Chuva que tem caído continua a não ser suficiente para melhorar a situação do país

De acordo com o investigador e especialista em reabilitação de rios do Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental (CIIMAR) da Universidade do Porto, Pedro Teiga, a chuva tem ajudado o país, mas não é, contudo, “suficiente para colmatar as necessidades hídricas de Portugal”, especialmente na zona sul.

“Se olharmos para os campos, vemos como já estão verdejantes e a responder positivamente a estas chuvas, [com alguns rios] que podem entrar em situação de cheia e causar inundações”, disse, em declarações à Lusa, o investigador.

No entanto, apesar da chuva que cai nas últimas semanas, os “cenários problemáticos” irão continuar, caso a utilização de água a nível doméstico, industrial e agrícola se mantenha igual à do ano passado, uma vez que esta situação não permite criar os armazenamentos necessários para os diferentes usos da água.

“O grande problema não é a seca em si, mas sim os padrões atuais de utilização e as pressões” exercidas sobre os cursos de água, referiu.

Teiga indicou que, apesar de tudo, os rios têm capacidade de responder de forma natural aos períodos de seca existentes, sendo que o problema é pior quando os núcleos são utilizados para a agricultura ou para sistemas industriais, ficando a balança do equilíbrio hídrico “altamente descompensada”, com “consequências graves nas espécies ribeirinhas”.

“Existem várias espécies de peixes e de macroinvertebrados a morrer ao longo das margens dos rios, devido ao stress hídrico e à falta de água, que este ano se fez notar não só a meio da encosta, mas também nas galerias ribeirinhas”, acrescentou.

Pedro Teiga disse ainda que a água das chuvas não deve ficar retida apenas nesses locais, pois também é necessária e importante para aumentar o caudal dos rios. “As descargas de poluição – que ocorreram muitas vezes em período de verão e em períodos de seca – e as pequenas lamas que ficam no fundo dos leitos precisam levantar e entrar na corrente, para que o rio faça o seu transporte, distribuição e autodepuração ao longo de todo o seu trajeto”, explicou o engenheiro.

MEO vai passar a cobrar 1€ por cada fatura que lhe enviar

O aviso está a ser feito pela operadora através de mensagens escritas enviadas para os telemóveis dos clientes.

Numa fase inicial esta tarifa vai ser aplicada a todos os clientes do serviço móvel pós-pago, prevendo-se que meses depois ela seja alargada aos utilizadores dos restantes serviços.

“Incentivar todos os seus clientes à adesão à factura electrónica, numa óptica de preservação e sustentabilidade ambiental”, é a justificação atribuída pela Meo para justificar a introdução deste novo custo.

 

Família desespera há 1 mês por notícias de famalicense desaparecido em Joane

David Sousa, o homem de 50 anos que pode ser visto na imagem, está desaparecido desde o dia 11 de fevereiro de 2018.

Divorciado, pai de dois filhos e atualmente desempregado, David Oliveira Sousa foi avistado pela última vez no Parque da Ribeira, na vila de Joane. Desde então a família tem procurado ter informações do que possa ter acontecido a este indivíduo que terá desaprecido sem deixar rasto.

Se avistou o homem da imagem em algum local deverá entrar em contacto de imediato com as autoridades.

GNR de Joane – 252 920 230

 

Mau tempo: O que precisa de saber

Portugal vai ser afetado nas próximas horas por uma depressão que vai trazer um novo agravamento do estado do tempo. 
As previsões apontam para um cenário mais complicado no centro e sul do pais. A norte há registo de chuva que por vezes pode ser forte e acompanhada de granizo, bem como alguma trovoada que se deve fazer sentir de forma mais intensa no litoral.

O vento durante a madrugada de sábado vai soprar de forma moderada, perdendo força durante o período da manhã,

Seguranças e polícia agredidos no hospital de Famalicão

A PSP foi chamada esta quinta-feira à unidade de Vila Nova de Famalicão do Centro Hospitalar do Médio Ave para travar um cidadão que estaria no interior das instalações a provocar desacatos.

O alerta chegou através de uma chamada telefónica de alguém que presenciou agressões do sujeito aos seguranças daquela unidade hospitalar. Chegados ao local, e antes de conseguirem deter o homem, também os agentes da PSP foram alvo de insultos e de repetidas tentativas de agressões físicas.

O cidadão, com 45 anos de idade, foi detido e notificado para comparecer nos Serviços do Ministério Público junto do Tribunal Judicial de Vila Nova de Famalicão.