Está próxima a estreia do filme “Estórias de Villa”

Em finais de junho ou nos primeiros dias do mês seguinte, estreia o filme “Estórias de Villa”, uma obra pensada e executada por anónimos da sociedade civil, em parceria com a Escola Secundária Camilo Castelo Branco, através do Curso Profissional de Audiovisuais.

A “estória” do filme permanecerá, até há estreia, em segredo, muito embora os promotores adiantem, em nota de imprensa, que o conteúdo é atual, numa simbiose trágico/cómica. Não houve, assumem, nenhuma preocupação em seguir estilos, tão pouco a obsessão pela originalidade. É, como garantem, apenas o estilo que melhor se adaptou às circunstâncias.

Setenta anos depois de Manoel de Oliveira e do seu filme sobre Vila Nova de Famalicão, eis que surge uma nova obra cinematográfica que nasceu por ideia e proposta de João Pedro Castro. O autor e realizador tratou de passar a mensagem a vários amigos e chamou ao projeto a Escola Secundária Camilo Castelo Branco.

Segundo Maria José Carneiro, diretora Curso Profissional de Audiovisuais da escola, “Estórias de Villa” «traduz a competência, empenho e compromisso de diretores e professores que resulta, no imediato, na formação de alunos capazes e cidadãos aptos a dar o seu contributo social». As filmagens decorreram ao longo de um ano, segundo a disponibilidade dos formandos (alunos do curso profissional técnico de audiovisuais, em horário extra-aula) e dos atores, sempre em ambiente de confraternização.

As limitações logísticas ou técnicas nunca foram problema para a materialização do objetivo, ou seja, produzir uma obra cinematográfica original, em Famalicão, com atores de Famalicão. Algumas das cenas mais importantes foram filmadas em locais emblemáticos: Casa de Camilo, Museu do Automóvel Antigo, Parque da Devesa, entre muitos outros locais, precisamente com o intuito de promover o concelho.

Página oficial: www.facebook.com/Estórias-de-Villa-130797444318224/

Sete Clubes lutam para não descer na II Liga

A última jornada da II Liga vai estar ao rubro, com sete equipas ainda com possibilidades de ficar no último lugar de despromoção.

Nacional e Santa Clara já garantiram a subida, e Real, Gil Vicente e Sporting B já têm o destino traçado. Mas ainda falta saber qual será a quarta equipa a cair de divisão. Nessa luta estão Varzim (47 pontos), Famalicão (47), Oliveirense (46), Benfica B (46), Sporting da Covilhã (46), SC Braga B (44) e União da Madeira (44). E mesmo conquistado pontos na última ronda, a descida ao Campeonato de Portugal pode ser uma realidade.

Antes demais convém referir que não haverá nenhum confronto direto entre estas equipas na jornada 38 – o SC Braga B defronta o Sporting B, mas a equipa B ‘leonina’ já tem a descida confirmada. Por outro lado, a conjugação de resultados pode ditar que as já referidas sete equipas podem terminar o campeonato empatadas a 47 pontos.Como é que isto é possível? Varzim e Famalicão teriam de perder os seus jogos, Oliveirense, Benfica B e Sporting da Covilhã empatarem e SC Braga B e União da Madeira somarem os três pontos.

Caso este cenário – improvável, mas não impossível de acontecer – se confirme o fator de desempate seria os pontos que cada uma destas equipas amealhou nos confrontos entre si, naquilo a que se poderá chamar-se um ‘campeonato a sete’. Neste sentido, a equipa que sairia prejudicada seria o Varzim, a equipa que está mais bem classificada à partida para a última ronda.

O Benfica B é a equipa que domina este ‘campeonato’, tendo somando 27 pontos em 42 possíveis nos confrontos com estes adversários. Uma derrota do União da Madeira contra o Cova da Piedade faz com que estas contas não sejam necessárias, pois os insulares estão neste momento em posição de descida.

O SC Braga B tem os mesmos pontos que a equipa de Ricardo Chéu, mas se sair derrotada do duelo frente ao Sporting B ficará a salvo pois tem vantagem no confronto direto com o União da Madeira.

Imagem: F.C.Famalicão

Marco Ribeiro do Externato Delfim Ferreira conquista medalha de ouro na Olimpíada da Ciência da União Europeia

A Olimpíada da Ciência da União Europeia 2018 (EUSO) foi a 16ª edição da competição e contou com a participação de duas equipas portuguesas que trouxeram de Liubliana, na Eslovénia, as medalhas de ouro e bronze.

“O resultado obtido pelas duas equipas presentes na competição é motivo de orgulho e reflexo do empenho e do trabalho de todos os envolvidos”, revelou o Ministério da Educação (ME) em comunicado, felicitando os vencedores.

A equipa vencedora da medalha de ouro era constituída pelos alunos Armando Teixeira (Escola Secundária de Ermesinde), Diogo Nogueira (Escola Básica e Secundária Vale do Tamel – Lijó – Barcelos), e Marco António Ribeiro (Externato Delfim Ferreira, Riba D´Ave – Vila Nova de Famalicão).

Também Afonso Mesquita (Escola Secundária Quinta das Palmeiras – Covilhã), Kévin Pucci (Escola Secundária Dr. Júlio Martins – Chaves), e Diogo Jacinto (Colégio Miramar – Lagoa – Mafra) conseguiram uma boa prestação nas provas, trazendo para Portugal o bronze.

Portugal participou pela 10ª vez nesta competição, que em 2018 contou com a participação de 24 países e 52 equipas, e que tem por objetivo “estimular a escolha de carreiras científicas, desenvolver talentos, proporcionar troca de experiências e contactos entre estudantes, que podem vir a participar nas Olimpíadas Internacionais da Ciência, bem como comparar o currículo e as perspetivas do ensino das ciências entre os estados-membros da União Europeia”.

A participação portuguesa foi assegurada pela Direção-Geral da Educação, Sociedade Portuguesa de Física, Sociedade Portuguesa de Química e Ordem dos Biólogos.

Em 2017, uma equipa de alunos portugueses do ensino secundário ganhou uma medalha de prata na Olimpíada da Ciência da União Europeia em Copenhaga. A competição do próximo ano vai ter lugar em Portugal.

Continental Mabor com lucros de 212 milhões e vendas de 878 milhões em 2017

A quarta maior exportadora portuguesa, a alemã Continental Mabor, que tem em curso um investimento superior a 100 milhões de euros no seu complexo industrial de Famalicão, fechou o último exercício com mais 6% de vendas e menos 6% de lucros.

A facturação da fabricante de pneus em 2017 fixou-se em 878,4 milhões de euros, mais 47,5 milhões do que no ano anterior, e os lucros em 211,6 milhões de euros, menos 14,2 milhões do que em 2016.

“O resultado líquido do exercício reflecte o impacto significativo da subida dos preços das matérias-primas e das depreciações, consequência dos investimentos que temos feito nos últimos anos”, explicou Pedro Carreira, presidente da Continental Mabor, em comunicado. Em 2017, a empresa “investiu mais de 62 milhões de euros”.

Já o “cash flow” do exercício foi de 251,96 milhões de euros e o VAB (valor acrescentado bruto) atingiu 399,87 milhões de euros.

Do volume total de pneus vendidos cerca de 98% tiveram como destino a exportação. Os pneus “made in Lousado” – freguesia famalicense onde está instalada a Continental Mabor – foram enviados para 67 países, “o que constitui também um recorde”, enfatiza a empresa, que pertence ao grupo alemão Continental.

“Estamos a reforçar a nossa aposta na produção de pneus de alta performance e em novos produtos como os pneus agrícolas”, sendo que, “em 2017, o impacto no nosso volume de negócios dos pneus agrícolas foi ainda ténue e contamos com um forte incremento em 2018”, acrescentou o mesmo gestor.

A continental Mabor contratou mais 168 pessoas em 2017, tendo fecho o ano com 2.038 trabalhadores.

O conjunto das empresas do Grupo Continental em Portugal (Continental Mabor, Continental Pneus, Indústria Têxtil do Ave, Continental Lemmerz e Continental Teves) encerrou o exercício de 2017 com uma facturação de 1,18 mil milhões de euros e 2.729 trabalhadores.

Fonte: Jornal de Negócios

Obras junto ao Centro de Emprego e Casa das Artes de Famalicão concluídas

Estão concluídas as obras de reabilitação da Alameda Padre Manuel Simões, localizada junto ao Centro de Emprego e à Casa das Artes, na cidade de Famalicão. Com esta intervenção toda a cidade ficou a ganhar, com o melhoramento do fluxo de trânsito automóvel e pedonal e mais e melhor estacionamento. Além disso, esta zona da cidade, que constitui um importante acesso a várias infraestruturas públicas, ganhou uma nova imagem, mais moderna e atrativa beneficiando Famalicão e os famalicenses.

Com um investimento municipal de cerca de 150 mil euros, as obras incidiram sobre a retificação do eixo viário, o realinhamento dos passeios, a relocalização de passadeiras com rampas, a criação de 36 novos lugares de estacionamento e a plantação de novas árvores.

“Estamos a trabalhar para melhorar e reabilitar a imagem urbana de Vila Nova de Famalicão, não só através de obras de grande envergadura como é o caso do Mercado Municipal, mas também através de obras que facilitam e beneficiam a vida dos famalicenses, como foi o caso da construção da ligação entre as ruas D. Fernando II e Luís Barroso, e como é agora o caso da Alameda Padre Manuel Simões”, destaca o presidente da autarquia, Paulo Cunha, visivelmente satisfeito com o resultado da empreitada.