Aos 75 anos a Vieira continua a revelar sinais de vitalidade, confiança e visão de futuro. Um diagnóstico próprio de uma empresa com um ADN de permanente audácia e arrojo.
A 21 de março de 1943 é inaugurada a Confeitaria A. Vieira de Castro, em edifício adquirido em 1942 por António Vieira de Castro, junto ao Hotel Garantia, em pleno centro da cidade de Vila Nova de Famalicão, onde já se encontrava instalada a Casa Cardoso. Assim começa a história da Vieira de Castro.
O maior fabricante português de bolachas, amêndoas e rebuçados, que tem as suas unidades de produção na freguesia de Gavião, concelho de Vila Nova de Famalicão, está a comemorar 75 anos.
Para assinalar a data, a marca da antiga Vieira de Castro, fundada pelo empreendedor famalicense António Vieira de Castro, em meados do século XX, edita um livro com o resumo da sua atividade desde 1943.

Com o título “A História do Nosso Sabor”, a publicação foi lançada em ambiente de festa, num encontro que decorreu no passado dia 21 de março, à noite, na Casa da Música no Porto, na presença dos atuais e anteriores colaboradores, familiares, parceiros e amigos da Vieira, marca a que a terceira geração da família Vieira de Castro, nos últimos anos, conferiu dimensão internacional.

A Vieira investiu, nos últimos anos, 20 milhões de euros, e mantém os planos de expansão para assegurar o seu crescimento sustentado. Prevê fechar o exercício de 2018 com uma faturação próxima dos 38 milhões de euros.
“Diferenciando-se pelo seu saber-fazer de 75 anos de experiência na produção, comercialização e distribuição de produtos de confeitaria, e pelo seu enraizamento no ‘coração do Minho’ – no Norte de Portugal – e nas suas tradições, a Vieira de Castro ganha, desde a sua origem, uma identidade singular que se afirmará, ao longo da sua trajetória, pela qualidade dos seus produtos e serviços.’ Excerto da obra “A História do Nosso Sabor 1943 – 2018”.





Por exemplo, descobriu que é possível reverter alguns comportamentos ligados ao autismo na idade adulta, como o défice de interação social e os movimentos repetitivos. Para aí chegar, identificou uma associação entre o espectro do autismo e o gene Shank3. Este gene liberta uma proteína com o mesmo nome, que facilita a comunicação entre neurónios. Quando o Shank3 sofre mutações, dificulta essa comunicação, provocando alterações do comportamento. Há 1% de autistas que nascem com esse gene “adormecido”. Patrícia Monteiro demonstrou que se pode “ligar” e “desligar” a proteína em ratinhos com esta mutação, corrigindo o gene. Mais: se a correção do gene for feita em tenra idade, pode-se também reverter a ansiedade e a coordenação motora. Ou seja, quando mais cedo for a deteção, mais características sociais, comportamentais e comunicacionais se pode recuperar.




