara recebem dentro dos prazos, o que considera ser uma boa medida.

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