Jovem de 23 anos em estado grave depois de ser espancado numa rua do Porto

Um rapaz de 23 anos foi espancado este domingo de madrugada por outros jovens, numa rua central do Porto, tendo sido conduzido em estado grave a uma unidade hospitalar, disse fonte da PSP.

O caso ocorreu na zona de Passos Manuel, centro do Porto, cerca das 03:00, e embora a agressão não envolvesse armas de fogo, será a Polícia Judiciária, “à partida”, a apurar os contornos do sucedido, com contornos de tentativa de homicídio.

Diligências, entretanto, desenvolvidas pela PSP permitiram intercetar dois alegados autores da agressão, ambos de nacionalidade estrangeira.

Vários incidentes têm marcado a noite do Porto, mormente aos fins de semana, mas as autoridades não estabelecem, para já, qualquer associação com esses casos.

GNR forma 327 novos guardas

A Guarda Nacional Republicana (GNR) vai formar a partir de segunda-feira e durante oito meses 327 novos guardas, elevando para 772 o número de formandos incorporados este ano na sua escola.

Trata-se do quarto de cinco cursos de guardas provisórios lançados em 2021 pela GNR, estando previsto ainda um quinto, todos com realização no Centro de Formação da Figueira da Foz da Escola da Guarda.

Dos 327 guardas provisórios que entram agora em formação, 58% têm idades entre os 20 e os 24 anos, 49% cumpriram serviço militar, 10% têm formação académica superior e 10% são mulheres, indica um comunicado da GNR.

Santo Tirso: Autoridades chamadas depois populares encontrarem caixão no meio do mato

Cerca das 19h00 deste sábado, populares encontraram um caixão selado numa zona de mato, na Rua Alto das Cobras, em São Tomé de Negrelos, Santo Tirso.

Segundo o Correio da Manhã, de imediato para o local foi chamada a GNR que solicitou a presença de um delegado de saúde, com o objetivo de se poder abrir o caixão e descobrir o seu conteúdo.

A mistério acabou por ser desfeito já ao início da madrugada, depois do delegado de saúde, com a ajuda dos Bombeiros de Vila das Aves, terem aberto o caixão e encontrarem o cadáver de um cão.

Junta de Ruivães e Novais tem várias propostas de emprego para a comunidade

A União de Freguesias de Ruivães e Novais criou uma bolsa de emprego.

A junta de freguesia elaborou um portefólio com as várias propostas de emprego na região e está disponível para fazer de elo de ligação entre a comunidade e o empregador.

Os interessados em conhecer as propostas devem enviar o seu currículo por carta ou e-mail (juntauniaoruivaesnovais@gmail.com) e aguardar um contacto.

Este serviço é destinado a desempregados ou pessoas que, mesmo com trabalho, queiram mudar de emprego.

 

Reclusos querem voltar a ter duas visitas semanais, como acontecia antes da pandemia

Em comunicado, a APAR salienta que os reclusos das cadeias portuguesas estão desde março de 2020 apenas com uma visita semanal de meia hora, indicado que, a par da curta duração, estas estão ainda limitadas pelas barreiras de acrílico, que impedem os familiares de os tocar e dificultam as conversas.

“Isto quando, no exterior (e os reclusos sabem disso), se permitem enchentes nos estádios de futebol e discotecas e os transportes públicos ‘rebentam pelas costuras’ com passageiros”, acentua o comunicado.

Neste contexto, a APAR exige o regresso imediato às duas visitas semanais, de uma hora cada, sendo uma delas realizada ao fim de semana, como previsto na lei, e também a retirada imediata dos acrílicos em todas as cadeias.

O comunicado refere que a Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP) mandou retirar os acrílicos em 15 de setembro nas cadeias com menos de 100 presos tendo decidido “agora, que o mesmo acontecesse nas prisões com o máximo de 375 reclusos deixando, para novembro, as grandes cadeias”.

Em paralelo, “as visitas continuarão com a duração de meia hora”, o que, acentua a associação, viola a lei.

As exigências têm por base um parecer do Conselho Consultivo da APAR, pedido pela Direção da associação na sequência da “intransigência da DGRSP em fazer com que a vida nos Estabelecimentos Prisionais retome a normalidade com o cumprimento integral da lei”.

Neste parecer, o Conselho Consultivo nota que muitas das restrições impostas pela pandemia foram já retiradas à generalidade dos portugueses, alerta para o efeito da “manutenção de procedimentos ilegais, e até persecutórios” na saúde física e equilíbrio mental dos reclusos, em nada abonando em favor da sua reinserção social, e considera que o prolongamento das medidas restritivas nas cadeias não tem fundamentação técnica ou científica.

No comunicado, a APAR realça o trabalho desenvolvido pela DGRSP, pela Direção-Geral da Saúde e pela ‘task-force’ para a vacinação contra a covid-19 nas 49 cadeias portuguesas associando a este trabalho o facto de não ter havido mortes ou sequer casos graves de doença acusada pelo novo coronavírus nas prisões.

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