Quatro, e não três, jogadores do Famalicão infetados

Segundo o jornal O Jogo, afinal, no FC Famalicão há quatro jogadores infetados com o coronavírus e não três, como anunciado este domingo.

Sobre outros eventuais casos, dado que foi noticiado que dois elementos da estrutura de apoio ao futebol profissional também estariam infetados, o clube não comenta

Recorde-se que na sexta-feira passada, o clube fez os testes de despistagem à covid-19 a toda a estrutura do plantel principal.

Distrital do CDS promove conferência online com Paulo Portas

“O desconfinamento da política europeia. Uma visão do centro direita” é o tema do debate que a distrital do CDS promove, esta terça-feira, a partir das 21h30 com transmissão em facebook.com/cdsppfazsentidoembraga/

Para discutir e analisar “Que caminho na União Europeia e que politicas num tempo novo pós pandemia?», a distrital liderada pelo famalicense Nuno Melo, convida o ex-ministro Paulo Portas e Esteban González Pons, deputado no Parlamento Europeu, eleito pelo Partido Popular Espanhol, Vice-Presidente do PPE no Parlamento Europeu, onde é membro da Comissão de Assuntos Constitucionais e de Assuntos económicos.

Covid-19: Campeonatos da AFSA encerrados

Em reunião de direção da Associação de Futebol de Salão Amador (AFSA) de VN Famalicão SA, realizada na passada quinta-feira, ficou deliberado dar por terminados os campeonatos concelhios e taça concelhia da 1.ª e 2.ª divisões e o campeonato concelhio e taça concelhia de veteranos, época 2019/20.

De igual modo, é dada por concluída a Taça Intermunicipal MKA, em seniores masculinos e femininos e veteranos masculinos, prova que envolve equipas dos concelhos de Famalicão, Trofa e Santo Tirso.

Após análise detalhada da situação e em face das orientações da Direção Geral de Saúde, chegaram à conclusão, por unanimidade, de que não estão reunidas as condições para que as competições prossigam o seu trajeto normal.

Por definir está ainda o resultado desportivo imediato, isto é, se devem ou não ser atribuídos os títulos das referidas competições ou se deve ou não ser aplicado o regime de subidas e descidas.

Perante a complexidade desta matéria, a direção da AFSA decidiu, primeiro, auscultar as coletividades, dando-lhes assim a oportunidade para se pronunciarem sobre a mesma antes de tomar uma decisão definitiva, que deverá acontecer no decurso da próxima semana.

Transportes públicos em Famalicão com serviços mínimos

Respeitando regras de higiene e segurança, os autocarros de transporte público de passageiros passaram a fazer serviços mínimos. Está em funcionamento desde a passada segunda-feira, dia 11 de maio; funcionam de segunda a sexta-feira, por parte das duas transportadoras que operam no concelho – a Arriva e a Transdev, e mediante acordo estabelecido com a Câmara Municipal.

Neste momento estão a ser asseguradas seis carreiras, de ida e volta e com horários de manhã e à tarde. Pelo menos até ao final do mês de maio, não será necessária a validação do título de transporte.

Da Transdev circulam as carreiras que saem de Nine e Jesufrei em direção a Famalicão. Da Arriva, as carreiras que arrancam das freguesias de Riba de Ave, Fradelos, Portela e Pedome para Famalicão.

Refira-se que a reposição dos serviços mínimos foi articulada entre a Câmara Municipal, a Arriva, a Transdev e a Comunidade Intermunicipal do Ave.

Estão a ser respeitadas as regras que foram recomendadas pela Direção Geral da Saúde. Assim, há uma redução do número máximo de passageiros para 2/3 da lotação do veículo, de forma a garantir o distanciamento social necessário e a segurança do posto do motorista. É ainda obrigatório o uso de máscara e/ou viseira no interior do veículo. Outra medida primordial passa pela constante limpeza e desinfeção dos veículos, tendo por base as diretrizes emanadas pelas autoridades de saúde.

Horários e carreiras disponíveis para consulta no portal do município, em www.famalicao.pt.

Câmara de Famalicão investe 280 mil euros no apoio à renda

A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão vai apoiar 274 famílias do concelho, ao longo de um ano, nas suas despesas com a habitação. A proposta para a atribuição dos apoios foi aprovada na passada quinta-feira, em reunião do executivo no âmbito do programa municipal “Casa Feliz – Apoio à Renda”. A medida implica um investimento municipal de 279.600 mil euros.

Os apoios são divididos em três escalões A, B e C, correspondendo a 100 euros, 75 euros e 50 euros mensais. Com o escalão A foram beneficiadas 134 famílias, com o Escalão B 116 e com o Escalão C 24 famílias.

Nos últimos dois anos, a autarquia aumentou o investimento municipal em 40 por cento passando de 200 mil euros em 2018, para quase 280 mil euros em 2020. Também o número de famílias beneficiadas teve uma aumento significativo passando de 199 famílias para 274.

Segundo o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, “este aumento de beneficiários tem a ver, em primeiro lugar, com a informação alargada sobre este apoio e sobre as várias medidas sociais da autarquia, as pessoas estão melhor informadas porque os nossos serviços fazem com que as informações cheguem a todas as freguesias e a toda a população”. Por outro lado, “houve nos últimos anos tendência nacional, que tem levado a um aumento do valor das rendas, o que tem provocado que mais pessoas procurem ajuda”.

Refira-se que as candidaturas a este apoio municipal decorreram durante o mês de dezembro. Entretanto, com o surgimento da pandemia Covid 19, a autarquia lançou um apoio extraordinário às rendas para ajudar as famílias famalicenses que sofram perda de rendimentos por força do coronavírus. Por outro lado, a autarquia decidiu ainda prolongar o prazo para admissão de candidaturas ao regime do apoio à renda, no âmbito do projeto “Casa Feliz”.

Para Paulo Cunha, o investimento com a habitação é “fundamental e indiscutível”. “A área social é uma área onde o orçamento não está previamente definido, a câmara municipal concede aos munícipes uma retaguarda social e a questão da habitação é absolutamente essencial”.

Recorde-se que a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão criou em 2005, o programa Casa Feliz com apoio às obras, onde as famílias que mais precisam têm direito a uma ajuda financeira que pode chegar aos 5 mil euros, para reabilitar as suas casas, proporcionando as condições mínimas de bem-estar. Neste âmbito, já foram beneficiadas muitas centenas de famílias.

Em 2012, o programa Casa Feliz foi alargado com o apoio à renda. Aqui o objetivo é, precisamente, apoiar as famílias famalicenses que se encontrem a viver em habitações arrendadas e que, de uma forma temporária e inesperada, se vejam sem condições financeiras para cumprirem os contratos celebrados com os seus senhorios.