Em finais de junho ou nos primeiros dias do mês seguinte, estreia o filme “Estórias de Villa”, uma obra pensada e executada por anónimos da sociedade civil, em parceria com a Escola Secundária Camilo Castelo Branco, através do Curso Profissional de Audiovisuais.
A “estória” do filme permanecerá, até há estreia, em segredo, muito embora os promotores adiantem, em nota de imprensa, que o conteúdo é atual, numa simbiose trágico/cómica. Não houve, assumem, nenhuma preocupação em seguir estilos, tão pouco a obsessão pela originalidade. É, como garantem, apenas o estilo que melhor se adaptou às circunstâncias.
Setenta anos depois de Manoel de Oliveira e do seu filme sobre Vila Nova de Famalicão, eis que surge uma nova obra cinematográfica que nasceu por ideia e proposta de João Pedro Castro. O autor e realizador tratou de passar a mensagem a vários amigos e chamou ao projeto a Escola Secundária Camilo Castelo Branco.
Segundo Maria José Carneiro, diretora Curso Profissional de Audiovisuais da escola, “Estórias de Villa” «traduz a competência, empenho e compromisso de diretores e professores que resulta, no imediato, na formação de alunos capazes e cidadãos aptos a dar o seu contributo social». As filmagens decorreram ao longo de um ano, segundo a disponibilidade dos formandos (alunos do curso profissional técnico de audiovisuais, em horário extra-aula) e dos atores, sempre em ambiente de confraternização.
As limitações logísticas ou técnicas nunca foram problema para a materialização do objetivo, ou seja, produzir uma obra cinematográfica original, em Famalicão, com atores de Famalicão. Algumas das cenas mais importantes foram filmadas em locais emblemáticos: Casa de Camilo, Museu do Automóvel Antigo, Parque da Devesa, entre muitos outros locais, precisamente com o intuito de promover o concelho.
Página oficial: www.facebook.com/Estórias-de-Villa-130797444318224/





Com um investimento municipal de cerca de 150 mil euros, as obras incidiram sobre a retificação do eixo viário, o realinhamento dos passeios, a relocalização de passadeiras com rampas, a criação de 36 novos lugares de estacionamento e a plantação de novas árvores.
“Estamos a trabalhar para melhorar e reabilitar a imagem urbana de Vila Nova de Famalicão, não só através de obras de grande envergadura como é o caso do Mercado Municipal, mas também através de obras que facilitam e beneficiam a vida dos famalicenses, como foi o caso da construção da ligação entre as ruas D. Fernando II e Luís Barroso, e como é agora o caso da Alameda Padre Manuel Simões”, destaca o presidente da autarquia, Paulo Cunha, visivelmente satisfeito com o resultado da empreitada.