Mário Laginha no Jazz na Aldeia

A Quinta da Costa, em Mouquim, recebe por estes dias, a segunda edição do Jazz na Aldeia, promovido pela Associação Luso-Galaica para a Promoção do Jazz – O Eixo do Jazz.

A iniciativa arrancou esta terça-feira, dia 1 de outubro, com uma residência artística coordenada por Mário Laginha, um dos maiores nomes do jazz em Portugal.

Para além das masterclasses com Mário Laginha que se prolongam até esta sexta-feira, a iniciativa vai ainda contar com três momentos musicais: uma Jam Session, na sexta-feira, a partir das 22h00; um concerto de jazz para crianças, no sábado, dia 5, às 16h00 e o concerto final – Concerto Jazz na Aldeia – no sábado, às 22h00, com Mário Laginha e os músicos residentes a mostrarem o resultado de uma semana de trabalho.

“Dia de Acção Comum pela Natureza” em Vila Nova de Famalicão

A Famalicão em Transição, a Campo Aberto, a Amigos de Mindelo de Defesa do Ambiente e a Amigos do Rio Ovelha deram origem ao Dia de Acção Comum pela Natureza, que pretende ser uma iniciativa nacional impulsionadora e incentivadora de alerta para a gravidade da situação ambiental.

Em Vila Nova de Famalicão, o Dia de Acção Comum pela Natureza decorre no dia 12 de outubro, com uma caminhada para descobrir o património natural, em Cavalões e Gondifelos.

O Dia de Acção Comum pela Natureza é gratuito e pretende juntar diversas associações e entidades a nível nacional para a criação de atividades em prol da defesa, conservação e da educação para a Natureza.

Os vários eventos já programados são de inscrição gratuita, contando já com mais de 11 associações ambientais espalhadas pelo país. As inscrições estão a decorrer, a cargo de cada associação promotora.

Agrupamento D. Sancho I com Selo Escola Saudável

Pela segunda vez, o Agrupamento de Escolas D. Sancho I alcançou a menção mais elevada do “Selo Escola Saudável”, nível III (avançado), atribuído pela Direção Geral de Educação. Com este prémio foi reconhecido o mérito do agrupamento, que tem contribuído, através das suas práticas, para a promoção de relações interpessoais saudáveis, da saúde e do bem-estar de todos os elementos da comunidade educativa.

Na cerimónia de entrega do Selo Escola Saudável, que decorreu no dia 26 de setembro, na Escola Básica e Secundária do Cerco, no Porto, estiveram presentes a diretora do Agrupamento, Helena Pereira, e Lurdes Oliveira e Ana Santos, professoras da equipa PES.

O Selo Escola Saudável distingue os agrupamentos e escolas que se destacam na promoção da literacia em saúde, através de práticas de referência na adoção de estilos de vida saudáveis e que abordam a saúde de forma sistemática e integrada, inscrevendo essa política no projeto educativo.

A direção do Agrupamento agradece à comunidade educativa e deseja que este selo seja um estímulo à participação, empenho e compromisso de todos na construção de uma Escola Saudável.

SNS terá 1,4 milhões de doses de vacina contra a gripe a partir de 14 de outubro

Numa nota hoje emitida, a Direção-geral da Saúde (DGS) anuncia que as vacinas que estarão disponíveis este ano em Portugal são, pela primeira vez, tetravalentes, funcionando para quatro tipos de vírus da gripe (dois do tipo A e dois do tipo B).

Segundo a DGS, espera-se que estas vacinas tenham “maior abrangência em relação às vacinas trivalentes anteriormente utilizadas”.

“No SNS a vacina é gratuita para os cidadãos com idade igual ou superior a 65 anos, para pessoas residentes ou internadas em instituições, para pessoas com algumas doenças definidas, para profissionais de saúde do SNS e para os bombeiros”, esclarece a nota publicada no ‘site’ da DGS.

A autoridade de saúde recomenda a vacinação aos profissionais de saúde e outros prestadores de cuidados, incluindo os bombeiros, recordando que têm “maior probabilidade de exposição e de transmissão da gripe a pessoas com maior risco de complicações”.

Além das doses disponíveis no SNS, as vacinas estarão também nas farmácias comunitárias, mediante receita médica, que terá uma validade até 31 de dezembro.

Nos casos em que é gratuita e fortemente recomendada, como idosos, residentes em lares e alguns doentes crónicos, a vacina não necessita de receita médica e dispensa também pagamento de taxa moderadora.

A DGS recomenda ainda a vacina a pessoas entre os 60 e os 64 anos, bem como a grávidas.

A gripe é uma doença contagiosa e que geralmente se cura de forma espontânea. As complicações, quando surgem, ocorrem sobretudo em pessoas com doenças crónicas ou com mais de 65 anos.

A DGS considera a vacinação a melhor forma de prevenir as complicações graves e recomenda que as vacinas sejam administradas de preferência até final do ano.

Portugal, Croácia, Turquia e Espanha reuniram-se para avançar na instalação de supercomputador em Oliveira Sta Maria

O ministro português da Ciência, Manuel Heitor, disse à agência Lusa que “a primeira reunião do consórcio visou reforçar o plano de intervenção e tentar acelerar a instalação das máquinas – uma em Espanha, outra em Portugal – e reforçar a ideia da supercomputação verde”.

A instalação do segundo supercomputador em Vila Nova de Famalicão, onde já funciona a primeira máquina do género em Portugal, está prevista para o final de 2020.

O primeiro, conhecido como BOB em honra do seu criador, o investigador Robert Peterson, da universidade do Texas, nos EUA, está instalado na freguesia de Riba de Ave em fase de testes e deverá abrir ao público em janeiro do próximo ano.

Manuel Heitor acrescentou que os membros do consórcio, que se reuniram hoje em Espanha, querem aproveitar a parceria no âmbito do European High Performance Computing para “maximizar a produção de tecnologia europeia” em vez de recorrer a compra de tecnologia americana ou chinesa.

O objetivo da parceria é a instalação de um supercomputador em Barcelona e outro no centro de supercomputação avançada do Minho, em Oliveira Sta Maria.

Juntar-se-ão à rede de supercomputação europeia com o BOB, já um exemplo da supercomputação verde que pode ser útil para a busca da cura do cancro, identificação precoce de tumores, previsão do clima e alterações climáticas, ondas de calor ou de frio.

Ordem pede às autarquias que adiram ao cheque veterinário que “pode ser encarado como um serviço nacional de saúde para animais”

“Fechámos [acordo] na semana passada com mais duas autarquias – Mirandela e Felgueiras – e, neste momento, temos à volta de 25 municípios, que consideramos pouco dado o interesse que deveria haver a nível nacional em relação a esta matéria”, disse o bastonário da Orem dos Médicos Veterinários, Jorge Cid.

O responsável sublinhou ainda que, numa altura de campanha eleitoral – “quando alguns partidos defendem um serviço nacional de saúde para animais” –, o cheque veterinário “pode ser encarado como um serviço nacional de saúde para animais, feito de uma maneira diferente e sem grandes custos para o erário público”.

“Os veterinários ‘pro bono’ disponibilizam-se a dar o seu trabalho em prol dos animais errantes, nas esterilizações”, explicou Jorge Cid, frisando que as autarquias que aderirem pagam apenas o material usado na esterilização.

O projeto destina-se a animais em risco identificados pelas autarquias, nomeadamente no que se refere à vacinação, desparasitação e esterilização, bem como outros tratamentos e urgências 24 horas.

Jorge Cid diz ainda que a Ordem “foi ainda mais longe” ao estender os cuidados médicos veterinários às famílias carenciadas identificadas pela segurança social e que tenham animais domésticos, um serviço limitado a dois animais por família.

“Isto representa um custo ínfimo para as autarquias, que não terão de criar estruturas médicas próprias”, acrescentou.

Jorge Cid, que falava à agência Lusa na véspera do Dia do Médico Veterinário, que se assinala a 04 de outubro, considerou ainda “inexplicável e inaceitável” o facto de os médicos veterinários serem a única classe de profissionais de saúde obrigada a uma taxa máxima de IVA de 23%.

“É inexplicável como o próprio governo isentou as medicinas alternativas da taxa de IVA. Este serviço de veterinários é essencialmente saúde pública e é taxado a 23%, como se fosse um serviço de luxo”, disse Jorge Cid, que defende o fim da taxa de IVA nestes atos.

“Por um lado, fazem-se campanhas para as pessoas não abandonarem os seus animais e há regras – como os microchips e a vacina da raiva), mas por outro lado taxa-se a 23% como se fosse um serviço de luxo. É uma completa contradição”, acrescentou.