Infarmed suspendeu comercialização de algumas máscaras

Numa nota divulgada no ‘site’, o Infarmed explica que as máscaras em causa (da marca Orthia, do fabricante Interespuma – Indústrias de Poliuretanos, Lda) ostentam a marcação CE indevidamente pois a documentação técnica está incompleta face ao estabelecido na lei.

“O Infarmed determinou a imediata suspensão da comercialização no mercado nacional dos referidos dispositivos”, informa a Autoridade Nacional do Medicamento, acrescentando, no entanto, que “poderão ser escoados e utilizados os produtos que já se encontrem no circuito de comercialização”.

 

Covid-19: Equipamentos culturais passar a fechar às 22:30 nos concelhos sujeitos a confinamento

A Resolução, publicada em suplemento na I Série, declara a situação de calamidade no âmbito da pandemia da doença covid-19, e estabelece, entre as “medidas especiais” aplicáveis aos 121 municípios com mais restrições, que os equipamentos culturais “devem encerrar às 22:30”.

Teatros, cinemas, salas de concerto surgem assim, à semelhança de “estabelecimentos de restauração e similares”, com horário alargado em mais 30 minutos, como exceções à imposição de fecho às 22:00, aplicada a “estabelecimentos de comércio a retalho e de prestação de serviços”, assim como os que “se encontrem em conjuntos comerciais”.

Farmácias e parafarmácias, consultórios e clínicas, urgências médico-veterinários, atividades funerárias e conexas, estabelecimentos no interior de aeroportos, áreas de serviço e postos de abastecimento de combustíveis são outras exceções, sem horário estipulado, no diploma.

Quanto a estabelecimentos de aluguer de veículos sem condutor, de mercadorias (‘rent-a-cargo’) e de passageiros (‘rent-a-car’), têm a possibilidade de encerrar à 01:00 e de reabrir às 06:00.

Para equipamentos culturais, incluindo museus, monumentos, palácios e sítios arqueológicos, e para iniciativas, como espetáculos ou outros eventos, em recintos fechados ou ao ar livre, a Resolução hoje publicada retoma as orientações da Direção-Geral da Saúde, publicadas em maio, com o “Plano de Desconfinamento” do Governo.

A higienização de superfícies e instalações, o distanciamento físico, o uso de máscara, a desinfeção das mãos, a criação de sentidos de entrada e de saída, a limitação do acesso a espaços exíguos, a eliminação ou a redução do cruzamento de visitantes, em zonas de estrangulamento, são de novo especificadas no diploma.

Nos restantes concelhos, os estabelecimentos culturais são também exceção ao horário limite de fecho às 23:00, salvo quando fixado pela autarquia.

No sábado, o Conselho de Ministros anunciou, após uma reunião extraordinária, que 121 municípios vão ficar abrangidos, a partir de quarta-feira, por medidas mais restritivas para conter a pandemia.

Estes concelhos ficam também abrangidos pelo dever cívico de recolhimento domiciliário e teletrabalho obrigatório, salvo “oposição fundamentada” pelo trabalhador, devido à covid-19.

Nestes territórios – que representam 70% da população residente – os ajuntamentos e celebrações ficam limitados a cinco pessoas, exceto nos casos em que os participantes pertencem ao mesmo agregado familiar.

Barcelos foi das primeiras câmaras municipais a decidir a continuidade das feiras e mercados

A Câmara Municipal de Barcelos foi das primeiras do país a decidir pela continuidade das feiras e mercados.

A medida está a ser avançada pelo jornal Barcelos Popular.

Recordamos que, na tarde desta segunda-feira, o governo recuou na decisão de anular as feiras e mercados nos 121 onde há registo de uma maior atividade do vírus da Covid-19. Esta agora é uma decisão que cabe ao poder local, tendo as câmaras total autonomia para manter ou cancelar as feiras e mercados.

F.C.Famalicão perde com o Braga ( 1 – 0 )

O Futebol Clube de Famalicão saiu derrotado da jornada 6 da Liga NOS, na noite desta segunda-feira.

A equipa de João Pedro Sousa não conseguiu pontuar ao longo dos 90 minutos do encontro, tendo o adversário feito o único golo no decorrer da segunda parte, ao minuto 76, por intermédio de Bruno Viana.

No próximo sábado o Futebol Clube de Famalicão recebe o Marítimo, em partida da 7ª jornada do escalão máximo do futebol português. O jogo está marcado para as 18h00.

Carta aberta ao Primeiro-Ministro pelo futuro do desporto

O Comité Olímpico de Portugal (COP), o Comité Paralímpico de Portugal (CPP) e a Confederação do Desporto de Portugal (CDP) dirigiram uma carta aberta ao Primeiro-Ministro de Portugal com o objetivo de alertar para o impacto que a falta de medidas públicas está a trazer ao desporto. «A situação pandémica deu origem a uma crise desportiva», que pode pôr em causa o futuro do desporto, dizem em carta divulgada pela Agência Lusa.

Estas três estruturas dizem que, ao contrário de outros setores, no desporto não foram implementadas medidas com impacto direto e dão como exemplo mais recente a proposta de lei do Orçamento de Estado para 2021.

As estruturas representativas das federações desportivas nacionais denunciam que «Portugal tem ignorado os exemplos de outros países europeus que convergem no sentido de apoio público urgente ao Desporto».

Ainda na carta, os abaixo assinados, em nome do Movimento Associativo Desportivo «e perante a evidente desconsideração pelas propostas de um setor com uma imprescindível função educativa, de saúde pública e desenvolvimento socioeconómico – nomeadamente num contexto de crise sanitária –, apelam a V. Exª para que, no âmbito da ação governativa, se equacionem medidas e construam políticas que ajudem o Desporto nacional a enfrentar a grave situação que temos perante nós», remata a missiva.

As Federações recordam que, com a declaração de pandemia, em 11 de março, as competições desportivas foram disputadas sem público, canceladas ou adiadas – casos dos Jogos Olímpicos Tóquio2020, do Euro2020 e da Copa América – ou suspensos, nos casos dos campeonatos nacionais e provas internacionais de todas as modalidades.

Governo muda de estratégia: São as Câmaras Municipais que vão decidir realização de feiras

O governo voltou atrás na decisão anunciada no passado sábado, do cancelamento das feiras e mercados de levante em 121 concelhos fortemente afetados pela pandemia de Covid-19.

A decisão cabe agora às autarquias.

Esta mudança de planos surge depois da forte contestação por parte de feirantes, indignados pelo facto dos centros comerciais, que funcionam em espaços fechados, continuarem de portas abertas.

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