Ymotion volta à carga

O Ymotion 2019 já dá os primeiros passos e nos próximos dias a organização do Festival de Cinema Jovem de Famalicão, promovido pelo pelouro da Juventude da autarquia, vai realizar uma “operação de charme” junto do seu público alvo – os jovens estudantes de audiovisual, multimédia e cinema – com um ciclo de projeções e conversas que arranca na próxima semana.

O Ymotion vai dar a conhecer e promover os trabalhos premiados na sua quarta edição e a primeira sessão deste ciclo vai decorrer na próxima terça-feira, dia 29, na Escola Secundária Padre Benjamim Salgado, em Joane. Em fevereiro seguem-se a Escola Secundária Camilo Castelo Branco, no dia 8, a Didáxis de Riba de Ave, no dia 13, a Oficina – Escola Profissional do INA, no dia 20, e a Alfacoop, no dia 27.

No mês de março haverá ainda mais quatro sessões: dia 6, na Escola Artística Soares dos Reis, dia 7, no Instituto Multimédia do Porto, no dia 14, na Escola de Artes da Universidade Católica Portuguesa, e no dia 21, na Escola Superior de Media Artes, em Vila do Conde.

Para além do visionamento dos trabalhos premiados, as sessões contarão também com um momento de discussão e debate com a presença, entre outros, dos jovens cineastas galardoados na última edição do concurso, membros do júri, atores e críticos e jornalistas de cinema, tais como Rui Pedro Tendinha, Tiago Fernando Alves e Vitor Moura.

Cativar a atenção dos jovens cineastas para a conceção/realização de futuros trabalhos para submissão no Ymotion e outros festivais de cinema nacionais e internacionais é um dos principais objetivos deste ciclo de projeções e conversas.

Recorde-se que em 2018 o Ymotion recebeu mais de uma centena de candidaturas. A curta “Em Lugar Algum” de Inês de Sá Frias e Leandro Martins foi a grande vencedora da quarta edição do festival. “The Voyager”, de João Gonzalez, venceu na categoria de “Melhor Curta de Animação”; “Terra Amarela”, de Dinis Costa, bisou ao vencer nas categorias “Melhor Elenco” e “Melhor Direção de Fotografia”. “Fugiu. Deitou-se. Caí”, de Bruno Carnide, arrecadou o prémio de “Melhor Banda Sonora Original” e “A Choice of Free”, de Filipe Silva, o de “Prémio Escolas Secundárias”. O “Prémio do Público” foi para “4760” de Nuno Loureiro. Nesta categoria foi ainda atribuída uma Menção Honrosa à curta “Odisseias dos Pássaros” de Fernando Cavaleiro.

Biblioteca Camilo Castelo Branco faz retrato do comércio desaparecido famalicense

O comércio quotidiano que efervescia Vila Nova de Famalicão nas primeiras décadas do século XX vai ser recordado pela Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, através de uma mostra documental mensal intitulada “O comércio de Vila Nova”. Todos os meses, serão publicadas fotografias, publicidades, postais ou cartazes que remetem para a azáfama comercial que a vila famalicense viva nos anos 20, 30 e 40. Por entre as casas comerciais de fazendas, mercearias, ferragens, chapelarias, calçado e casas de pasto, serão ainda recordadas as confeitarias e farmácias e as oficinas.

Depois de ter recentemente terminado o projeto de promoção da história local intitulado “Por Terras de Vila Nova”, que consistiu na exibição mensal de diversas fontes documentais relativas às 49 freguesias do concelho de Vila Nova de Famalicão, a Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, através da sua Sala do Fundo Local, inicia agora este novo projeto de promoção da história local dedicado ao comércio famalicense desde o início do século XX.

Com a mostra documental “O comércio de Vila Nova”, a Biblioteca Municipal pretende continuar o seu trabalho de promoção do seu Fundo Local como um espaço especializado e privilegiado no acesso às mais importantes fontes documentais produzidas pela comunidade famalicense ao longo dos tempos, como por exemplo as obras editadas pela câmara municipal ou pelos autores locais, a imprensa local, dossiers temáticos com interesse para a região, mapas, fotografias, postais, cartazes, entre outras.

Com base neste importante acervo documental, a partir do próximo mês de fevereiro, e com uma periodicidade mensal, a mostra documental “O comércio de Vila Nova” dedicar-se-á à divulgação de inúmeros espaços comerciais famalicenses que com o passar dos anos se extinguiram e já não figuram nas nossas ruas e praças.

Assim, e já para o próximo mês de fevereiro, a casa comercial a merecer destaque será a Ourivesaria Cunha, que iniciou a sua atividade em Vila Nova de Famalicão a 2 de dezembro de 1908 e que na obra Aspectos de Vila Nova: Factos e Nomes, é descrita como “(…) uma casa de ourivesaria, prataria e relojoaria, das melhores da nossa província, e que, pela sua aparência citadina, muito salienta a nossa Terra.”

Nos meses que se seguirão outras importantes casas comerciais serão objeto de promoção, com o por exemplo a Estação de Serviço SHELL, a Confeitaria Bezerra, a Casa Malheiro, o Restaurante Íris, o Café-Restaurante Garantia, entre outros.

Câmara e Junta de freguesia investem 35 mil euros para não perderem CTT

Com a decisão oficial da transferências dos serviços dos CTT para o edifício da junta de freguesia de Lousado, a autarquia famalicense tem que investir cerca de 35 mil euros para adaptar o espaço ao atendimento ao público do serviço postal.

O investimento será de cerca de 35 mil euros e as obras deverão arrancar ainda no decorrer desta semana. A loja dos CTT, localizada naquela freguesia, que tinha encerramento previsto para o final deste mês, vai manter-se aberta até que as obras na junta de freguesia fiquem concluídas.

Com estas mudanças, a junta de freguesia vai ter que ceder um dos seus dois funcionários para o atendimento ao público dos CTT.

CTT de Lousado transferidos para o edifício da junta de freguesia

A junta de freguesia de Lousado confirmou, na manhã desta segunda-feira, a transferência dos serviços dos CTT que estão a ser prestados na loja daquela freguesia para o edifício da Junta, a decisão surge depois do assunto ter sido discutido em assembleia de freguesia.

Os responsáveis já fizeram saber que esta não é a solução desejada mas a única que deixa a garantia da continuação dos serviços dos CTT em Lousado.

Leia o comunicado:

“Depois do Executivo ter feito diversas diligências juntamente com o apoio da Assembleia de Freguesia e do tecido empresarial de Lousado, a decisão dos CTT em encerrar mantem-se.

O executivo da Junta decidiu por unanimidade assegurar os serviços dos correios de Lousado. Foi a solução encontrada para manter este serviço público à população, estando garantidas todas as tarefas até agora prestadas com exceção do serviço do banco CTT, no atual posto, que irá encerrar.

Esta não é a solução que a Junta desejava, mas a que possibilita que a população Lousadense não perca este serviço essencial à dinâmica da Freguesia, tendo em conta a realidade e os interesses maiores da população de Lousado.

A Junta de Freguesia tem condições para assegurar este serviço, está ciente das dificuldades, responsabilidade e da necessidade de realização de algumas obras na atual sede de junta.

Esta proposta foi levada à Assembleia de Freguesia e aprovada por unanimidade.”

Desconhece-se, para já, quando é que os serviços vão ser transferidos e qual é o investimento da autarquia nas obras de adaptação do edifício.

Vieira de Castro amplia instalações

A empresa Vieira de Castro, S.A., o maior fabricante português de bolachas, amêndoas e rebuçados, que tem as suas unidades de produção na freguesia de Gavião, concelho de Vila Nova de Famalicão, escolheu novamente o grupo Gabriel Couto para a construção da ampliação do Armazém de Produto Acabado e Cais de Carga, um projeto que tem a assinatura do Atelier “Arqueuro – Gab. de Arquitetura e Engenharia”.

A empreitada consiste na ampliação do Armazém de Produto Acabado e Cais de Carga. O armazém a ampliar vai ter uma estrutura em pórtico (pilares e vigas) em betão pré-fabricado, fachadas em painel arquitetónico em betão pré-fabricado, com a empena de fecho do topo, sobre o armazém existente, em estrutura metálica.

Faz ainda parte da obra a ampliação do pavilhão de expedição do produto acabado, na qual está prevista a construção de 10 novos cais de carga/descarga, com portões seccionados e plataforma móvel e respetivos foles de encosto e guias de pavimento.

Está ainda prevista a intervenção ao nível da envolvente exterior, com a construção de diversos novos lugares de estacionamento de veículos ligeiros e pesados, assim como a intervenção ao nível dos arruamentos e passeios adjacentes aos novos edifícios. O espaço exterior destinado a espaços verdes também mereceu uma especial atenção.

Mortalidade infantil aumentou 26% em 2018

A mortalidade infantil em Portugal aumentou no ano passado 26 por cento. Dados da Direção-Geral da Saúde divulgados pelo jornal Correio da Manhã revelam que em 2018 morreram 289 crianças com menos de um ano. É o valor mais elevado dos últimos cinco anos.

Ainda é cedo para avançar com uma justificação para este aumento, embora seja um dos indicadores que permite avaliar a qualidade dos cuidados de saúde e as condições socioeconómicas do país.