Beatriz Costa de Famalicão venceu o Minho Young Chef Awards 2018

Beatriz Costa, de 17 anos, foi a vencedora do novo Minho Young Chef Awards 2018 (MYCA). A jovem apresentou um arroz de tacho cozido numa mistura de água, entrecosto estufado e vinho tinto e ganhou o primeiro lugar da competição.

A jovem estudante da Didáxis, inspirou-se na avó e nas noites de fado em sua casa para esta receita do famoso arroz de vinha d’alhos. «É uma homenagem à minha avó», explicou a jovem, tendo esta aposta em ingredientes da época e da região sido decisiva para eleição da jovem. «É um prato verdadeiramente minhoto, com feijões tarrestres produzidos em Arcos de Valdevez e um produto slow food foi fundamental para ganhar», explicou Renato Cunha, o embaixador do Minho Young Chef Awards (MYCA)

O conhecido cozinheiro foi um dos membros do júri que avaliou os seis pratos que os 11 participantes executaram. Beatriz Costa irá representar o Minho no European Young Awards, em Galway, na Irlanda, em novembro. «Quero mostrar como o Minho tem bons pratos. Representar Portugal lá fora é um sonho. Estou muito feliz», acrescenta a jovem chef. O MYCA aconteceu durante a organização do Congresso Internacional de Gastronomia do Minho (IGAT) que vai juntar em Braga, até este sábado cozinheiros de toda a parte da Europa com grandes nomes da gastronomia europeia.

“Territórios Dramáticos” em Joane até segunda-feira

O “Territórios Dramáticos” continua a levar a Joane, além de muitos espetáculos, iniciativas paralelas que promovem o envolvimento ativo do público, fomentando o seu desenvolvimento pessoal e cultural.A programação dos “Territórios Dramáticos”, organizado pelo Teatro da Didascália, prossegue esta sexta-feira, 25 de maio, às 21h30, no Fauna, com “Brisa ou Tufão”, de Mafalda Saloio.

No sábado, à mesma hora, mas Centro Cultural de Juventude de Joane, assista a “Portugal não é um país pequeno”, do Hotel Europa.

Após estes espetáculos acontece “Cear e Falar”, rubrica que promove a discussão entre a plateia e os artistas, acompanhada da gastronomia regional típica.

No próximo domingo e segunda-feira, às 16 horas, no Fauna, pode ver o espetáculo, “Manipula#som”.

Ainda no domingo, na sala de ensaios da ACE Famalicão, entre as 9 e as 18 horas, decorre uma Oficina de Teatro Documental, para estudantes e profissionais de teatro, desenvolvida por André Amálio (Hotel Europa). O preço é de 15 euros.

A segunda edição de “Territórios Dramáticos tem como objetivo pensar as práticas de criação teatral, privilegiando a pluralidade estética e artística.

Câmara e AEP estreitam relação para ajudar empresas de Famalicão

As pequenas e médias empresas de Vila Nova de Famalicão têm uma nova janela de oportunidade para alargarem a sua base exportadora. O protocolo que o Município de Vila Nova de Famalicão e a Associação Empresarial de Portugal – AEP celebraram esta quinta feira, na Casa do Território, vem facilitar o acesso de empresas famalicenses às dinâmicas e projetos de apoio à internacionalização desenvolvidas pela AEP, com benefícios vários como, entre outros, a concessão de 75% de desconto nas despesas não comparticipadas para participação nas missões empresariais e feiras internacionais organizadas por esta associação empresarial e o acesso prioritário ao programa Capitalizar, que contribui para melhorar as condições de acesso ao financiamento e promover estruturas financeiras mais equilibradas nas empresas.

O acordo foi celebrado entre o Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, e o Presidente da AEP, Paulo Nunes de Almeida, na presença de um grupo de empresários famalicenses que estão a desenvolver projetos de alargamento dos seus negócios a novos mercados internacionais.

Para Paulo Cunha “todas as ferramentas que têm por missão criar um aumento das exportações do concelho são instrumentos ao serviço do desenvolvimento económico e do progresso porque exportando-se mais vai produzir-se mais e, com isso, empregar mais e com melhores salários”. Por isso, diz, “Estamos a fazer tudo o que está ao nosso alcance para que as nossas empresas cheguem mais longe para que possamos ter um concelho melhor.”

O autarca realçou a importância desta parceria concreta com a AEP, “uma instituição reconhecida ao nível nacional e internacional”. “Estarmos com eles é um sinal de credibilidade para as políticas municipais, e para as empresas é um sinal inequívoco de que estamos a abrir portas reais no que diz respeito à abordagem internacional”.

“Estamos a criar condições para que as empresas do concelho se possam articular de uma forma mais estreita e célere com aquilo que são os serviços que a AEP presta ao tecido empresarial”, disse Paulo Nunes de Almeida, falando no “grande ativo que é estarmos juntos – associações empresariais, autarquias e empresas – na partilha de informação e ferramentas capazes de responder a um mercado que é altamente dinâmico”.

Para além da facilitação do acesso das empresas famalicenses aos mercados internacionais o protocolo tem uma importância acrescida ao prever a receção em Famalicão de missões inversas, trazendo até ao território empresas estrageiras para conhecerem a realidade de Vila Nova de Famalicão e a realidade das suas empresas.

Destaque igualmente para o trabalho programado ao nível da colaboração para a identificação e mapeamento das áreas empresariais, nas suas diferentes tipologias, bem como a sua caracterização ao nível de indicadores económicos e territoriais e ao nível da caracterização do tecido empresarial.

A corrida popular das Antoninas onde não falta o espírito de competição

O Grande Prémio de Atletismo Bernardino Machado é já um dos grandes acontecimentos desportivos das Festas Antoninas de Vila Nova de Famalicão. É cada vez mais uma corrida popular, de participação livre, mas que não deixa de ser competitiva, disputando-se nos escalões juniores, seniores e veteranos, masculinos e femininos, numa extensão de 10 quilómetros.

Organizada pelo Pelouro do Desporto da Câmara Municipal, com o apoio da Associação de Atletismo de Braga, a prova tem vindo a conquistar, de ano para ano, cada vez mais participantes, esperando-se que ultrapasse as mil pessoas nesta IX edição.

O Grande Prémio de Atletismo Bernardino Machado sai à rua no feriado de 10 de junho, pelas 10h00, com partida e chegada no Parque da Juventude (Rua Padre Benjamin Salgado), percorrendo cerca de duas dezenas de ruas em circuito urbano.

Este ano, a grande novidade é a organização de uma caminhada de 6 quilómetros. Nos dois casos a participação é livre, no entanto, sujeita a inscrição prévia que poderá ser feita online em www.abraga.pt ou através do site do município em www.vilanovadefamalicão.org até às 24h00 do dia 7 de junho. Às inscrições de última hora (até às 9h00 do dia 10) será aplicada uma taxa de cinco euros e só poderão efetuar-se no secretariado da prova no parque da Juventude.

Para o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, que costuma participar na prova como atleta “esta é uma corrida que está naturalmente imbuída do espírito festivo das Antoninas, mas que nem por isso deixa de ser competitiva e muito disputada”. Para o autarca é assim “uma excelente oportunidade de trazer para as festas do concelho os nossos atletas e associações desportivas, mas também toda a população que gosta da corrida, prestando ao mesmo tempo uma homenagem a uma das grandes figuras históricas do concelho, Bernardino Machado”.

Jorge Paulo Oliveira no Inquérito às Rendas Excessivas

Jorge Paulo Oliveira vai coordenar os deputados do Partido Social Democrata na “Comissão Parlamentar de Inquérito ao Pagamento de Rendas Excessivas aos Produtores de Eletricidade”, que tomou posse esta semana. O deputado famalicense que já desempenhava as funções de Coordenador da Comissão de Ambiente, Ordenamento do Território e Poder local acumula agora idêntica responsabilidade na mais recente Comissão Parlamentar de Inquérito.

Jorge Paulo Oliveira que na anterior legislatura integrou duas comissões de inquérito, uma à “Gestão do BES e do Grupo Espirito Santo” e outra tendo por objeto o “Processo de Subconcessão dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo” será acompanhado pelos seus companheiros de bancada, Emídio Guerreiro, Mercês Borges, Duarte Marques, Helga Correia, Antonio Topa, Joel Sá, Virgílio Macedo, Fátima Ramos e Paulo Rios de Oliveira.

A comissão parlamentar de inquérito que irá funcionar nos próximos 180 dias (que podem ser prorrogados) foi criada no seio do Parlamento depois de ter surgido informação pública relativa às investigações em curso sobre a atuação do antigo ministro da Economia, Manuel Pinho, constituído arguido num processo de eventual favorecimento à EDP e mais tarde também no quadro de receção de pagamentos mensais com origem no BES, circunstâncias que provocaram clamor social.

Pese embora esse facto, a Comissão Parlamentar de Inquérito irá analisar todo o processo das rendas pagas aos produtores de eletricidade, tecnicamente denominados de CMEC (Custos de Manutenção do Equilíbrio Contratual), desde a sua constituição, em 2004, até à atualidade.

No âmbito dos trabalhos da comissão está igualmente a incumbência de analisar todas as alterações legislativas e atos administrativos levados a cabo pelos sucessivos governos, bem como todas as rendas e subsídios já pagos e a pagar ao setor elétrico à luz deste regime.

A atenção mediática estará sem duvida concentrada na apreciação de eventuais favorecimentos ou atos de corrupção ou enriquecimento sem causa, por parte de responsáveis administrativos ou titulares de cargos políticos com influência na definição das rendas no setor energético.

“Espero sinceramente que esta comissão não sirva para branquear ou esconder comportamentos lesivos do interesse público, não seja condicionada nem limitada nos seus trabalhos pela maioria parlamentar de esquerda e que as diferentes forças politicas que a integram não tragam já no bolso as suas conclusões” afirmou Jorge Paulo Oliveira na sequência da sua tomada de posse.