Rússia anuncia “êxito” nas provas clínicas de vacina contra a Covid-19

“Na manhã do dia 20 de julho [hoje], o segundo grupo de voluntários recebeu alta”, afirmou o Ministério da Defesa através de um comunicado referindo que as provas clínicas foram executadas no Hospital Militar Central Burdenko, Moscovo.

A mesma nota indica que “os resultados das análises mostram de forma inequívoca que todos os voluntários desenvolveram uma resposta imunitária, como resultado da vacina”.

De acordo com o ministério, a vacina não provocou “complicações” ou “reações indesejadas”.

Os voluntários foram vacinados no passado dia 23 de junho sendo que no próximo dia 04 de agosto vão ser submetidos a uma série de novas análises de controlo para confirmação dos resultados e inocuidade da vacina.

O Ministério da Defesa sublinhou que as provas clínicas da vacina foram realizadas “em concordância com a metodologia científica e com a legislação em vigor, sem encurtar os prazos da investigação para que sejam evitados riscos posteriores”.

Segundo os dados oficiais, na Rússia morreram 12.300 pessoas de covid-19 e registaram-se 777.000 casos de infeção.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 601 mil mortos e infetou mais de 14,3 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência de notícias France-Presse (AFP).

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

FC Porto reforça-se em Famalicão

A imprensa desportiva dá conta do interesse do FC Porto em três atletas do FC Famalicão.

Fábio Martins, Racic e Gustavo Assunção estão referenciados e podem ser reforços para Sérgio Conceição.

A par deste interesse, recorde-se que este fim de semana foi também avançada a notícia de que Miguel Ribeiro, presidente da SAD do FC Famalicão, será o próximo diretor-geral do FC Porto.

Santo Tirso: GNR diz que morte de animais em canil aconteceu devido à dimensão do fogo

O PAN alertou este domingo que um incêndio de grandes proporções em Santo Tirso, no distrito do Porto, atingiu dois abrigos de animais e refere que “dezenas de animais já morreram carbonizados”, apelando a mudanças na legislação. A GNR esclareceu esta tarde que a morte de animais não se deveu ao facto de ter impedido o acesso ao local de populares, mas à dimensão do fogo e à quantidade de animais.

Na sua página oficial da rede social Facebook, o partido referia que estava a acompanhar a situação no local e acusa as autoridades de estarem a dificultar a retirada dos animais ainda com vida dos abrigos, “alegando tratar-se de propriedade privada”, e informa que “foi já solicitada, com caráter de urgência, a emissão de mandado judicial que permita o acesso aos abrigos e a apreensão cautelar dos animais”.

“Dezenas de cidadãos, Organizações Não Governamentais e associações de proteção animal prontificaram-se de imediato a prestar todo o auxílio necessário, sendo no entanto barradas tanto pela Câmara Municipal e respetivo veterinário municipal, como pelas proprietárias dos abrigos”, aponta o partido.

A GNR defendeu-se dizendo que era “importante salientar que as consequências trágicas deste fogo não tiveram qualquer correspondência com o facto de a Guarda ter impedido o acesso ao local por parte dos populares”. “A essa hora, já tinham sido salvos os animais que foi possível salvar”, explica a GNR, em comunicado.

O partido Pessoas-Animais-Natureza defendeu que a Lei de Proteção dos Animais é clara quanto ao socorro de animais doentes, feridos ou em perigo. “A violação deste dever de cuidado e socorro pode, inclusivamente, fazer incorrer no crime contra animais de companhia, se da omissão de auxílio resultar sofrimento injustificável ou até a morte dos animais, como está a ser o caso”, refere.

No entanto, o partido reconhece que o ordenamento jurídico português “apesar de reconhecer que os animais são seres vivos dotados de sensibilidade, não inclui ainda os animais nos planos de proteção civil”.

“Não desistiremos de apurar responsabilidades e de garantir que sejam prestados os devidos cuidados aos animais ainda sobreviventes”, asseguram.

Para o PAN, situações como a que ocorreu em Santo Tirso “evidenciam as fragilidades que a legislação ainda tem, bem como a necessidade de mais formação e articulação entre entidades”.

“Não é aceitável que não haja no parlamento uma maioria disposta a alterar pequenos grandes detalhes que esta noite [de sábado] poderiam ter feito toda a diferença na vida destes animais, como o já proposto pelo PAN para a inclusão dos animais nos planos de proteção civil”, acrescenta o partido.

População invade canil onde morreram dezenas de cães e gatos carbonizados para salvar os sobreviventes

Um incêndio, que deflagrou na madrugada deste domingo, num abrigo de animais na Serra da Agrela, em Santo Tirso, deixou dezenas de cães e gatos carbonizados.

Segundo vários relatos de populares no local, a GNR, no decorrer do incêndio, não autorizou a entrada dos populares no espaço para resgatarem os animais.

Várias dezenas de pessoas concentraram-se à porta do abrigo desde muito cedo até cerca das 16h00, altura em que um grupo decidiu ultrapassar a barreira policial e invadiu o recinto com o objetivo de proceder ao resgate dos animais vivos.

Rapidamente a força de intervenção voltou a bloquear o acesso, o que terá gerado uma onda de revolta.

Miguel Ribeiro deixa F.C.Famalicão e passa a ser o novo diretor-geral do F.C.Porto

Miguel Ribeiro vai ser o novo diretor geral do Futebol Clube do Porto, avança o site Maisfutebol.

O portal desportivo diz que o atual presidente da SAD do Famalicão já tem acordo para integrar a estrutura dos dragões.

Miguel Ribeiro desde a época 2019/2020 é o responsável pela sociedade anónima desportiva famalicense, liderada pelo investidor israelita Idan Ofer.

Imagem: Record

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