Legumes agridoces no Wok

50g Caju

2 c. sopa óleo de côco

1 Cebola roxa

1 Alho francês

1 Curgete

100g Cogumelos Paris

200g Brócolos

100g Rebentos soja

2 c. sopa molho de soja

1 c. sopa açúcar amarelo

1 c. sopa vinagre de arroz

1 Malagueta vermelha fresca

Cebolinho fresco q.b.

 

 

Aqueça o wok e toste os cajus. Retire e reserve-os.

Junte o óleo e a cebola laminada e o alho francês em juliana. Assim que estiverem macios, acrescente a curgete laminada, os cogumelos, os brócolos e os rebentos de soja. Salteie os legumes durante aproximadamente 5 minutos.

Numa tigela, misture o molho de soja, o açúcar amarelo, o vinagre de arroz, a malagueta e o cebolinho picados.

Tempere os legumes com este molho e termine com os cajus tostados.

 

 

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Prego no Pão

1pão de água pequeno

1 Bife de novilho

1 c. sopa manteiga

Azeite q.b.

1 Dente de alho

1 Ramo de tomilho

1 Folha de louro

Sal marinho q.b.

Pimenta preta q.b.

1 Fatia de presunto

 

1 c. sopa manteiga

1/2 Cebola

2 c. sopa ketchup

1 c. sobremesa mostarda

1 c. sopa açúcar mascavado

Sal marinho q.b.

1 c. sopa vinagre balsâmico

2 Fatias Queijo mozzarella

Manjericão fresco q.b.

(1 pessoa)

 

Aqueça a frigideira com o azeite e a manteiga. Junte o dente de alho esmagado, a folha de louro e o tomilho. Junte o bife e tempere com sal epimenta. Core de ambos os lados, acrescente o presunto. Salteie o presunto rapidamente e retire ambos. Reserve.

 

Na mesma frigideira junte a manteiga e a cebola laminada, o ketchup, a mostardae o açúcar. Tempere a gosto. Reduza e termine com o vinagre.

Aqueça o pão e pincele-o com o azeite e orégãos.

Barre uma das metades do pão com o molho formado.

Por cima coloque o bife e a ceboladae por cima o queijo mozzarella.

Termine com folhas de manjericão.

 

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Lígia Santos

LUÍS SILVA DE OURO

No Bisfed World Open Boccia 2017, que decorreu em Sevilha, de 31 de julho a 7 de agosto, o famalicense Luís Silva conquistou a medalha de ouro para Portugal, juntamente com os companheiros de seleção José Macedo e Avelino Andrade. Esta conquista foi alcançada através de uma prestação de elevado mérito, dada a exigência da competição e a competência das seleções adversárias.

Portugal iniciou o seu percurso na fase de grupos com uma vitória sobre a Alemanha, por 9-0, e sobre a Espanha (país organizador da competição), por 7-3. Posteriormente, não conseguiu impor-se ao Reino Unido, acabando por perder 2-3. A precisar de uma vitória para assegurar a passagem à próxima fase, Portugal levou de vencida a França, por 6-3. Nas meias-finais, superiorizou-se à Suécia, por 4-3. Na final, Portugal bateu o Reino Unido por 4-3, novamente, após prolongamento.

A conquista desta medalha de ouro é um importante passo para a qualificação de Portugal rumo aos Jogos Paralímpicos Tokyo 2020, abrindo também boas perspetivas para a próxima competição internacional, o Euro Boccia 2017, que se realiza em Portugal, na Póvoa de Varzim, em novembro.

Para Luís Silva, o regresso às competições internacionais não poderia ter sido melhor. Após ter sofrido uma lesão, que o impossibilitou de estar nos Jogos Paralímpicos Rio 2016, o famalicense confirmou, mais uma vez, o seu valor e espírito competitivo.

Mel :: adoça Parque da Devesa

Centenas de pessoas passaram pelo Mel: Piquenique das Artes, que animou o Parque da Devesa com diversas propostas artísticas e com componentes ambientais, ecológicas e de cidadania.

Mais de uma dezena de espetáculos, que decorreram ao longo de quatro dias, redundaram em sucesso ao ponto  da organização planear o Piquenique das Artes do próximo ano. Isto mesmo foi confirmado pelos diretores da Elogio Vádio e da Fértil Cultural.

Também o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, que participou nas atividades no sábado, se mostrou muito satisfeito com a adesão dos famalicenses a este projeto inovador, considerando o Mel uma mais-valia cultural para o concelho.

O Parque da Devesa foi o pano de fundo para a realização deste festival multicultural e interdisciplinar, onde a música, dança, teatro, literatura e uma série de oficinas foram, de forma gratuita, servidas às famílias durante os dias 3 a 6 de Agosto.

O evento arrancou com um espetáculo comunitário e nos três dias posteriores decorreram mais de uma dezena de espetáculos, protagonizados por artistas emergentes e de referência, nacionais e estrangeiros, que privilegiam criações que atendem à consciência ambiental, cívica e ecológica.

“REBALDARIA SOCIAL DE INSERÇÃO”

ESPANTO. Ter um carro de valor superior a 25 mil euros deixou de ser um fator impeditivo para aceder ao Rendimento Social de Inserção (RSI). A esmagadora maioria dos portugueses, que trabalha e paga impostos, não possui um carro de valor superior a 25 mil euros.  Milhares de portugueses, mais concretamente mais de 730 mil, ganham apenas o equivalente ao salário mínimo nacional. No final do mês, milhares de portugueses que trabalham e pagam impostos, mal têm dinheiro para as necessidades mais básicas. Mas o “Governo da Geringonça” acha que ter um carro de valor superior a 25 mil euros não pode ser fator impeditivo no acesso ao RSI!

MÍNIMO. Como sabemos esta prestação social financiada com o dinheiro dos impostos serve para assegurar que nenhum português caia na miséria, serve para lhe conceder um padrão social mínimo. Um carro de valor superior a 25 mil euros simplesmente não se encaixa nesse padrão. A esquerda diz que criticar esta alteração legislativa é insultar os mais pobres dos pobres. Não, não é. É insultar todos aqueles que trabalham e pagam impostos, sobretudo aqueles que pouco ganham, que pouco têm, que vivem com grandes dificuldades, mas só aceitam viver à custa do seu trabalho.

REBALDARIA. Se a tudo isto acrescentarmos que, doravante, também os beneficiários do RSI não precisam de comprovar anualmente a sua insuficiência económica, pois a atribuição da prestação se renova automaticamente, isto já não é Rendimento Social de Inserção é “Rebaldaria Social de Inserção”.

POPULISMO.O RSI é um apoio fundamental no combate à pobreza, mas tem de ser transitório, criterioso e rigoroso. Não pode desmotivar quem trabalha e paga impostos. Não pode potenciar uma cultura de direitos, mas simultaneamente de ausência de deveres.  Entre janeiro de 2013 e janeiro de 2014, nos anos mais duros da crise, mais 52 mil pessoas perderam o RSI porque um controlo apertado verificou dele não necessitarem. As alterações introduzidas pelo Governo vão exatamente no sentido contrário. Assentam no facilitismo e no laxismo e, infelizmente, fomentam o populismo contra o próprio RSI.

Jorge Paulo Oliveira

(Deputado do PSD na Assembleia da República)

Da tribuna dos silêncios…

Da tribuna dos silêncios, onde chegam os rumores das conversas mais frequentes do quotidiano, registo sobretudo as que dominam a atenção da maioria dos famalicenses.

Não viciarei este resumo se afirmar que a preparação do próximo ano escolar, as férias, o dinamismo sempre crescente do nosso concelho e a quase ausência de bulício sobre a peleja eleitoral que se aproxima são os murmúrios que ultimamente mais chegaram a esta tribuna.

Quanto ao ano letivo a ter início em setembro, há muitas preocupações no ar. Neste rol encontram-se inquietações provocadas pelo deslocamento compulsivo de alunos de algumas escolas e pela superlotação de outras. De facto, quer a arbitrária legislação que impõem o acesso condicional ao primeiro ano do 1º. Ciclo das crianças nascidas após o dia 15 de setembro, quer o encerramento coercivo de muitas turmas nas instituições de ensino com contrato de associação levaram a que as escolas públicas mais procuradas se encontrem nos limites da capacidade, com as consequências que facilmente se podem adivinhar.

Em relação às férias, nesta particular altura do ano, é absolutamente natural que a maioria dos famalicenses, depois de um ano de trabalho e de canseiras, se preocupe essencialmente em gozar alguns dias de lazer e de descanso.

No que diz respeito à vitalidade permanente de Vila Nova de Famalicão, as manifestações de apreço, de satisfação e até de orgulho são frequentemente expressas, não só nos diálogos mais banais, mas também nas discussões mais acesas das tertúlias informalmente constituídas um pouco por todo o lado. Os sucessos dos múltiplos projetos de cariz industrial, social e cultural são disso um bom exemplo.

Terra de gente laboriosa e com um tecido empresarial de fazer cobiça a muitas outras de maior dimensão, Vila Nova de Famalicão é sem sombra de dúvida um município de pessoas maioritariamente felizes.

Esta felicidade poderá explicar em boa parte a falta da vulgar pugna eleitoral em vésperas de sufrágio autárquico. Na realidade, a pouco menos de dois meses destas importantes eleições, o ambiente que se respira é de tranquila serenidade. Os famalicenses, independentemente do valor relativo dos diferentes candidatos que se apresentaram para disputar o poder, parecem não ter quaisquer dúvidas na escolha que vão fazer no próximo dia 1 de outubro.

Não posso terminar sem me referir à preocupação social das empresas sediadas no nosso concelho. Algumas delas já perceberam há muito tempo que o êxito não se consegue apenas na obtenção de lucros a curto prazo, mas através de uma postura virada para o mercado, coerente, e socialmente responsável, quer na sua vertente interna, quer na dimensão externa. Na primeira, dando especial atenção à gestão dos recursos humanos, ao bem-estar, à saúde e à segurança no trabalho dos seus colaboradores; na segunda, respeitando o meio ambiente, valorizando a relação com clientes, fornecedores e interagindo com as comunidades locais.

A oferta de um aparelho de Raio X portátil para o Serviço de Pediatria/Neonatologia do Centro Hospital do Médio Ave, já publicitada por diversos órgãos de comunicação, concretizada na última semana pelo grupo Continental, é o paradigma perfeito desta atitude. Não sendo inédita, dádivas como esta são valiosos contributos para colmatar lacunas que com os recursos disponíveis não são possíveis de satisfazer em tempo útil e onde as empresas podem ter um papel complementar, socialmente muito relevante.

Com a replicação desta boa notícia, faço votos para que mais empresas venham a reproduzir o gesto da Continental e termino desejando aos estimados leitores umas férias retemperadoras e muito felizes.

M. Gonçalves de Oliveira