Rates Park destruído por incêndio que terá sido provocado por brincadeira de jovens durante a noite das bruxas

Parte do Rates Park foi destruído por um incêndio que terá sido provocado num contexto de brincadeira entre um grupo de jovens, durante a noite das bruxas.

A situação foi comunicada pela administração do parque aventura, com fotografias que comprovam os estragos, através da página de facebook que gerem.

O fogo destruiu por completo a zona da receção e bar, provocando avultados prejuízos financeiros.

O caso está a cargo das autoridades.

Santo Tirso: Escola decide encerrar por 14 dias depois de detetado caso de Covid-19

A Escola Básica da Ponte suspendeu toda a sua atividade letiva por 14 dias, a partir desta segunda-feira.

A decisão surge depois de ter sido detetado um caso positivo de Covid-19.

Num comunicado, publicado nas redes sociais, a direção da escola informa que toda a comunidade que frequenta aquele estabelecimento de ensino (alunos, assistentes técnicos/operacionais e orientadores educativos) devem cumprir o isolamento.

Em caso de sintomas compatíveis com a Covid-19 devem contactar o SNS24 através do 808 24 24 24.

Porto: Hospital Santo António monta estrutura no jardim para doentes ‘não covid’

“Não é uma tenda de campanha. É uma estrutura modelar pré-fabricada que já estava prevista para dar apoio quando começassem as obras da urgência. As obras foram adiadas por causa da pandemia, mas a estrutura está contratualizada e pode ser uma ajuda para instalar doentes não covid”, explicou à Lusa fonte do Centro Hospitalar Universitário do Porto (CHUP) que inclui o Hospital de Santo António.

A estrutura está a ser montada no jardim interior do hospital e terá capacidade para 36 camas de enfermaria.

Sem precisar data de abertura, fonte do CHUP explicou que o espaço estará preparado para ser aberto em “qualquer momento de necessidade”, frisando que tem “excelentes condições de conforto”, nomeadamente ar condicionado e casas de banho.

Em causa está um hospital em que a capacidade de internamento em cuidados intensivos para doentes covid-19 esgotou, de acordo com informações dadas pelo diretor clínico, José Barros, no sábado numa visita ao Centro Integrado de Cirurgia de Ambulatório (CICA).

José Barros disse ter para cuidados intensivos 28 camas dedicadas à covid-19 e 24 para não covid, podendo ir às 32, mas já com sacrifício de um bloco operatório de otorrinolaringologia e estomatologia.

“As camas não covid temos de manter. Nessas não tocamos”, sublinhou o diretor clínico de manhã.

Mais tarde, na conferência de imprensa no final do Conselho de Ministros extraordinário, quando fazia um balanço sobre quantas camas de cuidados intensivos existem a nível acional, o primeiro-ministro contou que contactou o Hospital do Santa António e que o “tranquilizaram bastante”.

“Mesmo com aumento do número de internados e do número de internados em cuidados intensivos, continuamos com capacidade de reserva e com capacidade de expansão dessa reserva. Eu próprio falei ainda há pouco com o presidente do conselho de administração do Hospital de Santo António porque tinha visto uma notícia a dizer que estavam a esgotar a capacidade de cuidados intensivos, e ele tranquilizou-me bastante e que o número de camas afetas à covid-19 foram reforçadas há pouco tempo e neste momento têm capacidade suficiente e capacidade de as fazer crescer”, disse António Costa.

Feirantes revoltados com proibições avisam governo: “Vão ter uma grande surpresa em Lisboa na próxima semana”

O presidente da Federação Nacional das Associações de Feirantes acusou hoje o Governo de “tirar o pão aos feirantes” por proibir, a partir de quarta-feira, as feiras em 121 municípios no âmbito das medidas para travar a pandemia.

Em declarações à agência Lusa, o presidente da Federação Nacional das Associações de Feirantes, Joaquim Santos, acusou o Governo de “deixar ficar para trás milhares de feirantes” e prometeu “uma grande surpresa em Lisboa na próxima semana”, precisando que “vão pedir para trabalhar”.

“Só sairemos de Lisboa quando tivermos a certeza que podemos feirar”, disse.

Com esta proibição, “fecham as feiras e mandam os portugueses para recintos fechados até às 22:00”, afirmou Joaquim Santos, considerando que “esta decisão é uma vergonha num país democrático”.

Recordando que os feirantes foram dos primeiros a fechar quando foi decretado o confinamento, em 12 de março, Joaquim Santos afirmou que não compreende esta medida porque “feirar” é uma atividade que é feita ao ar livre e porque os feirantes “sempre cumpriram as recomendações da Direção-Geral de Saúde (DGS)”.

Joaquim Santos afirmou que a decisão do Governo é “lamentável e discriminatória”, representará “uma aniquilação da atividade” e terá “consequências gravíssimas, uma verdadeira pandemia social”, entre os feirantes.

Segundo o presidente da Federação Nacional das Associações de Feirantes, a atividade envolve um número muito acima das 200 mil pessoas.

O Conselho de Ministros decidiu no sábado que 121 municípios vão ficar abrangidos, a partir de quarta-feira, pelo dever cívico de recolhimento domiciliário, novos horários nos estabelecimentos e teletrabalho obrigatório, salvo “oposição fundamentada” pelo trabalhador, devido à covid-19.

Os restaurantes nestes 121 concelhos têm de fechar até às 22:30 e todos os estabelecimentos comerciais terão de encerrar, na generalidade, às 22:00.

Também nestes territórios – que representam 70% da população residente -, ficam proibidas as feiras e os mercados de levante, e os eventos e celebrações ficam limitados a cinco pessoas, exceto nos casos em que os participantes pertencem ao mesmo agregado familiar.

Os concelhos abrangidos têm mais de 240 casos de infeção com o vírus da covid-19 por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias e será este o critério que servirá para atualizar a lista de municípios sujeitos a medidas restritivas a cada 15 dias, seguindo um princípio definido pelo Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças. Há uma exceção para surtos localizados em concelhos de baixa densidade.

Duas outras medidas aprovadas no sábado abrangem todo o território continental e não apenas estes 121 concelhos: limitação de grupos de seis pessoas nos restaurantes e prolongamento da situação de calamidade por mais duas semanas.

Mercado Municipal de Famalicão vai continuar aberto

O Mercado Municipal de Famalicão, que ainda se vai encontrar em instalações temporárias até pelo menos ao final do ano, não está abrangido pela lista de mercados que vão ter que fechar portas na sequência da medidas decretadas pelo governo para os concelhos considerados de risco.

A medida anunciada por António Costa, na noite deste sábado, é direcionada para os mercados de levante, algo que não se verifica no Mercado de Famalicão, uma vez que as bancas são de instalação fixa.

https://cidadehoje.pt/que-feiras-estao-proibidas-associacao-de-feirantes-tambem-nao-sabe-e-ja-questionou-o-governo/

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