Pedro Almeida concluiu prova de Roma em Super Rali

No Rali de Roma, a contar para o europeu, Pedro Almeida e Hugo Magalhães não tiveram sorte. «Quase não conseguimos fazer uma classificativa de forma limpa, mas o que retiramos dessas – e das poucas em que conseguimos imprimir ritmo – é que temos um árduo trabalho pela frente», analisou o piloto famalicense que depois de desistir no sábado, fez o domingo em Super Rali.

Pedro Almeida reforça a importância da participação em Roma para melhorar o seu andamento, porque «aqui estão pilotos com mais experiência que nós e é exigindo de nós que vamos conseguir conquistar as nossas metas. Esta semana de Europeu deu-nos perspetivas nesse sentido».

A prova em Roma, disputada no passado fim de semana, não correu bem para a equipa famalicense. «Tivemos problemas que nos forçaram a abandonar no sábado, com uma fuga no depósito de combustível e os gases retiraram-me concentração e capacidade de condução em condições de segurança. No domingo foram problemas elétricos a deixarem-nos os cabelos em pé».

A juventude do carro é, assim, um dos fatores para o conjunto de dificuldades, mas Pedro Almeida está consciente de que há muito trabalho pela frente, «e isso é nisso que nos queremos concentrar nesta altura».

A próxima prova de Pedro Almeida e Hugo Magalhães é o Rali da Madeira, no inicio do mês de agosto.

Jovens empreendedores famalicenses ajudam animais salvos de abrigo que ardeu em Santo Tirso

Alexandre Marques, o responsável pela Engraxat, e Susana Costa, responsável pela Susana Costa – Estética e Formação, não ficaram indiferentes às trágicas notícias que no último fim de semana foram chegando de Santo Tirso, relacionadas com o incêndio que deflagrou na Serra da Agrela e matou dezenas de animais de um abrigo.

Durante a última semana, os jovens com loja em Famalicão, decidiram abrir portas à solidariedade e estiveram a receber donativos que entretanto já foram entregues.

Os donativos (na imagem) foram entregues à Associação Cão Viver, com sede na cidade da Maia, que acolheu alguns animais do abrigo de Santo Tirso.

Do material entregue contam-se alguns quilos de ração e material para a proteção e higiene dos animais.

Marcelo admite que pandemia afetou prevenção dos incêndios

“Quanto à prevenção, ela sofreu, há que dizer, de facto, sofreu com a pandemia. Os meses que eram meses cruciais da transição da primavera para o verão foram meses acabados por não existir”, disse aos jornalistas durante uma visita ao lar de idosos da Santa Casa da Misericórdia de Boliqueime, em Loulé, no distrito de Faro.

O facto de as pessoas não poderem sair, devido ao confinamento, ou estarem muito limitadas entre março e junho, acabou por ser “uma limitação, que obriga agora que o combate seja um combate, esperemos que à altura do que tem sido, mas em condições difíceis”, acrescentou.

“Até agora o que se pode dizer é que, na generalidade dos casos, houve capacidade de resposta, sobretudo nos grandes casos, nos grandes fogos”, notou, lamentando o “azar” da morte de dois bombeiros no terreno, um num acidente de viação e outro devido a um ataque cardíaco.

No lar de idosos que o Presidente da República visitou registou-se um foco de covid-19 em abril – com cerca de 40 utentes e funcionários infetados -, até agora, o maior surto verificado em lares na região, que provocou cinco mortes entre os utentes.

Marcelo Rebelo de Sousa foi recebido com aplausos e palavras de apoio na instituição e até recebeu uma imagem do santo padroeiro de Boliqueime, São Sebastião, benzida pelo pároco local.

A partir das 20:00 Marcelo Rebelo de Sousa vai reunir-se com os presidentes de câmara do Algarve num jantar de trabalho, na freguesia serrana de Querença, também no concelho de Loulé.

Esta é a terceira visita do chefe de Estado ao Algarve este mês, depois de já ter passado por Vila Real de Santo António e Lagos.

Famalicenses uniram-se e conseguiram mais de 500kgs de ração para animais de Santo Tirso

O último fim de semana ficou marcado por um trágico fogo que matou várias dezenas de animais que se encontravam num abrigo da Serra da Agrela, em Santo Tirso.

Nas horas após o fogo centenas de pessoas juntaram-se num dos acessos ao abrigo para resgatar os animais sobreviventes, na sua grande maioria cães.

Desde então gerou-se uma onda solidária que se estendeu a Vila Nova de Famalicão com a escola Groove Spot a organizar uma campanha de doação de bens.

Ao longo dos últimos dias, os alunos desta escola receberam mais de 500kgs de ração, diversos produtos relacionados com o tratamento dos animais feridos (compressas, soro, entre outros), mantas e donativos em dinheiro.

Tudo o que foi conseguido nesta campanha vai ser entregue, muito em breve, aos responsáveis da Associação dos Amigos dos Animais de Santo Tirso, já contactados pela Groove Spot.

Últimas Noticias

Concelho