UMinho abre as portas a jovens, familiares e orientadores

A Universidade do Minho abre as suas portas de 19 a 21 de abril num “Open Weekend” que pretende mostrar a academia nas suas dinâmicas naturais. Esta segunda edição prevê mais de 1600 participantes de várias idades e regiões do país em cerca de 80 atividades, como experiências, demonstrações científicas, workshops, palestras, visitas e desafios.

As iniciativas realizam-se de quinta-feira de tarde a sábado de manhã, nos campi de Gualtar (Braga) e Azurém (Guimarães). As 11 Escolas e Institutos e os serviços da UMinho estarão envolvidos nesta interação com os futuros estudantes, mostrando-lhes como funciona a instituição nas suas dinâmicas naturais, que vão desde os diversos níveis de ensino até à ciência desenvolvida nos vários espaços.

Os participantes terão a possibilidade de conhecer ao pormenor a oferta formativa, os serviços e as instalações da academia, partilhar ideias com docentes e cientistas e envolver-se em atividades ligadas às ciências, engenharia, saúde, ciências sociais e artes. Em termos práticos, será possível, por exemplo, desenhar e imprimir uma capa de telemóvel em 3D, aprender caligrafia árabe, medir a tensão arterial dos colegas, assumir o papel de juiz e advogado, auscultar a atividade cerebral, analisar tecido hepático ao microscópio, pilotar drones para captar imagens geológicas, conhecer o mundo da bolsa portuguesa, produzir iogurte natural para perceber os mecanismos de fermentação, construir uma torre de esparguete e avaliar a sua resistência a sismos, identificar o maior número de árvores no campus e conceber reportagens multimédia e campanhas publicitárias.

“Territórios Dramáticos” inaugura novo espaço artístico em Famalicão

O “Territórios Dramáticos” está de volta para a segunda edição. Entre 18 e 27 de maio, o município de Vila Nova de Famalicão acolhe aquele que é um observatório anual dedicado à dramaturgia nacional e que tem como objetivo pensar as práticas de criação teatral sedimentadas por todo o país, privilegiando a pluralidade estética e artística. O evento abre a programação do Teatro da Didascália para 2018 e do FAUNA, novo espaço artístico em Joane que será a sede de criação da companhia.

“Territórios Dramáticos” – que decorre no FAUNA e no Centro Cultural da Juventude de Joane (CCJJ), com preços por espetáculo entre os 4 euros e 3 euros (estudantes e maiores de 65 anos) – apresentará espetáculos e diversas atividades paralelas, como conversas, uma oficina de formação e um atelier de jogos e expressão dramática. Destaque para a iniciativa “Cear e Falar” que irá decorrer no final dos espetáculos e cujo objetivo é o de promover o diálogo entre o público e os artistas, sendo sempre acompanhado de vinho verde e iguarias típicas da região da companhia convidada.

A memória e a provocação como construção artística

Em termos programáticos, a edição de 2018 do encontro divide-se em dois temas. O primeiro – “Reescrita da História” – olha para obras desenvolvidas a partir de memórias pessoais e coletivas. Exemplo disso mesmo é o espetáculo site-specific, “Museu da Existência”, da Amarelo Silvestre, que envolve um trabalho prévio com o público, tendo em conta que o espetáculo será construído a partir de objetos de pessoas da comunidade local.

Por outro lado, o segundo tema, “Teatro Fora de Formato”, pretende explorar as performances disruptivas e provocadoras do ponto de vista estético e intelectual, cruzando áreas como a dança, as artes visuais e o património. O espetáculo “Manipula#Som”, da Radar 360º, insere-se neste contexto, sendo um projeto simultaneamente de investigação criativa e pedagógica que une um manipulador de objetos, um malabarista, um sonoplasta, um manipulador de som, um programador e um compositor.

Laboratório experimental e diálogo com a comunidade

O espaço FAUNA, onde agora se insere grande parte da programação do “Territórios Dramáticos”, conta com uma sala não-convencional para a apresentação de espetáculos, rodeada por jardins e floresta, onde serão desenvolvidas e programadas obras em contexto site-specific. O objetivo passa por criar um ponto de encontro dos diferentes públicos no âmbito dos vários projetos transdisciplinares da companhia a nível local e regional, como o circo contemporâneo, o teatro, a música e o património. Um espaço de fruição artística alternativo a espaços culturais mais institucionalizados, o FAUNA será ainda o local privilegiado no que respeita a um trabalho de desenvolvimento continuado dos públicos locais, através de iniciativas regulares de programação e formação.

ESCUTEIROS DE RIBEIRÃO EM FESTA COM REFORÇO DE ELEMENTOS

O Agrupamento 1374 do Corpo Nacional de Escutas (CNE) de Ribeirão, Vila Nova de Famalicão, celebrou, no passado fim de semana, o 5.º aniversário da sua fundação e reforçou o seu efetivo. Volvidos cinco anos e com 180 elementos, o agrupamento de escutismo católico de Ribeirão foi reforçado com as promessas de 12 lobitos, 12 exploradores, 15 pioneiros, 5 caminheiros e 3 novos dirigentes.

As comemorações do quinto aniversário iniciaram-se no sábado, com uma atividade aberta todos os escuteiros, bem como a todas as pessoas da comunidade que quisessem participar. No final cantaram-se os parabéns e distribuiu-se o bolo de aniversário. À noite, na igreja, realizou-se uma Velada ou Vigília de Oração, de preparação das promessas dos aspirantes a lobitos e dos aspirantes e noviços a exploradores, pioneiros e caminheiros.

No domingo, na Eucaristia das 11h30, o Agrupamento do CNE de Ribeirão, depois de desfilar desde a Casa dos Avós (Capela de Santa Ana) até à igreja, engalanados com a sua Fanfarra, participou e animou a Eucaristia e, no final viu realizadas as promessas escutistas. «Parabéns a quantos ajudam e se empenham neste projeto educativo, de educação não formal, que visa complementar a educação dada na Família e a educação formal da escola», declarou o chefe do agrupamento, Leonel Rocha, na rede social Facebook.