Incêndio em Lemenhe: Bombeiros e moradores travam avanço das chamas junto a zona habitacional


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Bombeiros e moradores travaram, ao início da tarde desta sexta-feira, o avanço das chamas de um fogo florestal para uma área habitacional da freguesia de Lemenhe, em Famalicão.

O primeiro alerta para o incêndio foi dado cerca das 11h30, tendo a situação tomado outras proporções depois das 13h00.

Famalicão: Bombeiros chamados para combater fogo florestal em Lemenhe, perto da Senhora do Carmo

Os Bombeiros Voluntários Famalicenses foram, na manhã desta sexta-feira, chamados para o combate a um incêndio florestal, na freguesia de Lemenhe, em Famalicão.

Ao que a Cidade Hoje conseguiu apurar, as chamas deflagraram numa zona florestal, nas proximidades do Santuário de Nossa Senhora do Carmo.

O alerta foi dado por volta das 11h20, tendo o incêndio entrado em fase de rescaldo cerca de uma hora depois.

Famalicão: Mercado Municipal abre dia 25 de abril

O Mercado Municipal de Vila Nova de Famalicão abre no próximo dia 25 de abril, anunciou esta sexta-feira o presidente da Câmara Municipal de Famalicão. Paulo Cunha foi visitar o espaço, acompanhado pelo presidente da CCDR-N, António Cunha.

As obras de ampliação, requalificação e modernização da Praça – Mercado Municipal de Vila Nova de Famalicão estão a ficar concluídas.

Recorde-se que a infraestrutura, totalmente remodelada, custou quatro milhões de euros, com verbas aprovadas no âmbito do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU), assinado entre a autarquia e o Programa Operacional Norte 2020, que garantiram um cofinanciamento FEDER de 3,1 milhões de euros.

Esta intervenção vai transformar o Mercado Municipal, que ainda assim não perde a sua fachada principal; mas será um espaço multifuncional e de convívio, com espaços de trocas, de encontros, de partilha de saberes, sabores e tradições. «Será a verdadeira Praça do concelho como o foi ao longo dos seus 68 anos de história», refere o presidente da Câmara.

Associação Famalicão em Transição defende manutenção das hortas no Parque da Devesa

A Associação Famalicão em Transição entende que é dever manter as hortas urbanas no Parque da Devesa, «no sentido de conservar a memória daquele espaço». Em comunicado, diz que é um compromisso com as próximas gerações, «pois elas definem-se num quadro de sustentabilidade e é um sinal de respeito por todos/as aqueles/as que tornaram possível e funcional este Parque».

Esta Associação, que luta por uma comunidade mais sustentável e resiliente, centrada nas pessoas e na natureza, diz que o projeto do CITEVE «merece a maior consideração», mas entende que «são possíveis outras soluções de expansão das suas instalações sem comprometer a integridade do Parque da Devesa».

Neste sentido, a Associação Famalicão em Transição recomenda a promoção de uma discussão pública e «alargada que permita ouvir os/as famalicenses e encontrar uma alternativa compatível com o interesse das partes e sobretudo com o interesse do conjunto dos/das Famalicenses».
Esta carta não é subscrita pela presidente da direção, que solicitou o direito de escusa; mas é uma posição assumida pela Associação, que foi entregue ao presidente da Câmara e ao presidente da Assembleia Municipal.

Na carta, a Associação assinala que «as hortas urbanas desempenham um papel fundamental no contexto e no conceito do Parque da Devesa. Para além de se constituírem como uma garantia viva da continuidade das práticas agrícolas de religação à terra e ecologicamente responsáveis no cerne do pulmão verde do centro urbano, promovem ativamente a biodiversidade do local, contribuem significativamente para o fortalecimento das dinâmicas sociais e comunitárias do dia-a-dia do Parque, e consequentemente da cidade, para além de enriquecerem sobremaneira o potencial educativo e de sensibilização ambiental que o Parque da Devesa tem junto da comunidade Famalicense».

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