Quatro detidos por condução sob efeito do álcool em Famalicão
Quatro cidadãos, com idades compreendidas entre os 38 e os 49 anos, foram detidos este fim de semana em diversos arruamentos da cidade de Vila Nova de Famalicão, por condução de veículo automóvel sob o efeito do álcool.
Os quatro detidos, com idades compreendidas entre os 38 e os 49 anos, foram submetidos ao teste de alcoolemia, apresentando uma TAS entre 1,49 e 1,93 g/l no sangue.
Os quatro indivíduos foram notificados para comparecerem, nos Serviços do Ministério Público junto do Tribunal Judicial de Vila Nova de Famalicão.
MARIANA SILVA É CAMPEÃ NACIONAL
O Campeonato Nacional de Jovens de Xadrez, na vertente de lentas, que se disputou entre os dias 24 e 28 de março, fez prova da qualidade do trabalho desenvolvido pelo Clube de Xadrez da Didáxis. No Pavilhão Gimnodesportivo Municipal do Luso, Mariana Silva venceu em sub-20, enquanto que Bruno Ribeiro foi segundo no mesmo escalão. No escalão sub-18, Inês Silva foi segunda, e José Santos foi sétimo nos sub-16. Os atletas mais jovens do CX A2D, alunos do Colégio do Ave, participaram nos escalões sub-08 (37 participantes) e sub-10 (78 participantes) dando excelentes indicações para o futuro.
A competição nacional de jovens subdividiu-se em 7 torneios, designadamente sub-8, sub-10, sub-12, sub-14, sub-16, sub-18 e sub-20, num total de 340 jogadores participantes que disputaram 16 títulos, 14 individuais e dois coletivos.
O Clube de Xadrez A2D – Associação Académica da Didáxis participou neste torneio pela décima quinta vez consecutiva, fazendo-se representar por 10 atletas, sendo o balanço muito positivo, perspetivando-se, deste modo, o desenvolvimento da modalidade, pois o CX A2D fez-se representar em todos os escalões exceto sub-12.
O responsável pela delegação do jovem clube famalicense foi o professor responsável do CX A2D, Mário Oliveira, que contou com o apoio técnico de João Romano (Capitão da Equipa B do CX A2D) e do MN Ivo Dias (membro efetivo da Equipa A do CX A2D).
Gondifelos faz história onde Joane e Ninense já garantiram presença nas meias-finais
A AD Gondifelos assumiu o papel de “tomba gigantes” ao eliminar da Taça da Associação de Futebol de Braga o Maria da Fonte, equipa da Pró Nacional. Num dos jogos em atraso dos oitavos de final, a formação famalicense, que milita na 1.ª divisão, venceu o adversário, por 2-1 e segue, assim, para os quartos de final onde vai defrontar o Ronfe. Este jogo está marcado para o dia 25 de Abril, em Gondifelos.
Quem já tem lugar marcado nas meias-finais é o Joane e o Ninense, ambos da Pró Nacional da AF Braga.
Também no passado sábado, os joanenses eliminaram o Berço, da Divisão de Honra, por 5-4, na marcação de grandes penalidades. Após a igualdade 1-1 no final dos 90 minutos que se manteve no prolongamento, os joanenses foram mais certeiros nos penáltis.
A AD Ninense também teve dificuldades para eliminar o Ruivanense, da Divisão de Honra. A formação ninense segue para as meias finais depois da vitória, 1-2, no prolongamento. Aos 90 minutos, o jogo disputado em Ruivães dava uma igualdade a um golo.
Hospital de Famalicão condenado a pagar 295 mil euros por parto mal feito
O Supremo Tribunal administrativo condenou a Centro Hospitalar do Médio Ave, com unidades instaladas nos concelhos de Vila Nova de Famalicão e Santo Tirso, a pagar uma indemnização de 295 mil euros aos pais de uma criança que viveu apenas 9 anos, fruto de lesões que sofreu no parto feito em Famalicão.
De acordo com o Correio da Manhã, o caso remonta a 1998, a bebé nasceu a 4 de Novembro de parto normal, com recurso a fórceps, em asfixia perinatal e teve que ser reanimada. Devido às complicações do parto a criança nunca ouviu, falou ou andou, e era alimentada por sondas.
A mãe sofreu hemorragias e esteve internada no Hospital S. João, no Porto, onde foi submetida a várias cirurgias.
O Supremo Tribunal Administrativo considerou que o parto foi negligente porque os médicos deviam ter optado por cesariana.
Em 2009, o tribunal de 1.ª instância tinha condenado o Hospital a pagar 148 mil euros. Nessa altura o Hospital de Famalicão negou culpa e considerou a indemnização exorbitante. Agora, o Supremo Tribunal Administrativo manteve as acusações e aumentou para o dobro a indemnização à família.




