Famalicão: AFPAD leva sorrisos e bolachas a casa dos utentes

Os técnicos do Centro de Atividades Ocupacionais (CAO) da Associação Famalicense de Prevenção e Apoio à Deficiência (AFPAD) foram a casa dos utentes para reforçar os laços em tempos atípicos de pandemia. O objetivo passa por potenciar a aprendizagem dos utentes, promovendo a sua capacitação e formação para uma verdadeira inclusão.

Nas palavras da direção técnica, «é um sinal de compromisso com os nossos jovens, de que estaremos sempre presentes garantindo o bem-estar de todos».

Os responsáveis da AFPAD destacam a forma como foram recebidos, espelhado no sorriso de cada utente e suas famílias, demonstrando o quanto a AFPAD é importante na «qualidade de vida de cada um».

Aproveitaram, ainda, este dia, para oferecer bolachas a cada um, do projeto culinário “A Redonditas” que todos gostam de saborear.

De salientar que a resposta social do Lar Residencial continua ativa e a manter as rotinas, dentro das contingências e medidas que se impõem.

Covid-19: Confinamento pode prolongar-se até março

A ministra da Saúde confirmou, esta terça-feira, no final da reunião no Infarmed, que o confinamento se vai manter até ao final de fevereiro. No entanto, Marta Temido admitiu que possa estender-se até meio do mês de março.

A ministra da Saúde assinalou que apesar «destas medidas estarem a produzir resultado, é evidente que o atual confinamento tem de ser prolongado por mais tempo». Para já fevereiro, mas provavelmente «por um período de 60 dias a contar do seu início», anunciou.

Covid-19: 203 mortos, 2.583 infetados e 15.157 recuperados nas últimas 24 horas

Segundo o último relatório da Direção-Geral da Saúde, Portugal registou, nas últimas 24 horas, 203 mortos e 2.583 novos casos de infeção por covid-19 ( 649 dos novos casos são na região Norte). Há, ainda, mais 15.157 recuperados.

O boletim epidemiológico diário assinala que desde o início da pandemia já se registaram 770.502 casos de infeção, 14.557 mortes e 628.078 casos recuperados.

Famalicão: Riopele investe em máquinas mais amigas do ambiente

A histórica empresa da Riopele investiu em 2019 e continua a modernizar-se em 2020. José Alexandre Oliveira, citado pelo Jornal T, acredita que a empresa vai sair mais forte desta crise. No entanto, antevê que a retoma da economia só se sinta em 2022.

Em 2020, a empresa, com 94 anos, manteve o plano de aquisição de máquinas automatizadas e mais amigas do ambiente. Depois dos 25 milhões investidos em 2019, no ano passado aplicou mais 5 milhões em nova maquinaria.

«Fruto deste investimento quando a pandemia passar e o consumo começar a disparar, a Riopele está extremamente bem preparada. Podemos sair mais fortes desta crise», assegurou o presidente da empresa, José Alexandre Oliveira, citado pelo Jornal-T.

Segundo o empresário famalicense, além dos avanços na automatização da produção, as novas máquinas permitem reduzir substancialmente os consumos de água e de energia.

Apesar de acreditar que o têxtil é uma indústria do futuro, o presidente da empresa de Pousada de Saramagos não se mostra confiante numa retoma a curto prazo. A sua perspetiva é mesmo de que este será um ano mais difícil e com um impacto maior para o sector que as dificuldades vividas em 2020, e que a retoma será lenta e só deverá acontecer a partir de 2022.

Pico da mortalidade por covid-19 terá sido atingido no início de fevereiro

As conclusões dos epidemiologistas sobre a evolução da pandemia em Portugal apontam que o pico de infeções foi registado a 29 de janeiro.

Estimam, ainda, que em duas semanas o número diário de casos baixe para cerca de três mil e que até setembro esteja 70% da população vacinada e, por causa disso, poderão ser salvas 3500 vidas.

De acordo com os dados da DGS, nos últimos dias houve uma consolidação da tendência decrescente do número de infetados. Já o pico da mortalidade terá sido atingido na primeira semana de fevereiro, depois de ter chegado, em janeiro, a um aumento quase três vezes superior ao registado em dezembro.

No caso das hospitalizações, ainda não é possível avançar com previsão de melhorias nas unidades de cuidados intensivos (UCI).

DGS torna obrigatória lista de suplentes para não se desperdiçarem vacinas

A Direção-Geral da Saúde (DGS) tornou obrigatória a existência de uma lista de pessoas suplentes, no caso de sobrarem doses na vacinação contra a covid-19; sublinhando que deve ser sempre respeitada a ordem das prioridades.

Esta inclusão da obrigatoriedade de uma lista de pessoas a convocar no caso de sobrarem doses nas sessões de vacinação surge depois da polémica sobre o uso indevido destas doses em pessoas que não pertenciam a grupos prioritários, situações que já estão a ser investigadas pela Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) e pelo Ministério Público.

Em relação às pessoas dos grupos de risco por idade e comorbilidades da Fase 1 que não sejam seguidas no Serviço Nacional de Saúde, “os respetivos médicos assistentes devem emitir uma declaração médica, obrigatoriamente por meios eletrónicos, da sua inclusão na Fase 1, de forma a permitir o agendamento automático para a vacinação contra a covid-19 num ACES”, adianta.

Até segunda-feira, tinham sido vacinadas contra a doença 396.371 pessoas em Portugal, das quais 104.613 já com a segunda dose, segundo dados da DGS.

 

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