S.C. Covilhã faz alteração de última hora para os adeptos do F.C.Famalicão

O Futebol Clube de Famalicão desloca-se este domingo a casa do Covilhã, em jogo que diz respeito à jornada 26 da II liga de futebol. A partida está marcada para as 3 da tarde mas, e como se prevê um número considerável de famalicenses no estádio, o S.C. Covilhã viu-se obrigado a fazer alterações de última hora no que diz respeito aos acessos ao recinto desportivo.

Comunicado

“Por questões de segurança, devido ao grande número de adeptos do Famalicão que se vão deslocar ao Estádio José Santos Pinto, procedeu-se a alterações das entradas e bancadas para venda ao Publico em Geral. Os Não Sócios que sejam adeptos do SC Covilhã vão entrar na porta 2 Setor 1 (bancada descoberta) e os adeptos do Famalicão vão entrar na porta 1 Setores 4 e 5 (bancada Nascente).
A bilheteira vai abrir portas às 12.30 e apelamos a todos que cheguem o mais cedo possível a fim de evitar filas e constrangimentos no parque de estacionamento.
Agradecemos desde já a compreensão e a colaboração de todos de forma a que corra tudo da melhor maneira possível.”

Famalicense de 60 anos morre colhida por comboio

Uma sexagenária, natural e residente na freguesia de Vale S. Martinho, em Vila Nova de Famalicão, perdeu a vida na manhã deste sábado, em Vila Franca de Xira, na sequência daquilo que se julga ter sido um acidente com um comboio.

A mulher terá ficado atrapalhada quando se preparava para atravessar a linha e a sinalização para os peões ficou vermelha. O ato imprevisto poderá ter resultado do facto da senhora ter visto a restante família do outro lado da linha.

A situação aconteceu por volta das 10h20 e a vítima terá tido morte imediata.

 

Grupo Valerius é a nova luz ao fundo do túnel para as 140 trabalhadoras despedidas da NOCIR

Depois de trabalharem para a Ricon e para a Nocir, as ex-trabalhadoras despedidas esta semana da empresa que ocupava as antigas instalações do grupo que trabalhava para a Gant, poderão estar em breve a assinar um novo contrato de trabalho, desta vez pelo grupo têxtil Valerius.

A informação surgiu depois de oficializado o despedimento coletivo e, de acordo com algumas funcionárias, a possibilidade destas serem transferidas para o grupo Valerius foi um cenário avançado por alguém ligado à administração da empresa sediada em Barcelos.

Relembramos que a Valerius foi uma das interessadas na aquisição das instalações da antiga Ricon, onde funcionava a Nocir.

ex-Ricon: Empresária desiste da compra de instalações e despede 140 funcionárias

Vão para o desemprego as mais de 140 funcionárias que estavam ao serviço da NOCIR, empresa que ocupou as instalações da antiga RICON e recuperou os postos de trabalho.

Ao que nos foi possível apurar, e de acordo com informações avançadas pelo Jornal de Negócios, Conceição Dias, a responsável pela NOCIR, desistiu da compra dos pavilhões que até então arrendava devido ao processo estar a ser demorado.

O despedimento, que já foi comunicado às trabalhadoras, está a ser acompanhado pelos serviços da Câmara Municipal de Famalicão. O município já fez saber que está disponível para dar todo o apoio necessária aos funcionários desta têxtil que decidiu fechar portas.

Câmara Municipal faz melhoria na Avenida Dr Carlos Bacelar

A Câmara Municipal de Famalicão está a proceder a obras na Avenida Dr Carlos Bacelar, no centro da cidade.

A intervenção, que tem como objetivo a melhoria das condições de visibilidade dos condutores que nela circulam, passa por instalar, no separador central da avenida, um sistema de iluminação led que vai melhorar, de forma bastante significativa, as condições de visibilidade daquele traçado nos períodos onde a luz solar é reduzida ou inexistente.

As obras já arrancaram e podem causar algum congestionamento no trânsito.

Sete em cada 10 famílias vive com dificuldades financeiras

As dificuldades financeiras e a falta de margem para fazer face a todas as despesas relacionadas com saúde, habitação, educação, alimentação, mobilidade e tempos livres afetam 70% das famílias portuguesas, segundo um estudo da Deco Proteste, hoje divulgado.

Aquele resultado consta do primeiro Barómetro Deco Proteste que pretendeu avaliar o nível de vida das famílias portuguesas com base na sua facilidade ou dificuldade em fazer face àqueles seis grandes grupos de despesa.

As 1998 respostas permitiram também perceber que apenas 23% se sentem confortáveis para suportar as suas despesas e que 7% consideram viver em nível de pobreza.

O estudo procurou perceber de forma detalhada em que cortam as famílias quando o orçamento não chega para tudo e os resultados revelaram que muitas sacrificam as idas ao dentista, a compra de óculos ou mesmo alguns produtos alimentares, como a carne e o peixe.

Os portugueses valorizam a casa, mas 46% afirmam ter dificuldade em fazer face a todas as despesas que a habitação implica, sendo que para 55% destes que reportaram dificuldades o orçamento de que dispõem não lhes dá margem de manobra para gastos com a manutenção e 50% afirmam ter de fazer alguma ‘ginástica financeira’ para ter as contas da luz, água e do gás em dia.

Na saúde, os constrangimentos do orçamento doméstico afetam, de um modo geral, 45% das famílias que, por esse motivo, acabam por sacrificar as idas ao dentista ou a compra de óculos.

De acordo com o barómetro, 59% admite cortar na saúde oral e um quarto refere mesmo não ter dinheiro para este tipo de despesa. Os óculos e aparelhos auditivos são também sacrificados em 59% dos casos.

No que toca à alimentação, baixa para 32% os que assinalam que o rendimento de que dispõem lhes impõe restrições, mas quase metade assinala que não consegue comprar as quantidades de peixe e de carne de que necessitaria.

As despesas com educação causam preocupação a quase um terço das famílias (32%) e são os gastos relacionados com o ensino superior que mais contribuem para desequilibrar os orçamentos.

Perante um panorama em que sete em cada dez famílias afirma sentir constrangimentos financeiros para fazer face às despesas quotidianas e em que 7% afirma mesmo viver em condições de pobreza, não é de estranhar que mais de metade apenas disponha de margem de manobra para fazer face às despesas correntes e que 47% considerem que o lazer e a cultura sejam “luxos” difíceis de sustentar.

Dois terços afirmam, por isso, que fazer férias fora de casa é uma miragem e esta é também a sensação que 60% têm sobre a possibilidade de passar fins de semana fora.

No capítulo da mobilidade, o custo dos bilhetes e passes com transportes públicos obriga 25% a alguma ginástica financeira e 47% reportaram restrições quando chega a hora de suportar despesas com o carro.

Os resultados do inquérito que suportou este primeiro barómetro Deco Proteste indicam que as perspetivas para 2019 não são mais animadoras, com metade dos inquiridos a acreditarem que continuarão a ‘contar tostões’ e 25% a anteciparem que se avizinha um ano mais difícil.

O barómetro permitiu ainda identificar os segmentos da população mais vulneráveis, tendo concluído que as famílias em que algum dos elementos se encontra no desemprego enfrentam níveis de pobreza acima da média (11%) e que estes níveis aumentam para os 32% quando estão em causa famílias monoparentais.

A nível regional, as médias para os três níveis analisados (pobreza, dificuldades e conforto) são semelhantes à média nacional, ainda que no caso de Lisboa as percentagem de pessoas que afirmam viver com conforto (25%) e em pobreza (10%) superem a média nacional.