Autocarros reforçados em Famalicão

A ARRIVA voltou hoje a redimensionar os serviços essenciais de autocarros no concelho de Vila Nova de Famalicão, com a reposição da circulação, de segunda a sexta-feira, de mais seis linhas: Ribeirão-Famalicão; Lemenhe-Famalicão; Bairro-Famalicão; Landim e Seide-Famalicão; Famalicão-Lage-Famalicão e Vale São Cosme-Famalicão.

Para além deste acréscimo, a Câmara Municipal informa que foram ainda reforçados os horários das linhas repostas a 11 de maio: da Transdev, as carreiras que saem de Nine e Jesufrei em direção a Famalicão, da Arriva, as carreiras que arrancam das freguesias de Riba de Ave, Fradelos, Portela e Pedome para Famalicão.

Refira-se ainda que durante todo o mês de junho continuará a não ser necessária a validação do título de transporte e que deverão ser respeitadas as medidas adotadas em virtude da pandemia, nomeadamente, o uso obrigatório de máscara e/ou viseira no interior do veículo.
As linhas Guimarães – Famalicão – Póvoa de Varzim e Famalicão – Santo Tirso, da responsabilidade da CIM do Ave e que servem em parte do território famalicense também continuam a circular sem necessidade de validação de bilhética.

Linhas e horários disponíveis para consulta no portal do município, aqui.

Rui Castro lança “Histórias da minha mente”

O escritor famalicense, Rui Castro, lança, no dia 6 de junho, o seu terceiro livro, intitulado “Histórias da Minha Mente”.

A apresentação está marcada para as 16 horas, através do youtube e no facebook, por causa da pandemia do covid-19.

“Histórias da Minha Mente” é uma obra com 15 histórias sobre vários assuntos como amor, sonhos, amizade, preconceitos ou vícios, através do ponto de vista do autor.

Este livro vem juntar-se a “Poesia Ardente”, lançado em 2011, e a “Crónicas de um País Afogado”, lançado em 2012. Rui Castro, de 30 anos, despertou bem cedo para a escrita e tem já em vista outros projetos literários.

O livro estará à venda a partir desse momento. O contato do autor vai estar disponível no vídeo de lançamento.

Federação de sindicatos da construção pede defesa da saúde e garantia de salários

Em comunicado hoje divulgado, a federação lembra as propostas dos sindicatos do setor, que defenda a saúde dos trabalhadores, que garanta a implementação e manutenção de procedimentos de segurança e de higiene nos locais de trabalho pelas entidades patronais e a defesa do emprego, dos salários e dos direitos dos trabalhadores.

“A Feviccom reclamou, desde o início e publicamente, junto do Governo, do Ministério do Trabalho, da Autoridade para as Condições de Trabalho e do Presidente da República, para que fossem tomadas medidas e aprovada legislação urgente integrando regras próprias para este setor”, lê-se no comunicado.

Essas regras devem, defende, permitir a suspensão das obras que não apresentem condições de higiene e segurança, e garantir a manutenção dos postos de trabalho e a retribuição, a defesa da saúde dos trabalhadores, das suas famílias e das comunidades onde se inserem.

“Não obtivemos respostas e as consequências estão à vista com centenas de infetados nos locais de trabalho, num setor que emprega quase meio milhão de trabalhadores, de consequências ainda imprevisíveis”, afirma no comunicado.

Os rastreios a todos os trabalhadores “são essenciais, mas não bastam”, diz a federação, que quer uma estratégia global que tenha em conta as propostas dos sindicatos.

Na sexta-feira, o Governo anunciou um reforço das medidas de vigilância epidemiológica no setor da construção e nas empresas de trabalho temporário tendo em vista controlar focos de infeção pelo novo coronavírus.

“Sempre dissemos que esta evolução das medidas de desconfinamento tinha que ir sendo acompanhada de uma monitorização da evolução da pandemia (…) e perante esta evolução na área Metropolitana de Lisboa o Governo entendeu adotar” várias medidas, afirmou António Costa no final da reunião de Conselho de Ministros, em que ficaram definidas as medidas para a próxima fase de desconfinamento, que arrancou hoje.

O governante anunciou um reforço da vigilância epidemiológica em dois tipos de atividade que concentram “um elevado número de focos de infeção”: a construção civil e o trabalho temporário, designadamente o caso do foco identificado mais recentemente no concelho de Azambuja, num conjunto de trabalhadores de uma plataforma logística através de empresas de trabalho temporário.

António Costa disse, na altura, estar convencido de que, realizando com “maior intensidade” esse trabalho, poderia “dominar” o crescimento de focos na região de Lisboa e Vale do Tejo.

Hoje, em comunicado, a federação lembra que o setor da construção e atividades imobiliárias manteve em funcionamento desde o início da pandemia a maioria das empresas (91%), “expondo os trabalhadores à obrigação de trabalhar todos os dias em condições de elevada exposição ao contágio” da covid-19.

“Neste setor de elevada precariedade e subcontratação, de baixos salários e falta permanente de condições de segurança e higiene, os trabalhadores têm continuado a exercer a sua atividade, na maioria dos casos com total ausência de equipamentos de proteção individual e higiene (máscaras, luvas, gel desinfetante) e de garantia da distância física mínima indicada pelas autoridades de saúde, quer nas obras, quer nos transportes privados das empresas”, denuncia em comunicado.

Denuncia ainda, além das “más condições de trabalho”, despedimentos que diz serem “ilícitos, caducidades antecipadas de contratos a termo e falta de pagamento de salários e subsídios, que têm originado diversos conflitos e uma intervenção sindical constante”.

A construção civil é um setor que emprega cerca de 300 mil trabalhadores.

Covid-19: Famalicão sem alterações no número de casos confirmados (400)

Dados divulgados pela Direção Geral da Saúde no mais recente relatório de situação.

Dia Mundial do Ambiente com debate online

O Dia Mundial do Ambiente vai ser assinalado esta sexta-feira, dia 5 de junho, com uma sessão online do “Ambientar-se”. Está marcada para as 18h30, com a participação, no debate, de todas as Associações parceiras desta iniciativa, que são: AREA -Associação Amigos do Rio Este, Associação Famalicão em Transição, H2Ave – Associação Movimento Cívico para a Dinamização e Valorização do Vale do Ave, Vento Norte – Associação de Defesa do Ambiente e Ocupação dos Tempos Livres e YUPI – Associação para o Desenvolvimento Local. A moderação estará a cargo da Equipa do Parque da Devesa.

O debate partirá da visualização prévia do filme “Os Doze”, para ver em: https://vimeo.com/374476997, que relata a história de
12 líderes espirituais, com sabedorias ancestrais, e que se reúnem em Nova Iorque (2017), a convite da ONU. Cada um deles representa uma força, uma qualidade que, conjugada com a dos outros, mostra-nos um caminho para um futuro e um mundo melhor.
Comum a todos, é o facto de defenderem uma relação de maior proximidade e amor com a “mãe natureza”, que deve ser escutada, acarinhada e respeitada.

O debate, em formato digital, irá acontecer na plataforma Zoom, com participação gratuita mediante inscrição obrigatória, através do formulário goo.gl/tNamg6 até 4 de junho às 18h00 (ou através do email: parquedadevesa@famalicao.pt.)

Empreendedores famalicenses comercializam Baby Box

A startup famalicense Baby Box, instalada na Incubadora Famalicão Made IN – Polo Edifício Globus, em Vilarinho das Cambas, tem à venda no site (www.babybox.pt), a baby box, uma caixa de cartão, especialmente desenhada para caber no interior de berços e camas de grades de bebés, embora também possa ser transportada para outros sítios.

Este conceito, que nasceu na Finlândia, na década de 30, tem por objetivo promover práticas de sono mais seguras, prevenindo a síndrome da morte subida do bebé. Verónica Macedo e João Cortinhas estiveram seis anos na Inglaterra e voltaram para Portugal para transformar esta ideia em negócio.

A Baby Box é uma caixa de cartão certificada e muito confortável. Pelas suas medidas (68 centímetros de comprimento por 42 de largura), a Baby Box reduz a tendência de pôr objetos, peluches, brinquedos e almofadas no berço, uma prática que pode potenciar mortes por asfixia.

Para além da caixa, que aguenta um peso até dez quilogramas, a Baby Box inclui ainda um colchão ajustável, uma cobertura impermeável e um lençol 100% de algodão.

Pode ser adquirida por 34,95€, a partir do dia 1 de junho, data em que começam a aceitar encomendas. O valor já inclui portes de envio e a marca envia para qualquer ponto de Portugal Continental. As Ilhas serão incluídas em breve.

João Cortinhas vê a caixa como «um meio para um fim, funcionando como um objeto educativo para os adultos». Reconhece que «isolada suscita uma certa “estranheza”, mas, aliada à educação, sente-se uma abertura completamente diferente».

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