Braga: Homens simulam atropelamentos para burlar condutores

A denúncia é feita pelo jornal Semanário V, que cita uma cidadã que recorreu às redes sociais para expor a situação.

A burla consiste na simulação de um atropelamento, levado a cabo por um grupo de homens que está a atuar na cidade de Braga. Estes procuram carros que estejam a sair de lugares de estacionamento. Assim que o condutor faz marcha-atrás, um dos elementos lança-se para a traseira do carro e atira um telemóvel já partido para o chão.

De seguida, o condutor é abordado pelo burlão, sendo que este reclama de imediato dinheiro para proceder à reparação do equipamento que ficou danificado na sequencia do atropelamento. Aos condutores que dizem não ter dinheiro, a suposta vítima prontifica-se a ir até a um multibanco mais próximo ou até aceita cheques.

A burla só chega a ser evitada quando surgem testemunhas que denunciam a encenação dos burlões.

Arnoso Sta Eulália: Incêndio florestal combatido por um heli (c/vídeo)


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Um helicóptero esteve envolvido no combate a um incêndio que deflagrou, a meio da tarde desta segunda-feira, em Arnoso Sta Eulália, numa zona florestal nas proximidades do mosteiro.

O alerta para o fogo terá sido dado depois das 16h00, tendo sido acionados os Bombeiros Voluntários Famalicenses, Barcelinhos e Viatodos.

Devido à rápida intervenção do meio aéreo, duas das corporações acionadas acabaram por, minutos depois, serem desmobilizadas.

Pedro Proença quer jogos da I Liga em sinal aberto

“Sabemos que os jogos vão ser à porta fechada e que o público não pode aceder. Aquilo que queremos e tentámos potenciar foi que a entidade governamental pudesse de alguma forma injetar dinheiro nos canais generalistas, para que pudessem adquirir conteúdos junto das operadoras. Assim, as operadoras seriam ressarcidas e poderiam pagar os clubes, fechando este ciclo”, afirmou Pedro Proença.

O dirigente máximo da Liga falava aos jornalistas, após uma reunião na Câmara Municipal do Porto com o presidente Rui Moreira.

“É também uma forma de não ter aglomerados à volta dos estádios e assim também proteger as famílias”, acrescentou o antigo árbitro.

Questionado sobre a sua continuidade à frente do organismo, com Benfica e Cova da Piedade a abandonarem recentemente a direção da Liga, Pedro Proença lembrou que o “importante agora é retomar as competições”.

“Fui reeleito há um ano com 96%. É um momento muito difícil para muitos clubes que estão em sérias dificuldades e necessitam de retomar a sua atividade profissional. Aceitamos com naturalidade as críticas, numa altura que é preciso tomar decisões difíceis. A Liga é dos clubes e o presidente da Liga estará enquanto os clubes quiserem”, frisou.

Após a declaração de pandemia, em 11 de março, as competições desportivas de quase todas as modalidades foram disputadas sem público, adiadas – Jogos Olímpicos Tóquio2020, Euro2020 e Copa América -, suspensas, nos casos dos campeonatos nacionais e provas internacionais, ou mesmo canceladas.

Os campeonatos de futebol de França e dos Países Baixos foram cancelados, enquanto outros países preparam o regresso à competição, com fortes restrições, como sucede na Alemanha, Inglaterra, Itália, Espanha e Portugal, que tem o reinício da I Liga previsto para 4 de junho.

A II Liga ficou de fora da autorização dada pelo plano de desconfinamento do Governo e da Direção-Geral da Saúde para a conclusão da I Liga e da Taça de Portugal de futebol.

Há mais produtividade laboral a Norte

A região Norte foi aquela que mais contribuiu para aumentar a produtividade laboral no país entre o ano de 2000 e 2017, ao crescer 20% acima dos 15,5% da média do país.

Estes dados foram divulgados pelo Jornal Público, esta segunda-feira, dia 25 de maio, apontando como fonte de informação a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN).

Normalmente são as regiões já mais desenvolvidas que mais sobem; neste caso Lisboa não passou dos 3,3% e a região Norte, que é a de menor rendimento por habitante do país, foi aquela que mais subiu. Aliás, é caso único em toda a União Europeia.

Segundo a CCDRN, o aumento da produtividade laboral a Norte «terá resultado, sobretudo, de processos de reestruturação do seu principal sector de atividade económica, as indústrias transformadoras, com um crescimento de 51,6%». Tal corresponde ao «12.º maior crescimento entre as 21 regiões europeias mais industrializadas incluídas no estudo».

Em todo o caso, o ritmo nacional de crescimento da produtividade do trabalho (média de 15,2%) foi fraco quando comparado com outros países europeus, nomeadamente da Europa de Leste, aponta a CCDRN.

Ainda segundo os dados avançados, o Norte «beneficiou de transferências moderadas de emprego em favor de atividades económicas mais dinâmicas e inovadoras, como é o caso do terciário superior (atividades de consultoria, científicas, serviços de apoio, informação, comunicação, serviços financeiros e seguros)». Nestas áreas, foram criados 64 mil novos postos de trabalho. Nos sectores mais indiferenciados (comércio, transportes, restauração e hotelaria), registou-se uma criação de 60 mil empregos.

Por outro lado, perdeu empregos em áreas como a construção, o setor primário e indústrias transformadoras.

Certificação de máscaras gera polémica entre PS e Câmara de Famalicão

A concelhia do Partido Socialista de Vila Nova de Famalicão acusa a Câmara Municipal de entregar máscaras não certificadas aos funcionários municipais. A vereadora da Saúde Pública nega esta acusação e garante que as primeiras não tinham selo, porque não era obrigatório, mas que, entretanto, todos receberam um segundo kit, certificado.

A acusação partiu do PS, ao afirmar que as máscaras que foram entregues aos funcionários foram oferecidas por empresas ao município antes da obrigatoriedade de utilização de máscaras, e que, desde então, ainda não terá sido possível proceder à substituição das mesmas.

Em nota à imprensa, o PS Famalicão «lamenta que a Câmara ainda não tenha corrigido o erro»; diz que está em causa a saúde dos cidadãos e que deve ser regularizada a situação, com entrega de máscaras certificadas. «Num concelho que pretendemos pró-ativo no combate à Covid-19, e que tantas vezes é apregoado pelo Presidente da Câmara, a correção destes erros ou falhas grosseiras não pode ser deixada para outro dia », afirma Eduardo Oliveira.

Há mais de 15 dias que a Câmara está a equipar os funcionários municipais com máscaras certificadas

Vereadora Sofia Fernandes

A vereadora da Saúde Pública, Sofia Fernandes, informa que «no período de emergência nacional, a Câmara Municipal adquiriu, no dia 24 de março, um conjunto de máscaras comunitárias para proteção dos seus funcionários que foram distribuídas e utilizadas nessa mesma semana. Nessa altura, não existia o conceito de máscaras não certificadas. Quando, a partir de meados de abril, o Governo definiu a obrigatoriedade de certificação deste tipo de equipamento, a Câmara teve o cuidado de adquirir e distribuir apenas máscaras certificadas pelo CITEVE».

A partir dessa data, a Câmara garante que todas as máscaras levam selo de certificação, incluindo as 130 mil que foram distribuídas aos famalicenses, através das Juntas de Freguesia.

A vereadora recorda que o processo de certificação e de produção, «teve alguma demora, o que provocou atrasos nas entregas. Em todo o caso, há mais de 15 dias que a Câmara está a equipar os funcionários municipais com máscaras certificadas».

A autarca garante que todo o material de proteção individual (máscaras, batas, viseiras, óculos, aventais) que está a ser entregue a quem está na chamada linha da frente está devidamente certificado pelas instâncias competentes.

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