Programa de apoio à habitação “1.º DIREITO” entra em vigor

O programa de apoio ao acesso à habitação “1.º Direito”, destinado a pessoas que vivem em “habitações indignas” e sem capacidade financeira para conseguir uma casa a preços de mercado, entra esta terça feira em vigor. O “1º Direito”, publicado na segunda feira no Diário da República, faz parte do pacote legislativo da Nova Geração de Políticas de Habitação aprovado pelo Governo em 26 de abril.

O programa pretende, «mediante a concessão de apoio público, criar as condições para proporcionar o acesso a uma habitação adequada a pessoas que vivem em situações habitacionais indignas e que não dispõem de capacidade financeira para encontrar uma solução habitacional no mercado», salientou o Governo. Aos municípios cabe definir as estratégias no âmbito da habitação nos respetivos territórios e também «agregar, avaliar e gerir todos os pedidos de apoio ao abrigo do “1.º Direito” que lhe sejam submetidos»

Chuva até sexta feira e descida das temperaturas

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê períodos de chuva ou aguaceiros até sexta-feira, que serão mais fortes nas regiões Norte e Centro, ainda que possa também ocorrer precipitação na zona Sul do país. A partir de quinta-feira as temperaturas também irão descer, principalmente no litoral, com a exceção de sexta-feira, para a região Centro e Sul.

“Até quarta-feira [o mau tempo] tem origem numa zona depressionária a norte da Península Ibérica e a partir de quinta-feira a passagem de uma superfície frontal fria vai fazer com que as temperaturas desçam” disse ao DN Patrícia Gomes, meteorologista do IPMA.

Na quarta-feira prevê-se uma subida de temperatura, em especial da máxima e nas regiões Norte e Centro. Uma subida que será de “4 a 8 ºC”. Os valores de temperatura máxima na região Norte, que até amanhã vão variar entre os 13 e os 19ºC, irão situar-se entre os 18 e os 24ºC.

O dia mais quente será mesmo na sexta-feira, com as temperaturas máximas a variarem entre 17º e 26ºC – os valores mais altos são esperados para o vale do Tejo e região Sul, e as temperaturas mais baixas nas zonas mais elevadas do território.

Depois, no sábado, prevê-se uma descida da temperatura máxima, “mais significativa na região do vale do Tejo e Alto Alentejo, não se esperando valores superiores a 23ºC”.

Para os dias 8 e 9 prevê-se variações pouco significativas nos valores de temperatura, tanto da mínima, como da máxima. O vento será do quadrante oeste, fraco a moderado, soprando por vezes forte nas terras altas.

“São temperaturas dois ou três graus mais baixas do que o normal para esta altura do ano”, admite a meteorologista, que sublinha que esta “não é uma situação inédita”.

“Estamos na primavera e é habitual a ocorrência de trovoadas, aguaceiros e granizo”, diz Patrícia Gomes, que se recorda de em 2013 o IPMA prever queda de neve para a Serra da Estrela precisamente nesta altura.

No entanto, e de acordo coma previsão mensal do IPMA para o Continente, na temperatura média semanal “preveem-se valores abaixo do normal nas regiões do litoral na semana de 11/06 a 17/06”.

Estas previsões não afastam, contudo, a possibilidade de ocorrer “uma vaga de calor ainda no mês junho”, sublinha a meteorologista. Não será é já nos próximos dias.

Lions Clube de Famalicão oferece escultura à cidade

A rotunda que está localizada no entroncamento da Avenida de França com a rua Padre Benjamim Salgado, na malha urbana da cidade de Vila Nova de Famalicão, junto às Piscinas Municipais, ganhou uma nova imagem, através da colocação de uma escultura comemorativa dos 100 anos da criação do movimento Lions Internacional no Mundo.

A escultura que foi oferecida à cidade pelo Lions Clube de Vila Nova de Famalicão foi inaugurada, este domingo, pelo presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha e pela presidente do movimento, Maria José Abreu.

Segundo os responsáveis do movimento em Famalicão, o objetivo da peça é “que seja um referencial para todos os cidadãos e transeuntes que a circundam, lembrando a presença do movimento lionistico no concelho como um parceiro sólido e ativo da comunidade famalicense”.

A peça de arquitetura da autoria do escultor Jorge Guimarães estrutura-se em dois blocos de granito com 3,5 metros de altura, 1,4 metros de largura e 0,49 metros de espessura, afastado entre os topos 42 cm, tendo encastrado neste vazio uma escultura em mármore branco, representante de duas cabeças de leão em direções opostas. Entre as duas pedras e sob as cabeças de leão haverá uma pequena vala que simbolizará um rio. As duas pedras terão inscrito repetidamente o lema lionistico “Nós Servimos” em várias línguas.

Para o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, o Lions Clube de Famalicão “tem vindo a desenvolver um trabalho social muito meritório”. “Neste mundo cada vez mais globalizado, imprevisível e altamente competitivo, que hoje vivemos, faz sentido recordar a declaração de missão dos Lions Clubes que apela à criação e desenvolvimento de um espírito de compreensão entre todos os povos em relação às necessidades humanitárias, fornecendo serviços voluntários por meio do envolvimento comunitário e cooperação internacional”, acrescenta.

Refira-se que o Lions Clube nasceu em Vila Nova de Famalicão no ano de 1977, e desde então tem vindo a promover um conjunto de ações voluntárias, de grande importância, principalmente nas áreas da saúde, da solidariedade e da educação.

”O governo não está a cumprir integralmente a sua parte”

“Em Famalicão a delegação de competências na área da educação tem tido resultados muito positivos, mas o governo não está a cumprir integralmente a sua parte” diz Jorge Paulo Oliveira.

Numa visita à EB. 2, 3 Júlio Brandão, durante a manhã desta segunda feira, o deputado à Assembleia da República acompanhado de Estela Veloso, Presidente da Junta da União das Freguesias de Vila Nova de Famalicão e Calendário e Joana Santos Silva, vice-presidente da Comissão Politica Concelhia da JSD, afirmou que o Contrato Interadministrativo de Delegação de Competências celebrado entre o Ministério da Educação e o Município de Vila Nova de Famalicão, em julho de 2015, ou seja na vigência do anterior governo, tem trazido benefícios evidentes para a comunidade educativa “quer do ponto de vista financeiro, com o aumento da disponibilidade de recursos para a implementação dos projetos educativos, quer do ponto de vista dos recursos humanos, com a melhoria do rácios dos colaboradores afetos aos agrupamentos”.

Os resultados deste projeto piloto na área da descentralização de competências só não são melhores porque o “governo não está a cumprir integralmente a sua parte” nem está a “respeitar a matriz das suas responsabilidades emanadas do contrato outorgado com a câmara municipal” diz o deputado famalicense.

Jorge Paulo Oliveira dá como exemplos do “incumprimento” do governo, a “não auscultação da comunidade educativa famalicense na definição na rede educativa, a não colocação atempada de pessoal não docente para apoio e acompanhamento de alunos com Necessidades Educativas Especiais, bem como a não disponibilização da plataforma eletrónica de execução do Contrato, esta última de forma absolutamente inexplicável”.

O deputado social democrata acrescenta ainda que, ao contrário do que está plasmado no contrato, “o Ministério da Educação nunca apresentou qualquer plano para a reabilitação dos edifícios não transferidos onde se insere a Escola Júlio Brandão” circunstância que considera preocupante, dado que o seu edificado, fruto da passagem do tempo, apresenta debilidades várias que exigem uma intervenção de fundo.

Na visita guiada proporcionada pelo Presidente da Direção do Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco, Presidente da Associação de Pais e Presidente da Associação de Estudantes da Júlio Brandão, Jorge Paulo Oliveira pode constatar, além das muitas infiltrações que os edifícios apresentam, que a totalidade das suas coberturas, incluindo as passagens do exterior são em amianto.

“O trabalho desenvolvido pela Associação de Pais e pela Direção do Agrupamento tem sido imenso e muito meritório, e a escola tem beneficiado muito da sua ação, mas sem um plano de reabilitação que cabe ao Ministério da Educação elaborar, subsiste sempre uma grande incerteza na priorização das suas intervenções” afirma o parlamentar que afiançou ir procurar obter respostas junto do governo.

Jorge Paulo Oliveira recorda que Vila Nova de Famalicão é um dos 14 municípios que, em 2015 e no âmbito do denominado “Programa Aproximar”, aceitou integrar a experiência piloto de delegação de competências do Estado nas autarquias locais, experiência que “não foi bem-sucedida em todos os concelhos”.

Jorge Paulo Oliveira diz que Famalicão “está no bom caminho” e espera que o processo de descentralização de competências, em curso no parlamento e cujos princípios estão acordados entre o governo e o PSD, “possa chegar a bom porto e conduza a um comportamento mais proativo e menos faltoso do Ministério da Educação”.

 

CXA2D conquista título Distrital e Individual

A Escola Secundária Padre Benjamim Salgado – Joane foi palco da IV FINAL DISTRITAL ESCOLAR INFANTIL DE XADREZ do Centro Local Desporto Escolar de Braga do ano letivo 2017/2018, no passado dia 2 de junho, contando com a participação de 12 Escolas do Distrito de Braga, num total de 72 jovens alunos xadrezistas subdivididos nos escalões Infantil A (2010, 2009 e 2008) e Infantil B (2007 e 2006).

Este evento foi organizado pelo Clube de Xadrez do Agrupamento de Escolas Padre Benjamim Salgado e contou com o apoio do Centro Local de Desporto Escolar–Braga e Associação de Xadrez do Distrito de Braga.

A arbitragem e a direção da prova esteve a cargo dos professores Carlos Dias e José Queiroga e foram disputados 6 jogos com 10 minutos para cada jogador disputar uma partida.

O Clube de Xadrez A2D fez-se representar por 6 alunos provenientes da Didáxis-Riba de Ave e Colégio do Ave.

A nível coletivo o Clube de Xadrez A2D escreveu mais uma bela página da sua história no Desporto Escolar ao conquistar o Título Distrital Escolar Infantil A Coletivo e Individual.

Foi com enorme satisfação e orgulho que o Colégio do Ave viu José João Pinto (5,5 pontos), aluno do 3º ano, conquistar o seu primeiro título distrital escolar individual no escalão Infantil A e Duarte Abreu (5 pontos), aluno do 4º ano, sagrou-se Vice-Campeão.

Graças à excelente prestação dos quatro melhores alunos do Colégio do Ave (José João Pinto, Duarte Abreu, Tomás Carvalho, 4º lugar-4,5 pontos, e João Nuno Casalta, 5º lugar-4,5 pontos), o Clube de Xadrez A2D totalizou 19,5 pontos e em 2º e 3º lugares classificaram-se o Agrupamento de Escolas Padre Benjamim Salgado (15 pontos) e o Agrupamento de Escolas de Pedome (13,5 pontos), respetivamente.

Foi também com enorme satisfação que, a nível individual, o CX A2D viu Carlos Daniel Sampaio (Didáxis-Riba de Ave, 5 pontos) conquistar o 2º lugar absoluto–Infantil B. O Campeão Distrital Escolar Infantil B foi Pedro Gil Silva e coletivamente, neste escalão, triunfou o Clube de Xadrez do Agrupamento de Escolas Padre Benjamim Salgado.

O Colégio do Ave fez-se ainda representar na Final Distrital Escolar Infantil A por Pedro Lima (9º lugar individual, 4 pontos) que obteve, também, um excelente desempenho face ao nível competitivo exibido a nível individual e coletivo neste evento xadrezístico escolar.

De sublinhar que este torneio foi o corolário de muito trabalho dos seus participantes e organizadores, nomeadamente dos grupos/equipas (alunos e seus professores) das Escolas do distrito de Braga.

Alunos do 1.º ciclo de Famalicão descobrem o prazer de criar história

Entusiasmados, motivados, recompensados, ansiosos pelo trabalho e felizes. Não será muito comum identificar este grupo de adjetivos na esmagadora maioria dos alunos de uma turma do 4.º ano do 1.º ciclo do ensino básico mas o testemunho das cinco professoras de Famalicão que este ano receberam na sua sala de aula o atelier de escrita e ilustração criativa promovido pelo Centro de Estudos Camilianos e orientado pelo escritor Pedro Chagas Freitas e pela Ilustradora Gabriela Sotto Mayor não deixa margem para dúvidas: as crianças adoram construir e ilustrar a sua história e sentem-se recompensadas ao ver a sua criação publicada.

Será portanto legítimo concluir que a iniciativa já fez muitas crianças felizes, tanto com estavam as mais de uma centena de crianças que na passada sexta-feira, 1 de junho, na Casa de Camilo, em S. Miguel de Seide, assistiram à apresentação pública do seu primeiro livro de contos e ilustrações. Mais felizes ainda ficaram com a representação de uma das suas histórias em palco pelos seus colegas da turma 3AA da Escola Sede n.º 1 que, como que por magia, tiveram o condão de passar a história do papel para o palco.

“Aventuras de Ricardina e Eugénia” foi o resultado do trabalho criativo desenvolvido desde o início do ano tendo como base a obra de Camilo Castelo Branco “O Retrato de Ricardina”, publicada pela primeira vez há 150 anos, em 1968.

O livro de contos e ilustrações é fruto de uma iniciativa promovida pelos serviços educativos da Casa de Camilo há 12 anos consecutivos. Este ano, pela primeira vez, ao atelier de escrita criativa, juntou-se o atelier de ilustração. E o surpreendente resultado pode ser apreciado numa exposição que está patente a público até ao final de setembro na Galeria do Centro de Estudos Camilianos.

Constituído por cinco contos ilustrados e 37 páginas, a obra “Aventuras de Ricardina e Eugénia” contou com a participação dos alunos do Centro Escolar de Antas, da EB de Castelões, da EB de Lousado, da EB de Lagarinhos e da EB/JI de Barranhas.