CÂMARA DE FAMALICÃO AGRADECE TRABALHO E EMPENHO DOS BOMBEIROS

A Câmara Municipal de Famalicão aprovou na passada quinta-feira, em reunião do executivo municipal, um voto de louvor e reconhecimento aos bombeiros do concelho pela sua eficiência, empenho e dedicação extraordinários na sua ação diária no combate às chamas dos incêndios florestais.

A proposta aprovada por unanimidade foi apresentada pelo presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, enaltecendo os princípios fundamentais do voluntariado, a solidariedade e o altruísmo.

De resto, num ano que fica marcado pelo elevado número de incêndios em todo o país, Vila Nova de Famalicão registou uma diminuição da área ardida no concelho. Enquanto em 2016, arderam 428 hectares do território florestal, em 2017 arderam 137 hectares.

Para o presidente da câmara, Paulo Cunha, o voto de louvor tem o propósito de “agradecer e evidenciar as qualidades morais e pessoais destes homens e mulheres que, com determinação, empenho e coragem, combatem os incêndios, sem tréguas e para além dos limites físicos e psicológicos, garantindo a segurança das comunidades”.

ESTRAGOS DO MAU TEMPO EM FAMALICÃO

O mau tempo que se fez sentir ao longo da tarde e noite de domingo provocou uma série de estragos no concelho de Vila Nova de Famalicão. Os bombeiros responderam essencialmente a pedidos de inundações, desabamentos de terras, quedas de árvores e estruturas publicitárias.

De todas as ocorrências destaque para a queda de um muro de uma fábrica antiga, na freguesia do Louro, que desabou para cima de uma garagem de uma habitação.

A rede elétrica também acabou por ficar afetada, com várias freguesias a ficaram privadas de eletricidade durante algumas horas. Uma situação que foi sendo resolvida pela EDP Distribuição e que já se encontrava normalizada na manhã desta segunda-feira.

FACOL VAI CRIAR EMPREGO EM FAMALICÃO

A Facol está a investir e a criar emprego em Vila Nova de Famalicão. Esta empresa têxtil de Serzedelo, Guimarães, está a executar um projeto de investimento total de 6,4 milhões de euros, em Pedome, Vila Nova de Famalicão.

Expandir e modernizar a capacidade instalada em infraestruturas e tecnologia são os principais objetivos desta iniciativa empresarial que se traduziu na aquisição e reabilitação de uma unidade industrial, em Pedome, para onde a Facol já transferiu todo o processo produtivo. Esta operação, iniciada em 2015, e que encontrou abrigo no Regulamento de Projetos de Investimento de Interesse Municipal – Made 2IN, está avaliada em 6 milhões de euros.

Acresce agora uma nova operação, com a ampliação das instalações para receber os escritórios e outros serviços da Facol, num investimento de 400 mil euros, que o executivo municipal liderado por Paulo Cunha reconheceu igualmente como de interesse municipal, na reunião pública desta quinta-feira, 7 de dezembro.

Com este projeto de investimento de 6,4 milhões de euros, a Facol vai aumentar o número de colaboradores para 95 (mais 15) e estima impulsionar as vendas (volume de negócios de 5 milhões de euros em 2016).

A Facol dedica-se ao tingimento, branqueamento e comercialização de fios tingidos. Iniciou atividade em 1977.

Famalicão MadeIn

ESSA É QUE É ESSA

BELMIRO. Depois do voto contra dos comunistas e a abstenção dos bloquistas à manifestação de pesar no Parlamento pela morte de Belmiro de Azevedo a pergunta que fica é como é que estes dois partidos que desprezam o papel dos empresários e o primeiro até idolatra ditadores sanguinários, conseguem ter o voto de mais de um milhão de portugueses?

CULTURA. Muitas vezes temos a sensação de nos estarmos a esquecer de algo, embora não saibamos exatamente o quê. Eis um sentimento que nunca assola comunistas e bloquistas por alturas da discussão do Orçamento do Estado, pelo menos quando o assunto se dá pelo nome de Cultura. Andam há dois anos a reclamarem mais verbas para a Cultura, que dizem vergonhosamente baixas, mas depois, tal como acontecera para 2016 e 2017, voltam a aprovar, para 2018, um Orçamento para a Cultura que se limita a um envergonhado 0,2% do total do Orçamento do Estado, ou seja menos do que aquilo que tinha no tempo do anterior governo. O esquecimento é, pois, total. Este é o retrato de uma esquerda sem decoro que ao fim de dois anos nunca foi capaz de obter uma posição conjunta com os socialistas sobre o setor apesar de andar com a Cultura sempre no céu-da-boca.

EUROGRUPO. A eleição de Mário Centeno para a presidência do Eurogrupo não trará nenhuma especial vantagem para Portugal. Nem “os santos da casa fazem milagres”, nem o ministro das Finanças português, como líder de um grupo com representantes de 18 países, tem legitimidade para colocar os interesses portugueses acima dos demais. Sem embargo, os ganhos reputacionais de Portugal são evidentes. Só por miopia política alguém dirá o contrário.

CAMBALHOTA. Em plena discussão orçamental o PS aprovou e reprovou a proposta do BE para a criação de uma nova taxa sobre as energias renováveis. Uma cambalhota energética que levou Mariana Mortágua a acusar António Costa de não ter honrado a palavra. Este ouviu e calou. E depois? Depois, ainda que o clima se tenha deteriorado, tudo ficou como d´antes. Cinicamente o Bloco de Esquerda aprovou o Orçamento do Estado. Essa é que é essa.

“O ESTADO DEVE MAIS DE DOIS MILHÕES ÀS ESCOLAS PROFISSIONAIS DE FAMALICÃO”

A denuncia é do deputado Jorge Paulo Oliveira.

O social democrata numa interpelação escrita dirigida ao Ministro do Planeamento e das Infraestruturas afirma que os atrasos nos pagamentos devidos às escolas profissionais de Vila Nova de Famalicão no âmbito do Programa Operacional Capital Humano (POCH) ultrapassam os dois milhões e seiscentos mil euros, colocando estes estabelecimentos de ensino em estado de “asfixia financeira” o que, por seu turno, tem conduzido a incumprimentos contratuais com os seus trabalhadores, alunos e prestadores de serviços.

Segundo o deputado famalicense as verbas em atraso respeitam ao ano letivo de 2016/2017, mas também parte do ano letivo 2015/2016, tudo no âmbito de candidaturas devidamente instruídas, submetidas ao programa operacional e por este aprovadas.

A agravar este quadro, Jorge Paulo Oliveira alerta que os concursos financeiros para o ano letivo 2017/2018, deviam ter sido abertos em julho, mas ainda não o foram apesar de já estarmos perto do final do ano.

Neste quadro o deputado social democrata quer que o Ministro do Planeamento e das Infraestruturas, responsável pelos fundos comunitários, esclareça os motivos para os atrasos na transferência destes reembolsos e qual a previsão para que tal aconteça. Jorge Paulo Oliveira quer saber quais foram as medidas adotadas pelo Governo para o tratamento mais célere e ajustado dos processos de análise e pagamento às Escolas Profissionais e se o foram como se explica então o agravamento daqueles atrasos.

Recorde-se que em Vila Nova de Famalicão há três escolas profissionais no ensino privado, Cior, Forave e Artave (Filial).

MAU TEMPO: VEM AÍ SEIS HORAS DE “RISCO EXTREMO”

Oito distritos (Viana do Castelo, Braga, Porto, Vila Real, Aveiro, Coimbra, Viseu e Guarda) estão durante este domingo e segunda-feira em alerta vermelho, devido ao mau tempo que já se tem vindo a fazer sentir.

O Instituto Português do Mar e Atmosfera deixa, contudo, um novo alerta, para as horas de “risco extremo.” De acordo com o IPMA, esse período começa ao final do dia, pelas 19h59, e prolonga-se até à 01h59 de segunda-feira, 11 de dezembro.

O vento irá “tornando-se forte de sudoeste, com rajadas até 110 quilómetros por hora, podendo chegar a 130 quilómetros por hora nas terras altas do norte e centro até ao início da manhã”.

O mau tempo deve-se à tempestade Ana, formada a noroeste da Península Ibérica, que terá como período mais crítico “o final da tarde de domingo e a madrugada de segunda-feira, com impactos expectáveis devido a ventos fortes, precipitação intensa, queda de neve e forte agitação marítima”.