Covid-19: Famalicão registou 1857 casos por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias (dados DGS)

O concelho de Vila Nova de Famalicão registou, nos últimos 14 dias, 1857 casos de infeção pelo novo coronavírus por 100 mil habitantes.

Os dados foram revelados esta segunda-feira pela Direção Geral da Saúde e reportam-se de 6 a 19 de novembro.

Vila Nova de Famalicão continua, com estes números, no grupo de 47 concelhos concelhos de risco extremo para a pandemia.

Famalicão: Estão abertas as candidaturas de apoio à renda

As candidaturas ao programa da Câmara de apoio à renda estão abertas e os candidatos podem habilitar-se a esta ajuda até 15 de janeiro. Cada candidato deve comprovar, através de documentação, a sua situação económica.

Para se candidatarem devem aceder ao portal online do município disponível em https://www.famalicao.pt/apoio-as-rendas.

As condições de candidatura, bem como o formulário e os documentos necessários para o processo, são os regulados pelo Código Regulamentar sobre Concessão de Apoios.

Os beneficiários recebem apoios por um período de um ano, em três escalões: de 100, 75 e 50 euros mensais. Este ano foram beneficiadas 274 famílias, que recebem apoio municipal de 280 mil euros, no total.

Refira-se que para além deste apoio a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão tem em vigor um programa excecional de apoio à renda Covid-19, com as candidaturas a decorrerem online em https://rendas.famalicao.pt/.

A medida extraordinária, lançada em abril pela autarquia, pretende apoiar os famalicenses que perderam rendimentos por força da Covid-19 no pagamento de rendas com a habitação.

Recorde-se que este apoio é mensal, tem que ser requerido mensalmente, tramitando nos serviços sociais da Câmara Municipal, e pretende evitar que a despesa financeira do agregado familiar com o pagamento da renda para habitação própria e permanente, após o início da pandemia, seja superior a metade da remuneração do mesmo agregado. Isto é, o montante será atribuído para ajudar a diminuir a taxa de esforço das famílias estando excluídos os agregados cuja taxa de esforço, após a perda de rendimentos, seja inferior a 50% do rendimento bruto mensal. A medida aplica-se a todo o tipo de rendimentos – trabalhadores por conta de outrem e profissionais liberais.

Maioria dos portugueses acredita que restrições deveriam ser iguais em todo o país

76,4% dos portugueses acreditam que as medidas restritivas deveriam ser aplicadas de igual forma em todo o continente, enquanto 23,6% acredita que as medidas deveriam ser tomadas apenas nos concelhos com mais de 240/100 mil habitantes. Estas são algumas das conclusões de um novo estudo da multidados.com – the research agency realizado para a Guess What.

Segundo este estudo, 85,7% dos portugueses concordam com a decisão do Presidente da República sobre a Declaração do Estado de Emergência e 49,4% dos inquiridos afirmam estar bastante preocupados com a situação pandémica em Portugal.

De acordo com o estudo, as medidas mais valorizadas pelos portugueses são a imposição, sempre que possível, do teletrabalho (94,5%); mobilização de militares das forças armadas para reforço da capacidade de rastreamento (94,5%); possibilidade de realizar medições de temperatura corporal em estabelecimentos de ensino (93,5%); possibilidade de requisitar recursos, meios e estabelecimentos de saúde dos setores privado e social (93,3%); e possibilidade de realizar medições de temperatura corporal em espaços comerciais, culturais e desportivos (92,0%).

Contudo, há medidas que não reúnem consenso, sendo menos valorizadas, tais como: proibição de circulação na via pública a partir das 13h00 aos sábados e domingos (46,5%); mobilização dos trabalhadores de grupos de risco para reforço da capacidade de rastreamento (40,0%); limitação à circulação de pessoas entre concelhos (30,8%); mobilização de trabalhadores em isolamento profilático para reforço da capacidade de rastreamento (27,4%); encerramento de estabelecimentos de restauração às 22h30 (21,9%).

Os principais receios dos portugueses em relação à Covid-19 passam pela falência económica nacional (74,0%), falência do Sistema Nacional de Saúde (72,2%) e Desemprego (64,6%). Em março de 2020, os principais receios apontados eram a falência económica nacional (62,2%) e a taxa de mortalidade (58,2%). 29,8% dos inquiridos afirmam estar sempre atentos às informações sobre a pandemia, numa redução relativamente a março de 2020, quando este valor chegava aos 36,7%. Apenas 1,4% dos portugueses revelam que prefere não ver notícias sobre o tema.

Quando questionados sobre que outras iniciativas deviam ser tomadas pelo Governo português no âmbito do Estado de Emergência, os portugueses apontam as seguintes medidas: apoios sociais e financeiros às pessoas individuais e às famílias (16,9%); apoio financeiro às empresas (12,5%); apoio especial para a restauração (10,9%); testar a população toda (9,9%); maior fiscalização na aplicação das medidas impostas (9,7%); aplicação real de multas por incumprimento (9,5%); imposição da máscara em qualquer situação, exceto em casa (9,3%); confinamento total de duas semanas (9,3%); ensino à distância, sempre que possível (9,3%); aumento da oferta de transportes e fiscalização nos transportes públicos (8,7%).

O estudo foi realizado por via dos métodos CATI (Telefónico) E CAWI (online) a uma base de dados de utilizadores registados na plataforma da multidados.com. Foram recolhidas e validadas 1 500 respostas entre os dias 9 e 19 de novembro de 2020.

Famalicão: Dois jovens (16 e 17 anos) detidos por furto em estabelecimento comercial

Na madrugada desta segunda-feira, a PSP deteve dois jovens (16 e 17 anos) pelo assalto, através de arrombamento, num espaço comercial situado na Rua D. Pedro V, junto à Praça D. Maria II, em Famalicão.

Quando abordados pelos agentes da PSP, os jovens tinham em sua posse uma gaveta de caixa registadora e 97 isqueiros.

O proprietário do estabelecimento, contactado pela PSP, compareceu no local e reconheceu os objetos furtados pelos suspeitos já referenciados por diversos crimes desta natureza.

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