Alunos sem férias de Carnaval e as da Páscoa serão mais curtas

O Ministério da Educação enviou esta terça-feira um comunicado às escolas e agrupamentos, com orientações para o arranque do ensino à distância, no dia 8 de fevereiro.

O documento, citado pela Executive Digest, confirma a suspensão das férias de Carnaval e a redução das da Páscoa, em virtude da atual suspensão de toda atividade letiva.

As alterações consistem na supressão da pausa letiva de Carnaval, prevista de 15 a 17 de fevereiro; alteração na pausa letiva da Páscoa, que passa a ter início a 29 de março e a terminar a 1 de abril e na alteração das datas de conclusão do terceiro período para os diferentes anos de escolaridade.

A alteração do calendário escolar, como o calendário final de provas e exames, serão divulgados até 12 de fevereiro.

Covid-19: Como são contactadas as pessoas para vacinar?

A vacinação contra a COVID-19 dos idosos com 80 ou mais anos e de pessoas entre os 50 e os 79 anos e com comorbilidades arranca esta semana nos centros de saúde. Estarão neste grupo cerca de 900 mil portugueses.

A convocatória será feita por mensagem SMS, sempre que haja informação do número de telemóvel do utente no sistema.

As mensagens do número 2424 que os utentes vão receber vão questionar sobre a sua disponibilidade para se ser vacinado numa data, hora e local preciso.

A essa informação os utentes devem responder ‘Sim’, confirmando plenamente os dados do agendamento, ou ‘Não’, resposta que origina o envio de uma segunda mensagem de telemóvel com nova proposta de agendamento. O mesmo acontece se o utente não responder.

Na ausência de resposta ao SMS ou havendo recusa das propostas de agendamento, os utentes serão contactados telefonicamente, pelos centros de saúde, para encontrar uma alternativa de agendamento, ou, na impossibilidade do contacto telefónico, será enviada uma carta.

Na véspera da data marcada para a vacinação é enviado um SMS a lembrar o agendamento.

A campanha de vacinação contra a covid-19 foi planeada de acordo com a disponibilidade das vacinas contratadas para Portugal, que estão a ser administradas faseadamente a grupos prioritários, até que toda a população elegível esteja vacinada.

A fase 1 abrange também os profissionais de saúde diretamente envolvidos na prestação de cuidados a doentes, funcionários e utentes de lares de idosos e da rede nacional de cuidados continuados integrados, assim como elementos das forças armadas, das forças de segurança, de serviços críticos e titulares de órgãos de soberania e altas entidades públicas.

O objetivo é vacinar 80% das pessoas com mais de 80 anos até março.

Como será o acesso às vacinas

Todas as vacinas contra a covid-19 são disponibilizadas pelo Serviço Nacional de Saúde e têm um caráter universal e gratuito.

Quem será abrangido pela vacinação nesta fase

Na sequência da atualização do plano nacional, foram integrados para vacinação todos os idosos com 80 ou mais anos, independentemente de terem qualquer comorbilidade ou doença.

 

Famalicão: Com dinheiro de um sócio, Associação Flor do Monte ajuda família em dificuldades

A Associação Recreativa e Cultural Flor do Monte, da freguesia da Carreira, recebeu um donativo, de 150 euros, em dinheiro, de um sócio emigrante e traduziu esse valor em géneros alimentares para ajudar uma família carenciada da freguesia.

O sócio disponibilizou-se a ajudar e a ARC Flor do Monte agradeceu o gesto e foi apoiar uma família de três pessoas, que atravessam dificuldades. O marido é doente, a esposa e o filho perderam o emprego por causa do covid-19.

A Segurança Social estava com a Junta de Freguesia a tentar auxiliar a família. A ajuda da Associação Flor do Monte acaba por vir dar um forte contributo ao problema.

Paulo Ribeiro, presidente da Associação CR Flor do Monte, foi aos supermercados da freguesia e comprou bens de primeira necessidade que deixou na família sinalizada. Este dirigente realçou a importância de apoiar também o comércio da freguesia.

A Associação RC Flor do Monte costuma auxiliar famílias com dificuldades, mas devido à pandemia também tem as atividades (desportivas e culturais) paradas e não há fonte de receita.

Paulo Ribeiro recorda que uma das formas que tinham de conseguir alimentos era com a solidariedade das pessoas que participavam nos eventos; mas como as atividades não existem também não há donativos. A ajuda deste sócio emigrante acabou po fazer a diferença.

O presidente da ARC Flor do Monte diz que a coletividade está disponível para ajudar sempre que seja possível.

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