Bacalhau na sêmea

 

 

400g bacalhau cozido desfiado

3 c. sopa farinha de trigo

3 c. sopa azeite

2 cebolas

3 dentes de alho

200g Couve portuguesa

300g Feijão-frade cozido

2 dl leite

4 dl água de cozer o bacalhau

1 raminho de tomilho

Noz-moscada q.b.

Sal marinho q.b

Pimenta preta q.b.

 

Junte a farinha ao bacalhau desfiado e envolva bem.

Faça um refogado como azeite, cebola e os alhos laminados.

Junte a couve cortada em juliana e o feijão-frade. Envolva-os bem no refogado.

Acrescente o bacalhau desfiado e adicione o leite e a água de cozer o bacalhau. Junte a noz-moscada ralada a gosto e as folhinhas de tomilho.

Retire uma tampa à sêmea e parte do seu miolo. Junte o miolo, migado, ao refogado anterior e misture tudo. Retifique temperos.

Recheie a sêmea e leve-a ao forno (200ºC) durante aproximadamente 10 minutos.

 

 

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Lígia Santos

Leite creme queimado com tomilho-limão

8 gemas de ovo

5 colheres (sopa) açúcar

3 colheres (sopa) farinha maisena

1 pau de canela

1 Ramo de tomilho-limão

1l leite meio gordo

 

Num tacho, misture as gemas com o açúcar. Junte a farinha e volte a misturar. Adicione o pau de canela e o tomilho-limão.

Por fim, adicione o leite aos poucos, misturando sempre e leve ao lume (médio), mexendo sempre até engrossar.

Retire o pau de canela e o tomilho.

Verta o preparado para pequenas tigelas e deixe arrefecer.

Polvilhe com açúcar e queime com um maçarico de cozinha.

Decore a gosto!

Ervilhas com costelinha e ovos escalfados

1kg Ervilhas

800g Costelinha de Vinha d’Alhos cozida

200g chouriça

1 Cebola

2 Dentes de alho

1 Folha de louro

5 dl Água de cozer a carne

Sal marinho

Azeite q.b.

Estragão fresco q.b.

4 ovos

 

 

Refogue a cebola e os alhos picados em azeite. Quando estiver dourada, junte a chouriça laminada e o louro. Deixe dourar e adicione a costela cortada em pequenos pedaços. Deixe alourar e adicione a água. Deixe refogar tapado, em lume brando durante aproximadamente 15 minutos. Adicione as ervilhas e o estragão, misture bem e deixe cozinhar durante 15 minutos. Retifique temperos. Abra os ovos e distribua sobre as ervilhas. Tape durante aproximadamente 7 minutos e sirva.

Carapau corado com batatas a murro

6 Carapaus

Sal marinho q.b.

18 Batatas pequenas

Azeite q.b.

4 dentes de alho

 

Ligue o forno a 200ºC.

Lave bem as batatas e coza-as com casca e inteiras em água durante aproximadamente 10 minutos. Retire-as, deixe arrefecer e, com a ajuda de um pano, dê-lhes um murro. Salpique o fundo de um tabuleiro com sal e junte as batatas e os dentes de alho esmagados. Salpique com mais um pouco de sal, regue com azeite e leve ao forno durante aproximadamente 20-30 minutos.

Creme de castanhas com cogumelos

 

 Creme

Azeite q.b.

1 Cebola

1 Alho francês

300g Castanhas descascadas

1 Curgete

2 Nabos

1l Caldo de aves

Azeite q.b.

Noz moscada q.b.

Sal marinho q.b.

 

Cogumelos salteados

Azeite q.b.

2 Dentes de alho

160g Cogumelos Shiitake

Flor de sal q.b.

Pimenta preta q.b.

Hortelã pimenta q.b.

 

 

 

Refogue a cebola e o alho francês laminados em azeite.

Adicione as castanhas, a curgete e os nabos cortados em cubos. Deixe suar ligeiramente e cubra com o caldo de aves quente. Tempere a gosto com sal e noz moscada.

Quando estiver bem cozido, retifique temperos, junte mais um pouco de azeite e passe com a varinha mágica.

 

Aqueça uma frigideira com um fio de azeite e os alhos esmagados. Junte os cogumelos e salteie. Retire e tempere com flor de sal e pimenta preta.

Sirva o creme de castanhas com os cogumelos salteados.

Decore com uma folha de hortelã e um fio de azeite.

 

 

Lígia Santos

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OUTRA VEZ A EN 14

DECLARAÇÃO. Na passada semana proferi no parlamento uma declaração política sobre a construção da alternativa à EN14. Recordei que o anterior governo concertou com os autarcas uma solução infraestrutural menos onerosa para o erário público, mas igualmente eficiente que, por razões técnicas e financeiras, foi faseada na sua execução. O anterior governo cabimentou e abriu concurso público para a execução da 1ª fase da obra, tendo, inclusive, iniciado o processo de expropriações, bem como os estudos e projetos para as demais três fases.

DENÚNCIA. Desde junho de 2016, que o atual governo está em condições de proceder à adjudicação da 1ª fase. Dada a inexistência de impedimentos técnicos ou financeiros, aquela só não ocorreu por mera opção política governativa.

ANÚNCIO. No dia seguinte àquela declaração, o primeiro-ministro avançou que está tudo pronto para as obras arrancarem na Maia confrontando-nos com uma nova contradição de uma lista já de si deveras extensa. Refira-se que o atual governo deu como boa a execução do projeto faseadamente, depois a obra só podia ser feita de forma integral, para agora voltarmos ao ponto de partida. Assumiu, primeiramente, que o início da obra ocorreria na Maia, depois em Famalicão, para regressar agora novamente à “primeira forma”. Mais surpreendente foi verificar que o primeiro-ministro anunciou um troço (Nó do Jumbo até à Carriça) que corresponde apenas a uma parte da 1ª fase da obra concursada. Dito de outra forma, anunciou uma obra para a qual nem sequer foi aberto concurso público. Uma “artisticidade”.

CANDIDATO. No referido debate parlamentar participou o também deputado famalicense e candidato socialista à Câmara Municipal. Se em Famalicão, conforme se viu em artigo de opinião, criticou o governo de António Costa por ter adiado a obra projetada invocando “argumentos esfarrapados em tecniquês para os quais”  diz já não ter “pachorra”,  já em Lisboa, deu a entender ter andado bem o governo socialista ao abandonar o projeto do governo PSD/CDS-PP, pois aquilo não passa de um “projetinho”, que “não servia para nada, nem a economia, nem as populações, nem a mobilidade”.

Se há olhos que mudam de cor consoante a luz, há pessoas que mudam de opinião consoante as plateias.

Jorge Paulo Oliveira

(Deputado do PSD na Assembleia da República)