Nacional 206 (Famalicão/Guimarães) está entre as mais perigosas do país

A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) identificou três pontos negros na Estrada Nacional 206, entre Vila Nova de Famalicão e Guimarães, tornando-a a única via do Minho a integrar a lista das estradas mais perigosas de Portugal.

Os dados constam do recém-divulgado Observatório da Segurança Rodoviária, referente ao ano de 2023, que assinala um total de 40 pontos negros em todo o país — mais 14 do que no ano anterior.

Segundo a ANSR, são considerados pontos negros os troços com até 200 metros onde se registam, num ano, pelo menos cinco acidentes com vítimas. A A5, entre Lisboa e Cascais, lidera a tabela das vias mais perigosas, com cinco locais críticos. Seguem-se o IC17 e o IC20, ambos com quatro.

Além da EN206, também a A20 (Porto), o IC19 (Lisboa–Sintra) e o IP7 (Lisboa–Caia) apresentam três pontos negros cada.

Em 2024, os dados provisórios da ANSR apontam para 140.118 acidentes rodoviários em todo o território nacional, resultando em 423 mortos e mais de 45 mil feridos.

Várias pessoas ficaram sem a carteira na feira semanal de Famalicão

Várias pessoas ficaram, esta quarta-feira, sem a carteira durante a ida à feira semanal de Famalicão. As autoridades confirmaram a existência de furtos no recinto, atribuídos à atuação de carteiristas.

Uma familiar de uma das vítimas relatou que a mãe se deslocou à feira por volta das 10h00. “Num segundo pagamento que ia realizar a um feirante, deu conta que a carteira, que tinha pegado há poucos minutos, já não se encontrava na bolsa”, contou à nossa redação.

Os furtos ocorreram numa altura em que se regista uma maior afluência à feira, dada a proximidade da quadra festiva.

De forma a garantir uma maior segurança dos pertences pessoais, é importante que a população os mantenha junto ao corpo e sob vigilância constante, sobretudo em locais movimentados.

Famalicão: «Amanhã vamos trabalhar fiéis a nós próprios para no final estarmos mais perto do Jamor»

«Acho que vamos ter um bom espetáculo de futebol. O FC Porto, obviamente, por jogar em casa e pelo clube que é, tem o seu favoritismo, mas o FC Famalicão, pela forma de estar, também luta sempre pela vitória e é isso que vai fazer em casa do FC Porto», responde o técnico famalicense aos jornalistas na conferência de imprensa de antevisão ao jogo da Taça de Portugal, que se joga esta quinta-feira, pelas 20h45, no Estádio do Dragão.

O FC Famalicão já defrontou o FC do Porto para o Campeonato, e perdeu, mas Hugo Oliveira diz que são competições diferentes. É ganhar, para passar à fase seguinte. O técnico sabe que tem pela frente um adversário «extremamente forte», o líder do campeonato e «normalmente a tabela é verdadeira. O FC Porto tem sido a equipa mais regular, detentora de mais poder e por isso a tabela mostra que é a equipa com mais pontos».

Ainda assim, o técnico famalicense promete uma equipa pronta a «mostrar a sua qualidade», sempre fiel ao seu estilo de jogo e «que joga sempre de forma corajosa», sublinha. Adverte, no entanto, que perante equipas «muito boas, muito fortes e muito capazes, tem que se ter segurança e não fugir daqueles que são os nossos caminhos de jogo».

Embora reconheça que o FC do Porto é uma equipa extremamente forte, que coloca muita agressividade no jogo, «com 20 jogadores que podem ser titulares», Hugo Oliveira encontra similitudes entre o FC Famalicão e o seu adversário: «somos equipas extremamente simples de interpretar e de analisar. A simplicidade é dos modelos mais complexos de criar e de parar», aponta.

Seja qual for a forma de jogar, o sonho é vencer, para passar mais um patamar rumo ao Jamor. «Nós sonhamos muito com isso, a gentes de Famalicão sonham muito com isso. O nosso balneário sonha com isso. O nosso grupo de trabalho sonha com isso e vamos trabalhar amanhã fiéis a nós próprios para no final estarmos um pé mais perto do Jamor», conclui.

 

Famalicão: Equipa feminina visita Guimarães na Taça de Portugal

Nos quartos de final da Taça de Portugal de futebol feminino, o FC Famalicão tem uma curta deslocação a Guimarães. A eliminatória, com o Vitória SC, está marcada para o fim de semana de 17 e 18 de janeiro do próximo ano.

Recorde-se que na última eliminatória, as famalicenses venceram, 1-2, em casa do CF Benfica.

O Vitória compete na Liga BPI, enquanto que o Famalicão está na 2.ª divisão e vai disputar a fase de campeão.

Famalicão: Câmara Municipal atualiza fatura ambiental

Na amanhã desta quinta-feira, 18 de dezembro, o executivo municipal vai atualizar a fatura ambiental aplicada aos famalicenses no próximo ano. A garantia do município é que vai manter-se como uma das mais baixas da região, «uma vez que estes aumentos não se repercutem direta e proporcionalmente no valor final da fatura».

No que concerne ao serviço de abastecimento de água, a autarquia opta por não refletir na fatura da maioria das famílias (1.º e 2.º escalões das tarifas variáveis) o aumento imposto pelas Águas do Norte; a atualização da tarifa, à taxa de inflação, será apenas aplicada apenas aos grandes consumidores de água (3.º e 4.º escalões das tarifas variáveis). No próximo ano, os famalicenses vão apenas ver refletida na sua fatura ambiental a atualização das tarifas do tratamento das águas residuais que é calculada em função do consumo de água e da recolha de resíduos sólidos.

Para o serviço de tratamento das águas residuais, o executivo liderado por Mário Passos propõe que a tarifa seja atualizada à taxa de 2.1% para os 1.º e 2.º escalões e à taxa de 4% para o 3.º escalão e seguintes. No caso da recolha de resíduos sólidos, a proposta prevê uma atualização em cerca de 20%, num ano em que a autarquia passará a pagar mais 120% pela prestação do serviço. Este aumento resulta da entrada em vigor, no dia 1 de março, do novo contrato que prevê que o município passe a pagar à entidade prestadora 59.68 euros por cada tonelada de resíduos recolhida, ao invés dos atuais 27 euros.

Feitas as contas, garante o município, «a atualização destas 3 tarifas representará, em média, um aumento na ordem dos 4% da fatura ambiental dos famalicenses». Para provar enuncia um exemplo prático: uma família de quatro pessoas com tarifa familiar e um consumo médio mensal de 12 metros cúbicos, passará de uma fatura de 32,22 euros para 33,79 euros no próximo ano.

Ainda segundo a proposta, a tarifa social não sofrerá alterações em 2026, mantendo-se inalterado o apoio municipal às famílias mais vulneráveis do concelho. Quanto à Taxa de Recursos Hídricos (TRH) e à Taxa de Gestão de Resíduos (TGR) – verbas entregues diretamente ao Estado e repercutidas obrigatoriamente aos munícipes – apenas a TRH sofrerá atualização de acordo com o fornecedor de água.