Calendário: Já reabriu a Clínica Dentária da Rua Almeida Garrett

Já reabriu ao público a Clínica Dentária da Rua Almeida Garrett, em Calendário, Vila Nova de Famalicão.

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Este espaço de medicina dentária retomou a atividade com todas as especialidades: Cirurgia, Implantologia, Ortodontia, Endodontia, Dentisteria, Odontopediatria, Prótese Fixa, Prótese Removível, Branqueamentos, Oclusão ATM e Dor Orofacial.

Face às recomendações da Direção Geral da Saúde, todo o espaço cumpre com as normas de segurança e higiene definidas face à pandemia covid-19.

Para marcação de consultas ou informações ligue: 252 096 536

A Clínica está localizada na Rua Almeida Garrett, na zona do Covelo, na freguesia de Calendário.

Covid-19: Mais 2 casos nas últimas 24h em Famalicão, são 393 infetados

Dados divulgados pela Direção Geral da Saúde no mais recente relatório de situação.

ACIP retoma serviços terapêuticos

A ACIP preparou-se, com a máxima segurança, para receber os seus clientes, nos serviços de Psicologia, Terapia da Fala, Terapia Ocupacional, Integração Sensorial e Neurofeedback.

Para que os pais possam retomar as consultas com os filhos e de forma a dar uma resposta rápida aos pedidos, a ACIP implementou uma série de procedimento de segurança, respeitando as normas e orientações da DGS. Só serão realizadas consultas com marcação prévia e intervalo de segurança, atendimento no balção com proteção de acrílico, utilização de desinfetante e equipamento de proteção pelos profissionais, serviço com limitação de acesso ao interior, disponibilização de álcool gel na receção e salas de atendimento, limpeza e desinfeção de espaços a cada utilização.

As marcações devem ser feitas pelo 252 928 610 ou pelo telemóvel 966 039 224. No entanto, as marcações online ainda vigoram na instituição.

Voluntários da “Mais Vida” ajudam a distribuir máscaras e luvas em Gondifelos, Cavalões e Outiz

Está a decorrer a distribuição de máscaras e luvas pelas diversas freguesias do concelho de Famalicão, a propósito do programa “Proteger Famalicão” do município.

Nas freguesias de Gondifelos, Cavalões e Outiz, essa distribuição conta com o apoio de três voluntários da IPSS Mais Vida.

No total, por todo o concelho, vão ser distribuídos cerca de 135 mil máscaras e pares de luvas por toda a comunidade.

Estudo da OMS que diz ser mais difícil contágio por contacto com objetos é inconclusivo

A diretora-geral da Saúde afirmou que o estudo da OMS que diz não ter encontrado evidências conclusivas da transmissão do SARS-Cov-2 através do contacto com superfícies “é inconclusivo” e que os cuidados de desinfeção devem ser mantidos.

“A Organização Mundial da Saúde [OMS] refere, de facto, que parece que é mais difícil do que se pensava a transmissão do vírus e das gotículas de superfícies e de objetos, nomeadamente as maçanetas das portas, por exemplo, (…) para o nosso trato respiratório”, mas “isto não é um estudo conclusivo”, disse Graça Freitas na conferência de imprensa diária da Direção-Geral da Saúde sobre a pandemia.

Graça Freitas sustentou que “não é um assunto encerrado”, tanto mais que a OMS “continua a recomendar como essencial a desinfeção e a limpeza dessas superfícies”.

“Na dúvida, porque há outros vírus cuja história nós conhecemos melhor e que se transmitem por essa via, é melhor continuarmos a ter precauções”, defendeu, lembrando a importância de se continuar a desinfetar e a limpar os objetos e as superfícies e de não levar as mãos à boca e ao nariz depois de os ter tocado antes de as lavar.

“Vamos continuar a acompanhar a Organização Mundial da Saúde [e] se for assim, obviamente, é uma boa notícia porque permitirá o retorno à nossa vida normal, à dita normalidade, mais à vontade do que aquilo que estamos a fazer agora”, mas é melhor seguir o “princípio de precaução”.

As autoridades de saúde foram também questionadas na conferência de imprensa que se realiza no Ministério da Saúde, em Lisboa, sobre se estão a ser estudadas medidas no sentido de manter a distância social recomendada depois da elevada concentração de pessoas verificada no fim-de-semana nas praias e nas áreas que as circundam.

Em resposta, o secretário de Estado da Saúde, António Lacerda Sales, afirmou que as autoridades vão continuar “a confiar naquilo que é consciência social e que é o civismo do povo português”, mas “sempre na observância daquilo que será o dinamismo do próprio surto”.

“Não temos razão nenhuma para não acreditar. Tem sido extraordinário até aqui e, portanto, garantidamente que continuamos a acreditar que as pessoas têm o seu próprio bom senso, têm as suas próprias boas práticas, o povo português tem uma consciência social muito grande destas boas práticas”, disse o governante.

Graça Freitas acrescentou, por seu turno, que “os ajuntamentos não se devem verificar”, tirando pessoas que vivem na mesma casa.

“Manter a distância social a distância física segura com ou sem máscara é a maior forma de nos prevenirmos contra a doença e, portanto, quando formos para um sítio, por mais atraente que seja, que tenha muita gente devemos evitá-lo, não há outra receita para os ajuntamentos”, defendeu.

Questionada sobre se haverá algum risco na região do Algarve ver o número de casos crescer com o desconfinamento, Graça Freitas afirmou que “é mais prudente não aligeirar”, porque conseguiu “uma situação epidemiológica bastante boa”, com um número relativamente pequeno de casos e 15 óbitos.

“O Algarve foi uma região do país com uma situação epidemiológica relativamente favorável quando comparada com outras regiões do país, onde tudo aparenta neste momento estar controlado, mas é exatamente esse ganho que não se pode perder”, afirmou

Graça Freitas aconselhou que quem visitar a região e os próprios algarvios devem “continuar a ter o comportamento que têm tido até agora para evitar ao máximo ter novos casos” e ter “uma segunda onda menos benigna do que a primeira”.

Portugal contabiliza 1.231 mortos associados à covid-19, mais 13 do que no domingo, em 29.209 casos confirmados de infeção, mais 173, segundo a DGS.

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