Máscaras sociais produzidas pela têxtil nacional já estão à venda

Já estão a ser comercializadas as máscaras sociais produzidas pela indústria têxtil nacional, segundo as especificações aprovadas pelo Infarmed – Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde e pelo Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal (Citeve).

A Famifardas, empresa famalicense especializada na personalização de vestuário laboral, com loja na Rotunda de Santo António, já comercializa as máscaras sociais, que estão disponíveis em algodão e poliéster, todas reutilizáveis, «podendo aguentar cinco 10 ou 20 lavagens, dependendo do modelo. As máscaras estão disponíveis com preços a partir de 1,5 euros», informa Sérgio Costa, diretor comercial da empresa.

As máscaras sociais são dispositivos de proteção face à covid-19 para uso comum da população na sua vida social. Ou seja, são máscaras não cirúrgicas que asseguram proteção para uso generalizado da população em espaços fechados, como supermercados, farmácias ou transportes públicos.

Entre os materiais autorizados está o algodão, o poliéster ou a combinação dos dois. Recorde-se que uma orientação da Direção-Geral da Saúde refere «o uso de máscaras por todas as pessoas que permaneçam em espaços interiores fechados com múltiplas pessoas, como medida de proteção adicional ao distanciamento social, à higiene das mãos e à etiqueta respiratória».

Escola CIOR desmonta salas de informática e empresta computadores aos alunos

A Escola Profissional CIOR procedeu ao desmantelamento, nas suas instalações, de três salas de informática para distribuir os respetivos computadores pelos seus alunos mais carenciados, sem recursos informáticos e sem acesso à internet.

“Para além de manifestarmos a consciência e a responsabilidade social da Escola, não podemos deixar nenhum aluno ou família para trás neste momento de emergência e de crise que vivemos”, afirmou o diretor da Escola, Amadeu Dinis.

Com este procedimento, a Direção da CIOR tenta assegurar a efetiva “igualdade de oportunidades e natureza inclusiva” deste estabelecimento de ensino, na dinâmica e operacionalização da modalidade de ensino à distância dirigido a todos os seus alunos.

Neste contexto, e após um levantamento efetuado foram distribuídos, numa “operação relâmpago”, por alunos dos diferentes cursos, anos e turmas 70 computadores e respetivas pen wireless USB para acesso à internet sem fios.

No decorrer deste terceiro trimestre o ensino à distância ministrado pela CIOR está a desenvolver-se através de aulas/sessões de trabalho síncronas e assíncronas com base em metodologias e estratégias ajustadas e específicas, com recurso a diferentes plataformas digitais.

Covid-19: Seis bombeiros dos BV Famalicenses estão infetados

A Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários Famalicenses tem seis voluntário infetados com covid-19. Manifestam sintomas ligeiros e estão em casa.

Como medida de proteção dos voluntários, a corporação não tem nenhum ao serviço que é, agora, assegurado por duas equipas de funcionários da instituição. Cada equipa permanece no quartel, sete dias por semana, sempre com o acompanhamento de um elemento do comando.

Neste cenário, o presidente da direção, António Meireles, assegura que não está afetado o normal serviço da corporação e que «a decisão de enviar para casa os voluntários, é uma forma de os proteger, sabendo nós na sua enorme vontade em estar ao serviço. No entanto, para salvaguarda do apoio e auxílio que temos que dar aos famalicenses e pela saúde dos nossos voluntários adotamos este regime de trabalho».

A Cidade Hoje esteve em direto com o comandante da corporação, veja o vídeo

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Amigos do Pedal também estão na luta contra o Covid-19 e fazem donativo aos bombeiros

Os Amigos do Pedal estão na luta contra a pandemia do Covid-19, por isso, tomou a iniciativa de fazer uma oferta a quem está na linha da frente deste combate, os bombeiros.

Esta associação decidiu fazer uma doação monetária aos Bombeiros Voluntários Famalicenses. Um donativo que já mereceu o agradecimento público da corporação.

O valor doado não foi revelado.

https://www.facebook.com/1397539710499890/photos/a.1402736359980225/2499506200303230/?type=3&__xts__%5B0%5D=68.ARDixNSq4U68ldZYKNy72GX0_a0xsyh1GkPEN7AxwkE5eZqCDPtZRICQdE3vcj5L4_6DSSya-fJz6r_BOygrTZzaduvAwnuq_2P_bGzLdXGfHVoJVlG-UB4I9vdbq1H-hOS8fVU7iyqGibj6WyI5F8MRi6VDYKkblekklw7t95iIcKngRRcPyaGGJVgGmTzZsgFUBVpl5GiT-eu2acOzxZIM3tYAJNU_JO3jG7V6infoFrlb4gOMThAQSvlTXPYkuHTLI44KodnXdiV9__fon7Ex563yCVbx5BXIoc3Akvf6RaCOiwQPXXicrmI-mazi971_t5yLAtd2nfH1cRiVua91AAbX&__tn__=-R

 

Continental recomeça a laboração e renova contrato com centenas de trabalhadores

A Continental Mabor regressou esta semana ao trabalho, com metade dos funcionários, que estão a trabalhar em sistema rotativo.

O presidente do conselho de administração da Continental Mabor, Pedro Carreira, diz que é tempo de encarar o futuro com «otimismo pelo facto de termos alguns clientes que começaram a laborar», mas admite «muita preocupação» em relação às consequências do covid-19 sobre a economia.

No entanto, não se vislumbram nuvens negras sobre a Continental, que vai inclusive renovar com os 400 trabalhadores com contrato a prazo.

Esta empresa de Lousado, que está entre as cinco mais exportadoras de Portugal, regressa à laboração com 1500 trabalhadores, que estão em regime de lay-off a 50%, uma vez que trabalham quinze dias, depois param e entra outra equipa pelo mesmo período de tempo.

É o regresso possível à normalidade depois de três semanas encerrada, mas com os salários pagos a 100%.

Recorde-se que a Continental Mabor produziu no ano passado 18 milhões de pneus para veículos ligeiros e 25 mil pneus agrícolas.