Formulário para sócios-gerentes pedirem apoio pode ser submetido até hoje

O formulário eletrónico para este fim foi disponibilizado em 21 de agosto na Segurança Social Direta, podendo ser submetido até hoje, segundo indica a informação disponível no site da Segurança Social.

Este apoio estava anteriormente previsto para sócios-gerentes de empresas com faturação anual de até 80 mil euros (contra um teto inicial fixado em 60 mil euros), mas uma nova alteração proposta pelo PSD, incluída no Orçamento Suplementar, que entrou em vigor em 25 de julho, voltou a alargar o apoio, deixando cair este limite.

“Deixa de se verificar, como condição de acesso, para os gerentes e sócios gerentes das micro e pequenas empresas, tenham ou não participação no capital da empresa, os empresários em nome individual, bem como os membros dos órgãos estatutários de fundações, associações ou cooperativas com funções equivalentes daqueles, que estejam, nessa qualidade, exclusivamente abrangidos pelos regimes de segurança social, a regra do volume de faturação inferior a 80 mil euros, bastando existir uma quebra de faturação de pelo menos 40% nas situações de quebra abrupta e acentuada da atividade”, refere a Segurança Social.

O alargamento do apoio produz efeitos a 13 de março, pelo que a Segurança Social acrescenta que “em setembro, será aberto um novo período de apresentação para pedidos de apoios relativos a meses anteriores”.

Com a proposta de alteração ao Orçamento Suplementar, o apoio passou a corresponder ao valor da remuneração registada como base de incidência contributiva quando esta é inferior a 1,5 Indexantes de Apoios Sociais (658,22 euros).

Nos casos em que a remuneração registada for igual ou superior a 658,22 euros, o apoio corresponde a dois terços da remuneração, com limite de três salários mínimos (1.905 euros).

Este apoio passa também a contemplar os trabalhadores independentes que estejam abrangidos pelo regime dos trabalhadores por conta de outrem e não recebam, neste regime, um valor superior a um IAS (438,81 euros), e que não sejam pensionistas.

Arnoso Sta Eulália: PJ investiga incêndio em casa que deixou jovem em estado crítico

A Polícia Judiciária já esteve na habitação onde, na tarde deste sábado, um incêndio deixou um jovem de 20 anos em estado crítico, na freguesia de Arnoso Santa Eulália, em Vila Nova de Famalicão.

Ao que nos foi possível apurar, o fogo terá sido potenciado por uma fuga de gás.

O jovem, residente naquela habitação, ficou com mais de 80% do corpo queimado e encontra-se internado com prognóstico muito reservado no Hospital de S.João do Porto. A sua progenitora foi igualmente transportada para a mesma unidade hospital com ferimentos de menor gravidade.

As autoridades estiveram no local a recolher indícios que expliquem como tudo aconteceu.

Operação da GNR de fiscalização nas estradas no verão termina este domingo

Durante a operação, que começou a 26 de junho, a GNR privilegiou “uma atuação preventiva” nos principais eixos rodoviários, como autoestradas, itinerários principais, itinerários complementares e estradas nacionais, através de um “esforço para as vias mais críticas”, com o objetivo de “combater a sinistralidade rodoviária, garantir a fluidez do tráfego e apoiar todos os utentes das vias, proporcionando-lhes uma deslocação em segurança”.

Nos últimos meses, a ação da GNR incidiu sobre os comportamentos de risco e que colocam em causa a segurança rodoviária.

Os militares da GNR estiveram atentos às manobras perigosas de ultrapassagem, condução sob o efeito do álcool e substâncias psicotrópicas, condução sem habilitação legal, excesso de velocidade, uso do cinto de segurança e do telemóvel durante a condução.

O último relatório da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) dá conta que julho foi o mês que este ano registou o maior número de mortos e de feridos graves em acidentes rodoviários, tendo as vítimas mortais aumentado quase 50% face ao mesmo mês de 2019.

Segundo a ANSR, em julho morreram 49 pessoas nas estradas portuguesas, mais 48,5% em relação ao mesmo mês de 2019, quando morreram 33, e 212 pessoas sofreram ferimentos graves, número idêntico ao ano passado.

No total e nos primeiros sete meses de 2020 registaram-se 14.217 acidentes com vítimas no continente, dos quais resultaram 216 mortos ocorridos no local do acidente ou durante o transporte até à unidade de saúde, 991 feridos graves e 16.493 feridos leves.

A ANSR indica que se verificaram, em relação ao mesmo período de 2019, menos 5.705 acidentes com vítimas (-28,6%), menos 43 vítimas mortais (-16,6%), menos 269 feridos graves (-21,3%) e menos 7.590 feridos leves (-31,5%).

“Entre janeiro e julho de 2020 verificou-se uma redução em todos os indicadores de sinistralidade, relativamente ao período homólogo de 2019, sendo que o mês de abril foi o que apresentou decréscimos mais significativos, em parte devido à situação de estado de emergência que vigorou entre 19 de março e 02 de maio, impondo fortes medidas de confinamento com a consequente redução de tráfego”, frisa o relatório.

Portugal esteve em estado de emergência devido à pandemia de covid-19 entre março e abril.

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