David Justino em Famalicão para debater o futuro da Educação em Portugal

O Presidente do Conselho Estratégico Nacional do Partido Social Democrata, David Justino, vai estar esta quinta-feira, 7 de junho, em Vila Nova de Famalicão, para participar na conferência “A Educação em Portugal – que perspetivas?”. O vice-presidente do PSD e antigo ministro da Educação é um dos oradores convidados da iniciativa promovida pelos Trabalhadores Social Democratas de Famalicão, que vai ter lugar na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, a partir das 21h30, com entrada livre.

A sessão de abertura da conferência contará com as intervenções do presidente da Comissão Política Concelhia do PSD de Famalicão, Paulo Cunha, e do coordenador do núcleo dos TSD de Famalicão, Daniel Antunes.

Segue-se depois a análise do futuro da Educação em Portugal por parte de David Justino e do vereador da Educação da autarquia famalicense, Leonel Rocha.

Após a realização de um debate com os participantes, a sessão encerrará por volta das 23h00 com as intervenções do presidente do Secretariado Distrital de Braga dos TSD, Afonso Henrique Cardoso, e do secretário-geral dos TSD, Pedro Roque.

Vila Nova de Famalicão é o lugar do surrealismo em Portugal

“Encontrou-se um lugar para o surrealismo em Portugal. O lugar é Vila Nova de Famalicão. Aqui e agora o surrealismo português pode passear enfim o seu esplendor”. Foi desta forma que o presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, inaugurou, na passada sexta-feira, o Centro Português do Surrealismo, na Fundação Cupertino de Miranda, em Vila Nova de Famalicão, numa cerimónia que ficou marcada pela presença de grandes autores deste movimento artístico, como Cruzeiro Seixas e Fernando Lemos, pelo ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes, entre outras personalidades da vida cultural e social portuguesa.

Marcelo Rebelo de Sousa chegou exatamente à hora marcada e rapidamente a multidão que o aguardava o rodeou acolhendo-o com carinho e amizade, ele retribuía com sorrisos e acenos e nem a chuva que se fazia sentia demovia a população.

Vila Nova de Famalicão acolhia assim o Centro Português do Surrealismo de braços abertos, um projeto que, de acordo com o presidente da Fundação Cupertino de Miranda, Pedro Álvares Ribeiro, nasce do “culminar de um longo caminho, com cerca de 20 anos”. Para Marcelo Rebelo de Sousa, “não é muito português em Portugal haver projetos a 20 anos. E nem é preciso ser-se surrealista para se dizer isto. O português gosta de gerir o dia-a-dia, deixar para o último minuto, o último segundo e depois, para os crentes, que Deus intervenha. O facto é que este foi um projeto a 20 anos que deu os passos todos até chegar ao momento que vivemos.” O presidente da República felicitava assim a Fundação Cupertino de Miranda pela determinação e persistência na conclusão deste centro.

Marcelo aproveitou ainda para realçar a importância da nova estrutura realçando que de“um importantíssimo acervo, com obras de Cesariny e Cruzeiro Seixas, faz-se agora o que só não se chama um museu porque seria pouco surrealista pôr o surrealismo num museu. Trata-se de um polo decisivo para integrar Portugal no conhecimento e no estudo do movimento surrealista internacional.”

Por sua vez, o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, afirmou que “este é um momento importante para a Fundação, mas é de enorme relevo para o concelho e para o fortalecimento da nossa política cultural, permitindo-nos almejar também um patamar internacional”.

“Não fazemos parte das duas grandes cidades deste país, mas pedimos meças a muitas cidades de dimensão maior no que à cultura diz respeito”, acrescentou ainda Paulo Cunha.

O autarca aproveitou ainda a presença de Marcelo Rebelo de Sousa e do ministro da Cultura para abordar o tema da descentralização e de pedir mais trabalho conjunto entre as autarquias e o Estado.

Entre as diversas intervenções destaque ainda para as palavras do ministro da Cultura que considerou a abertura do Centro Português do Surrealismo “não como um batizado, mas antes uma confirmação”.

Luís Filipe Castro Mendes fez ainda uma pequena reflexão do surrealismo português, que “aparece de uma forma diferente do francês” e perto do fim, recitou parte do “Corpo Visível”, de Cesariny, que já havia sido citado na sessão de inauguração, quando o presidente da fundação anunciou que o centro iria assegurar a tradução e edição da obra de poesia em espanhol do autor.

Com a inauguração do Centro Português do Surrealismo abriu-se ao público uma nova sala do primeiro andar com 400 metros quadrados recheados de arte. O espaço com caraterísticas únicas na região foi apresentado com a exposição “O Surrealismo na Coleção Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian”, que possibilita revisitar as obras ligadas ao Movimento Surrealista desta coleção e regressar ao acontecimento plástico desse período. Esta exposição representa um estímulo à investigação e compreensão, quer de atitudes, quer de pensamentos, levados a cabo por autores que desafiaram a situação social e política da época, demonstrando audácia, inteligência e liberdade.

O Centro Português do Surrealismo nasce na Fundação Cupertino de Miranda que tem atualmente uma coleção de mais de três mil obras ligadas ao surrealismo, nomeadamente de Mário Cesariny e Artur Cruzeiro Seixas, num total de 130 artistas.

Tudo começou quando, João Meireles, genro de Arthur Cupertino de Miranda, comprou uma parte da coleção do artista Cruzeiro Seixas e a doou à instituição. Aos poucos e poucos, o acervo surrealista foi crescendo. Já nos anos 90, a primeira exposição surrealista é apresentada – “Surrealismo e não” – e, anos depois, nasce o Centro de Estudos do Surrealismo, coordenado há mais de 15 anos pelo professor Perfecto Cuadrado.

O EDIFICIO

Da autoria do arquiteto João Mendes Ribeiro, o Centro Português do Surrealismo nasce da adaptação do emblemático edifício da Fundação Cupertino de Miranda, que foi desenhado nos anos 50, verdadeiro ex-libris do espaço citadino.

Para o arquiteto o projeto constituiu “um enorme desafio pela ligação entre o passado e o futuro”, mas também “pelo tema da contemporaneidade”.

A principal transformação face ao desenho atual é a passagem do espaço museológico, bem como da oferta formativa, para os primeiros andares do edifício – atualmente localiza-se na torre que compõe o espaço – colocando-o na “linha da frente” de forma a“promover o contacto com a comunidade”.

“Vamos ter um conjunto de expositores que se abrem à cidade, criando uma relação muito forte com o espaço e com as pessoas”, acrescenta João Mendes Ribeiro.

Refira-se que a somar às obras de adaptação do edifício, prevê-se ainda uma nova programação e novos custos com o funcionamento do Centro Português do Surrealismo que implicará um investimento na ordem dos 2,5 milhões de euros. A autarquia contribuirá com a atribuição de um apoio financeiro no valor de 300 mil euros, repartidos por quatro anos.

Linhal com mais de 30 anos descoberto na Júlio Brandão

Na passada semana, numa iniciativa integrada no projeto europeu “Culture Heritage: The Power of Plants”, a professora Ana Mendes, fundadora do referido projeto, descobriu a parte resistente de um linhal, que terá existido na quinta, onde mais tarde foi construída a escola Júlio Brandão.

Tal descoberta já despertou interesse do Banco Germoplasma Vegetal em Braga, que enviará um delegado científico para recolha e análise laboratorial da semente do linho a fim de aferir a espécie desta planta que se conservou num estado completamente isolado e sem intervenção da mão humana há mais de 30 anos.

Com este projeto, na opinião da professora Ana Mendes, procura-se sensibilizar os alunos para a preservação das sementes e das plantas, tesouro natural que garanta o futuro do Planeta Terra.

Atletas do CCDR na seleção nacional de atletismo

Os atletas do Clube de Cultura e Desporto de Ribeirão, Maria João Barbosa e Pedro Matos foram selecionados pela Federação Portuguesa de Atletismo para o Troféu Ibérico de sub/18, que se realizou em Abrantes, no dia 2 de junho.
Maria João Barbosa alcançou o 2° lugar na prova de 100 metros, com o excelente registo de 12.00 segundos, com o vento favorável de 3.2 m/s. Contribuiu ainda, para a vitória na estafeta de 4×100 metros, realizando o 3° percurso. Pedro Matos foi 3° classificado na prova de 110 metros barreiras, com o tempo de 14.86 segundos (vento:+3.5 m/s).
Na prova de 2000 metros obstáculos participou também o atleta José Moreira, que registou o tempo de 6 21.05 minutos.

Braga e Barcelos são as cidades onde mais se atropelam os peões

Os 3062 acidentes com vítimas registados em 2017 envolveram 407 atropelamentos de peões, cinco dos quais faleceram no local e 36 sofreram ferimentos graves. Braga surge à cabeça, com 17 peões colhidos pelas viaturas, seguindo-se Barcelos com 9 atropelamentos a peões.

Os números negros da sinistralidade rodoviária são revelados no relatório de 2017 da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária para o distrito de Braga.

Nas estradas dos 14 concelhos do Baixo Minho registaram-se 407 atropelamentos de peões, sendo que em 31 dos casos confirmados pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, os condutores deixaram as vítimas na estrada e puseram-se em fuga. No Município de Barcelos registou-se o maior número de atropelamentos de pessoas com fuga, mas também Braga teve casos de condutores que fugiram do local do acidente, após atropelarem peões.

A capital minhota acumula o maior número de atropelamentos ocorridos no distrito. Ao todo foram 17.

No que concerne ao plano distrital, Barcelos registou 9 atropelamentos, Fafe 1, Guimarães 7, Póvoa de Lanhoso 2, Famalicão 3, Vila Verde 1 e Vizela 2 atropelamentos.

Atletas da EARO em evidência na praia de Mira e cidade do Porto

A Escola Atletismo Rosa Oliveira participou no dia 3 de junho, no 8º Grande Prémio de Atletismo de Mira na Praia de Mira-Coimbra e conquistou dez pódios, nove individuais e um coletivo.

Mais uma vez a EARO aproveitou esta ida a Praia de Mira e juntou o útil ao agradável, ao realizar um mini estágio para os atletas que mais se destacaram ao longo desta época. Já no domingo na corrida os atletas da EARO que estiveram em destaque foram os seguintes:
Infantis: Ana Faria 1ª lugar e João Azevedo 2º lugar.
Iniciados/as: Ana Marinho venceu e Francisco Silva também venceu.
Juvenis: Beatriz Fernandes venceu, Bruna Ortiga ficou em segundo lugar e Rui Oliveira também venceu.
Juniores: Miguel Torres 3º.
Seniores: Leandro Martins 12º, Nuno Fernandes 14º e Rui Fernandes 20º.
Veteranas: Rosa Oliveira 3ª.
Tendo a EARO conquistado um excelente segundo lugar por equipas.

Na Cidade do Porto realizou-se também no dia 3 de junho, no parque do Desportivo de Ramalde, a 2ª ETAPA DO VITALIS KIDS CHALLENGE. A prova foi organizada pela runporto.

Numa manhã com muita diversão para os atletas de formação e com muitas equipas presentes, os atletas da EARO conquistaram seis pódios individuais e cinco coletivos.
Benjamins A: Ana Silva 3ª, Marina Martins 4ª e Matilde Martins 8ª, Tiago Silva 1º e Simão Azevedo 5º.
Benjamins B: Leonor Silva 2ª, Margarida Sousa 4ª, Inês Almeida 5ª e Maria Machado 7ª.
Infantis: Bruna Pereira 4ª, Joana Azevedo 5ª e Teresa Borges 6ª.
Iniciados: Tiago Pereira 8º.
Juvenis: Cátia Silva 2ª, Diana Silva 3ª, Beatriz Fonseca 4ª e Lara Oliveira 5ª, Tiago Silva 1º, Rafael Silva 4º e Bruno Oliveira 5º.
Coletivamente dominamos por completo, 1º lugar Benjamins A fem,Benjamins B fem,Infantis fem,Juvenis fem e Juvenis masc.E