Famalicão: Onze anos da VMER do CHMA

A VMER do CHMA assinala esta terça-feira, dia 1 de setembro, onze anos de existência. «É com orgulho que a nossa equipa comemora esta data com a noção do dever cumprido», afirmam os responsáveis.

Durante estes anos foram realizados 17100 serviços em situação de emergência, na sua maioria dentro da área de abrangência do Centro Hospitalar do Médio Ave.

Os responsáveis agradecem a todos quantos têm colaborado nesta missão de servir a população e fazem «votos para que estes laços se mantenham fortes».

 

Cavaco Silva e Passos Coelho no abaixo-assinado a favor de alunos chumbados por não frequentarem a disciplina de Cidadania

Dois professores da Universidade Católica Portuguesa lançaram um abaixo-assinado a favor dos alunos famalicenses chumbados por não terem frequentado a disciplina de Educação para a Cidadania e Desenvolvimento, avança O Observador.

O documento foi já subscrito por 100 pessoas, entre elas o ex-Presidente da República Aníbal Cavaco Silva, o ex-Primeiro Ministro Pedro Passos Coelho ou o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, Manuela Ferreira Leite, Adriano Moreira, David Justino, entre outros.

No abaixo-assinado são citados também vários artigos da Constituição da República Portuguesa, entre eles o artigo 43, onde se lê que “o Estado não pode programar a educação e a cultura segundo quaisquer diretrizes filosóficas, estéticas, políticas, ideológicas ou religiosas”.

O abaixo-assinado é a favor do respeito pela objeção de consciência dos pais que não querem que os seus filhos frequentem aquela disciplina obrigatória.

Recorde-se que se trata de uma família famalicense que não deixou dois filhos frequentarem a disciplina de Educação para a Cidadania e Desenvolvimento, por considerarem que os temas tratados nessa disciplina são matéria que diz respeito à educação dos pais e que o Estado se está a intrometer.

O Ministério da Educação não aceitou e chumbou os alunos, de 12 e 15 anos, que frequentam o Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco.

Entretanto, o pai, Artur Mesquita Guimarães (na foto), interpôs uma providência cautelar, que foi aceite.

Covid-19: Dois utentes do lar “A Minha Casa” da AFPAD continuam internados

Em comunicado publicado na página do Facebook, a direção da AFPAD – Associação Famalicense de Prevenção e Apoio à Deficiência refere que dois utentes do Lar Residencial “Minha Casa” continuam internados no hospital «por prevenção», enquanto que dez estão em tratamento no respetivo lar. A instituição assume, ainda, que estão assegurada as condições de segurança e garantidos os serviços necessários.

Recorde-se que, na passada semana, foram diagnosticados casos de covid-19 em todos os utentes e na maioria dos funcionários.

Ainda segundo a direção, 14 colaboradoras estão em quarentena, em tratamento ou em intervenção de acordo com a sua condição, devidamente acompanhadas pelas entidades competentes. O mesmo se aplica à sua rede familiar.

Diariamente, é realizada a monitorização da situação entre a Direção da AFPAD e as entidades públicas adstritas à situação de emergência COVID-19 e tomadas as respetivas medidas.

A direção agradece às colaboradoras, às famílias, «as palavras de apoio de todos vós e às entidades públicas que estão a acompanhar e em permanente contacto connosco».

Famalicão: “Produto que é nosso” no Intermarché

Produtos famalicenses da campanha “Produto que é nosso” estarão em evidência no hipermercado Intermarché de Calendário. A campanha, que decorrerá de 3 a 16 de setembro, mostra ao consumidor o que de melhor há em Famalicão, desde produtos frescos, fumeiro, queijos, carnes frescas, padaria, doçaria, vinhos, licores, compotas, geleias e mel. Todos eles produtos “Made In Famalicão – Produto que é nosso”.

Estão associados ao projeto 65 produtos de 27 produtores locais, certificados e com garantia de qualidade. Muitos deles nascidos no seio do Made In Famalicão, programa municipal que ajudou ao nascimento de várias empresas.

Além da valorização dos produtos famalicenses, “Produto que é nosso” tem por objetivo mitigar os efeitos da crise económica provocada pela covid-19.

Depois do E. Leclerc e, agora, do Intermarché, a campanha segue depois para o supermercado Bandeirinha, onde fica de 17 a 30 de setembro.

 

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